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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.47.2013.tde-04072013-142234
Documento
Autor
Nome completo
Ronaldo Lopes Coelho
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2013
Orientador
Banca examinadora
Guirado, Marlene (Presidente)
Davini, Juliana Maria Villela
Rodrigues, Avelino Luiz
Título em português
Trabalho e subjetividade no contexto hospitalar: análise institucional do discurso produzido em grupo com profissionais de enfermagem da pediatria
Palavras-chave em português
Analise do discurso
Equipe de enfermagem
Hospitais publicos
Hospitais universitarios
Pediatria
Psicologia organizacional
Trabalho
Resumo em português
A presente pesquisa tem como objetivo realizar uma analise institucional do discurso produzido em grupo por profissionais da equipe de enfermagem da Clinica Pediatrica de um hospital escola da rede publica de saude da cidade de Sao Paulo. Nossa analise foca a relacao que este profissional estabelece com o trabalho a partir do referencial metodologico conceitual da Analise Institucional do Discurso desenvolvido por Guirado (2010). Como produto desse estudo demonstramos que a relacao construida pelas profissionais no e com o trabalho e entretecida por procedimentos, sejam eles de ordem predominantemente administrativo-gerencial no caso das enfermeiras, ou da ordem do cuidado-curativo predominantemente encontrado no fazer das tecnicas e auxiliares de enfermagem. Esse entrelacamento entre procedimento e relacao acarreta indistincao entre ser e fazer no modo como as profissionais se constituem subjetivamente, abrindo, assim, caminho a producao de forte identificacao com o papel de mae, a indiferenciacao na relacao com o paciente e a dificuldade na constituicao de contornos que oferecam limites a sua pratica e a seus sentimentos. Nesse sentido, a morte se constitui como unico limite inexoravel e produz desestruturacao e reorganizacao de si e da relacao com o trabalho, mas tambem pode produzir trauma, paralisia, repeticao e panico. A mae e compreendida como o lugar-referencia por excelencia para a crianca. Quando boa e base para a vida, saude e felicidade do filho. Quando ruim ou ausente e a causa do desalinho, fragilidade, doenca e morte da crianca. As maes sao ao mesmo tempo agentes institucionais e clientela, o trabalho da enfermagem preve o da mae. A carga de trabalho da enfermagem e aliviada quando a mae e boa, e aumenta quando a mae e ma. A crianca aparece como objeto-alvo da acao da enfermagem e como sujeito-produto de sua mae. O jogo de poder/resistencia na relacao com os medicos ocorre em meio a uma polarizacao entre fazer viver e deixar morrer, na qual a resistencia implica assumir o lugar do medico, tomar conduta e fazer viver. Com os profissionais do ambito da justica esse jogo ocorre em torno da sentenca sobre o futuro da crianca, contudo, apartadas de todo o processo as profissionais resistem julgando o julgamento. Ironia, deslegitimacao, denuncia e alarde, falta de comprometimento, esgarcamento de limites e fronteiras sao as principais estrategias de resistencia das quais fazem uso. De outro lado, como manutencao do funcionamento institucional temos a rigida estrutura hierarquica, processos juridicos e administrativos, punicao e conversa, o apaziguamento, cujo papel o grupo aqui analisado cumpriu. Por fim, por meio desta pesquisa configuramos como objeto institucional da enfermagem a manutencao e controle de todos os movimentos e alteracoes do e no paciente, quer sejam motores ou fisiologicos, por meio de tecnologias de monitoramento e vigilancia, gratificacoes e punicoes
Título em inglês
Work and subjectivity in a hospital environment: institutional analysis of the discourse of a group of nurses of the Pediatric unity of the hospital
Palavras-chave em inglês
Analysis of the discourse
Nursing Team
Organizational psychology
Pediatrics
Public hospital
University hospital
Work
Resumo em inglês
The main goal of this research is to make an institutional analysis of the discourse of a group. For this assignment a Sao Paulo's public teaching hospital was chosen. The focus of our analysis is the relationship the professional has with his work, using the Institutional Analysis of Discourse, developed by Guirado (2010), as a conceptual and methodological reference. This research will demonstrate that the professionals' relationship with their work is tangled up by procedures, majorly composed by administrative and caring procedures (for nurses and auxiliary nurses, respectively). The blending of procedures and relationship disguises the differences between being and doing, leading in turn to the nurses identification with the mother's role, to the indiscriminateness of their relationship with the patients, and to an increased difficulty when defining the limits for their practice and their feelings. In that case, death is for them the only inexorable limit, one that promotes the disruption and reorganization of themselves and their relationship with the work. Death is also able to promote trauma, paralysis, repetition, and panic. The mother is seen, by the child, as a true and only haven. If the mother is good, she is considered the foundations for life, health and happiness of the child. When she is bad or absent, this is considered the reason for the child's untidiness, fragility, illness and death. The mothers are, simultaneously, institutional agents and clientele, since the nursing work presupposes the work of the mother. The amount of work attributed to that staff is lessened in the presence of a good mother and enlarged when dealing with a bad mother. The child appears as object and target of the nurses' action and as subject and product of your mother. The dispute for power (and its resistance) in the contacts with the doctors occurs through the polarization between making the child to live or leaving the child to die, in which the resistance implies taking over the doctors job, take conduct and making the child to live. With the professionals in the domain of Justice, these games of power/resistance occur concerning the sentence about the child's future. Nevertheless, nurse professionals, kept away from the process, resist by judging the judgment. Irony, disqualifying, indictment and boasting, lack of commitment, and the blurring of limits and boundaries are the primary resistance strategies which they employ. On the other hand, acting as institutional functioning support maintenance we have a rigid hierarchic structure, juridical and management proceedings, punishment and discussion, and pacification (whose role was fulfilled by the group here studied). At last, the maintenance and control of all patient's alterations and movements (physical or physiological) was configured as the institutional object for the nursing work. This was achieved by means of monitoring and surveillance technologies, rewards and punishments
 
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coelho_corrigida.pdf (561.54 Kbytes)
Data de Publicação
2013-07-12
 
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