• JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
 
  Bookmark and Share
 
 
Mémoire de Maîtrise
DOI
https://doi.org/10.11606/D.38.2021.tde-19052021-143817
Document
Auteur
Nom complet
Georgette Paola Ancajima Alcalde
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2021
Directeur
Jury
Silva, Marcelo Duarte da (Président)
Camargo, Amabílio José Aires de
Fuente, Hugo Benitez de La
Titre en anglais
Comparative morphology of the epiphyses of Dilophonotini Burmeister, 1878 and Philampelini Burmeister, 1878 (Lepidoptera: Sphingidae)
Mots-clés en anglais
allometry
geometric morphometric
grooming structure
hawkmoths
sexual dimorphism
Resumé en anglais
Hawkmoths occupy all regions of the globe, except Antarctica and Greenland. The family has 210 genera and about 1500 species, with about a third of the taxa registered for the Neotropical region. In Brazil, 33 genera and 196 species are known. They are classified into three subfamilies, with Macroglossinae being the most diverse lineage. They play an key in pollination. In this process, sphingids usually have contact with pollen grains in various parts of the body, particularly in the antennae. To clean them, these moths use the epiphyses that are in the foretibiae. In addition to being important for the biology of lepidopterans, the epiphysis also represents one of the synapomorphies that support the monophyly of these insects. However, few studies detail this structure morphologically. In this study, we seek to understand the possible variations in the epiphyses of representatives of Dilophonotini and Philampelini aiming to contribute to the discussions on the structure morphology, sexual dimorphism and the relationship with other body structures. For this, 19 genera and 59 species of both sexes (564 individuals in total) were studied. The extracted legs were placed in 10% KOH and taken to a water bath for four minutes to remove the scales. With the epiphyses cleaned, all individuals were photographed using a stereomicroscope and SEM to perform morphological descriptions of the epiphyses and measurements; after that, an allometric regression analysis was performed with other body structures (length and width of the epiphyses, position, length of the tibiae and length of the antennae); finally, an analysis of geometric morphometrics was conducted. As results, a new terminology was proposed for distinct parts of the epiphysis, 22 morphological characters were established from the epiphyses, greater morphological variation was found in the genera and subtribe levels, variations were found between males and females, a positive allometry was observed between the size of the epiphyses and the size of the antennae, and likewise, between the position of the epiphyses and the length of the tibiae. Morphometric analysis showed positive allometry, a homogeneous pattern with small variations between some genera. It was demonstrated that closely related genera have similar epiphyses, and others do not. This study is an important contribution to the knowledge of the Sphingidae morphology, with the proposal of new phenotypic characters for the group. In addition to being a detailed study of the epiphysis, a structure that has been historically neglected, it highlights the need to expand the comparative analysis to other groups of Lepidoptera for a better understanding of the importance of using the epiphysis morphology in the taxonomy of these insects, as well as for a better understanding of the variation and evolution of the structure and its associated antennal grooming behavior
Titre en portugais
Morfologia comparada das epífises de Dilophonotini Burmeister, 1878 e Philampelini Burmeister, 1878 (Lepidoptera: Sphingidae)
Mots-clés en portugais
alometria
dimorfismo sexual
esfingídeos
morfometria geométrica
órgão de limpeza
Resumé en portugais
Esfingídeos habitam todas as regiões do globo, exceto Antártida e Groenlândia. A família possui 210 gêneros e cerca de 1500 espécies, com cerca de um terço dos táxons registrados para a região neotropical. No Brasil, são conhecidos 33 gêneros e 196 espécies. Os esfingídeos estão classificados em três subfamílias, sendo Macroglossinae a linhagem de maior diversidade. Desempenham um papel importante na polinização. Nesse processo, costumam ter contato com os grãos de pólen em várias partes do corpo, particularmente nas antenas. Para limpá-las utilizam as epífises que estão localizadas nas tíbias anteriores. Além de ser importante para a biologia dos lepidópteros, a epífise também representa uma das sinapomorfias que sustentam a monofilia desses insetos. Porém, existem poucos estudos que detalham morfologicamente esta estrutura. Neste estudo, procura-se compreender as possíveis variações das epífises de representantes de Dilophonotini e Philampelini com o objetivo de contribuir para as discussões sobre a morfologia da estrutura, dimorfismo sexual e a relação com outras estruturas do corpo. Para isso, foram estudados 19 gêneros e 59 espécies, de ambos os sexos (564 indivíduos em total). As pernas extraídas foram colocadas em KOH a 10% e levadas a banho-maria durante quatro minutos para remoção das escamas. Com as epífises limpas, todos os indivíduos foram fotografados com auxílio de estereomicroscópio e MEV dando subsídios às descrições morfológicas das epífises e medições; na sequência, foi realizada uma análise de regressão alométrica com outras estruturas do corpo (comprimento e largura das epífises, posição, comprimento das tíbias e comprimento das antenas); finalmente, foi conduzida uma análise de morfometria geométrica. Como resultados, foi proposta uma nova terminologia para diferentes partes da epífise, foram estabelecidos 22 caracteres morfológicos nas epífises, foi encontrada maior variação morfológica nos níveis de gênero e subtribo, foram encontradas variações entre machos e fêmeas, foi observada uma alometria positiva significativa entre o tamanho das epífises e o tamanho das antenas, e do mesmo modo, entre a posição das epífises e o comprimento das tíbias. A análise morfométrica mostrou corroborou uma alometria positiva, um padrão homogêneo com pequenas variações entre alguns gêneros; foi ainda demostrado que gêneros proximamente relacionados podem ter epífises parecidas ou pouca semelhança nas epífises. Esse estudo é uma contribuição importante para o conhecimento da morfologia dos Sphingidae, com a proposição de novos caracteres fenotípicos para o grupo. Além de ser um estudo detalhado da epífise, uma estrutura historicamente negligenciada, ressalta-se a necessidade de se ampliar a análise morfológica comparativa para outros grupos de Lepidoptera, no intuito de embasar o uso da descrição da epífise na taxonomia desses insetos, como também para melhor compreensão sobre a variação e a evolução da estrutura e do comportamento de limpeza das antenas.
 
AVERTISSEMENT - Regarde ce document est soumise à votre acceptation des conditions d'utilisation suivantes:
Ce document est uniquement à des fins privées pour la recherche et l'enseignement. Reproduction à des fins commerciales est interdite. Cette droits couvrent l'ensemble des données sur ce document ainsi que son contenu. Toute utilisation ou de copie de ce document, en totalité ou en partie, doit inclure le nom de l'auteur.
Il ya retenu fichier en raison d'exigences (publication de données, des brevets ou droits).
Date de Libération
2023-05-19
Date de Publication
2021-05-26
 
AVERTISSEMENT: Apprenez ce que sont des œvres dérivées cliquant ici.
Tous droits de la thèse/dissertation appartiennent aux auteurs
CeTI-SC/STI
Bibliothèque Numérique de Thèses et Mémoires de l'USP. Copyright © 2001-2021. Tous droits réservés.