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Mémoire de Maîtrise
DOI
https://doi.org/10.11606/D.31.2020.tde-10022021-190336
Document
Auteur
Nom complet
Cassia Maria Andreucci Naves Fellet
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2020
Directeur
Jury
Oliva, Jaime Tadeu (Président)
Lotufo Neto, Francisco
Oliveira, Elda de
Stevens, Jeroen
Titre en portugais
Saúde mental da população moradora de ocupações de movimentos de moradia na cidade de São Paulo
Mots-clés en portugais
Racismo
Saúde mental
Sem-teto
Urbanidade
Vulnerabilidade
Resumé en portugais
O despejo iminente, a insegurança habitacional, a vulnerabilidade social, além das condições de vida comunitária e no ambiente urbano, como a urbanidade ou o racismo, são importantes determinantes sociais de saúde mental. Cerca de 800 mil famílias enfrentam o déficit habitacional em São Paulo; praticamente de igual montante é o número de imóveis vazios, em sua maioria na região central da cidade. Em função desses fatos surgiram movimentos de moradia que ocupam edifícios abandonados. O objetivo deste trabalho foi investigar e desenvolver ações para a promoção da saúde mental da população que mora em ocupações de movimentos de moradia (os sem- teto), por meio de uma Pesquisa Participativa Baseada na Comunidade (Community Based Participatory Research - CBPR), que utilizou métodos mistos. O trabalho de campo iniciou-se com a identificação da necessidade de um programa de atenção à saúde mental durante um projeto em parceria com a comunidade. De 2016 a 2019 foi feita a coleta de dados em quatro etapas consecutivas, por meio da observação participante, questionários de rastreamento em saúde mental (SRQ-20 e CAGE), questionário sociodemográfico com perguntas fechadas e uma aberta, análise documental dos registros das ocupações e grupo focal. Com as crianças e jovens foram realizadas três sessões de arteterapia e feitas visitas às escolas e outros locais frequentados por eles. Resultados: moradores adultos de ocupações, sob risco iminente da perda de moradia e vulnerabilidades outras, apresentam a mesma prevalência de Transtornos Mentais Comuns (TMC) da população domiciliada da cidade de São Paulo, revelando que morar em uma ocupação de um movimento organizado de moradia pode proteger a saúde mental de seus moradores. Os dados sugerem que as crianças dessas ocupações estão também preservadas por considerarem as ocupações seu lar. A CBPR ofereceu conhecimento sobre as alavancas e barreiras à implementação da promoção da saúde mental e estratégias para superar as barreiras identificadas.
Titre en anglais
Mental health among homeless people living in occupations of housing movements in the city of São Paulo
Mots-clés en anglais
Homeless
Mental Health
Racism
Urbanicity
Vulnerability
Resumé en anglais
Social circumstances like the threat of eviction, poor housing, living conditions in the community and urban environment, besides racism and urbanity are important social determinants of mental health. About 800 thousand families lack housing in the city of São Paulo and approximately the same number of empty housing units exists mainly in downtown area. It is in that light that, homeless movements occupy vacant buildings. To investigate and development mental health promotion initiatives for homeless, a Community Based Participatory Research (CBPR) has been developed. Fieldwork began with the identification of the need for a mental health program for homeless during evictions in a community campus partnership project. From 2016 to 2019 data collection was performed in four consecutive stages by means of participant observation, mental health screening questionnaires (SRQ-20 and CAGE) sociodemographic questionnaires with closed and open questions, documental analysis and focus groups. For assessing children's' mental health demands, three art therapy sessions occurred and there were visits to their schools and other places they attended. The threat of eviction and a set of vulnerabilities for adult population is associated with prevalence of common mental disorders (CMDs)similar of the one among urban residents in São Paulo what reveals that living at an occupation of an organized movement for housing protects mental health.Children are also preserved as they consider occupations their homes. CBPR provided knowledge about the levers and barriers to the implementation of mental health promotion and strategies to overcome identified barriers.
 
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Date de Publication
2021-02-16
 
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