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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.3.2017.tde-16032017-105320
Documento
Autor
Nome completo
Diogo de Souza Dutra
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2016
Orientador
Banca examinadora
Silva, José Reinaldo (Presidente)
Lobo Netto, Marcio
Morandin Junior, Orides
Título em inglês
An intention-based service design discipline for the product-service architecture.
Palavras-chave em inglês
Design enginnering
iStar
Requirement enginnering
Service design
Service enginnering
Resumo em inglês
From the 1990's onwards, service science field has experienced a great growth, taking the Marketing academic field as the precursor, next gathering Management and also Engineering academic field. From business tool (i.e., e-commerce), new approaches in service delivery (e.g., IT-based self-service technology such as on-line ticketing and reservation, on-line bank account access, on-line package tracking, and so forth), and new ways of relating to customers (i.e., e-Customer Relationship Management), internet based and IT services prompted researchers to an infusion of Software Engineering concepts and techniques into Service field (MOUSSA; TOUZANI, 2010). The beginning of 2004 was marked by the introduction of the service dominant logic (SDL), advocating a transition from an good-based exchange economy to a service-based one. Also, at the same year, IBM launched a call to action on the Service Science, Management and Engineer (SSME) initiative, pushing service research towards a more formal science field (MAGLIO et al., 2006). Researchers and practitioners are studying and developing ways to consolidate service theories, laws, and principles in order to effectively manage and control service systems in practice. On the other hand, Service Systems are defined as systems with an intense relationship (or collaboration) with the customer. This collaborative relationship characteristic changes the current (good-based) idea of services: from a one way informational channel, to a multiple resource exchange and adaptable process with the costumer. In fact, it changes not only the way service systems are understood, but specially how to design it. In terms of the impact of the service dominant logic on different economic sectors, the impact over manufacturing industry had the attention of several different researchers over the world (AURICH; MANNWEILER; SCHWEITZER, 2010; CAVALIERI; PEZZOTTA, 2012; TOMIYAMA, 2001). The Service Engineering research field then advocate for the incursion of Service Design in manufacturing, changing entirely the current idea of a production chain transformation process from suppliers raw materials inputs until distribution to the final consumer. However, the new perspective on manufacturing services understand services that encompass products, surpassing the notion of a product's function design, to reach a receiver's state change design. To support adaptation and intense relationship to address customer individual needs, a manufacturing service initiative must be root on technologies that brings more freedom and flexibility into the production process. A production processes for manufacturing services must be formed be a new sophisticated network arrangement supported by internet and combined with intelligent machines. In fact, manufacturing has to be supported to reach the concept of smart (virtual) factories producing smart products. The Product-Service Architecture (or just PSA) was proposed firstly by(SILVA; NOF, 2015) with the objective of answering the needs for a serviceoriented approach to manufacturing industries. As defined by the authors, PSA is a distributed architecture where a service provider is defined as an open set of production unities (which could deliver products, services, or even product/services) that could be independent or commercially connected to the service provider corporation. It is an approach to address the problem of Service Systems from a Design perspective, based on an high-level architecture. The current design approach for PSA is imported from the Service Information Systems, forming a collection of design methods and languages highly connected to object oriented and service-oriented architecture (SOA) approaches. However, to achieve the provider-customer relationship, intense and collaborative, improvements on PSA design approach should be placed in order to allow an internal design that could achieve new solutions that adapt to meet the customer's needs. Our main hypothesis is that major problems are on the early phases of the design. Modifying the approaches of the PSA design discipline to approaches more connected to agent-oriented modeling could offer the necessary tools to improve the service design using PSA. Goal-Oriented Requirement Engineering (GORE) emerged as approach very consistent modeling approach strongly based on agent-oriented concepts. Adding the concepts of goals and softgoals to the design process, that could be understood as a high-level stakeholder objectives, it opened a new level of analysis capturing the "why" dimensions of the stakeholders(YU, 1997). Following modeling representations to increase agency for the PSA design Discipline, the concept of Intentionality, brought by the GORE method i*, meaning interests and motivation of agents, seems to fit to the objectives of service design. Therefore, we present on this work our proposal for an Intentional PSA Service Design Discipline to support modeling and design for service system that could be even applied to new manufacturing approaches. For the purposes of this work, we understand discipline as a set of rules, involving steps and tools, to achieve a proposed goal. Discipline, as it does not admit a formalism that allows it to be called a method. Therefore, it is a theoretical conceptual proposal that aims practical incursions to demonstrated improvements of the modeling process. Therefore, what we want to demonstrate is that the steps gathered, aligned to a framework improves the quality of the design process. It is not possible to formalize it completely since there is no formal definition of the elements (even for services). It should be noted that the conceptual basis of the intention-based method lies in the preliminary stage of requirements elicitation and analysis, which as we know can not be formalized. We seeks the enrichment of the current PSA design discipline approach with Goal-oriented and Intentional approaches to form a new Service Design Discipline applied for the PSA architecture.
Título em português
Uma disciplina de design de serviços baseada em intenções para a arquitetura produto-serviço.
Palavras-chave em português
Design de serviços
Engenharia de design
Engenharia de requisitos
Engenharia de serviços
iEstrela
Serviços (Sistemas)
Resumo em português
A partir da década de 1990, o campo das ciências de serviço vivenciou um grande crescimento, tendo o Marketing como campo acadêmico precursor, seguido pela área de gestão e logo depois pelo campo acadêmico da engenharia. Desde ferramentas de negócios (ie, comércio eletrônico), passando por novas abordagens na prestação de serviços (por exemplo, tecnologia de autoatendimento baseada em TI, emissão de tickets e reservas on-line, acesso à conta bancária on-line, entre outras), novas formas de relacionar-se com clientes (por exemplo, e-Customer Relationship Management), os serviços baseados na Internet e TI levaram os pesquisadores a uma infusão de conceitos e técnicas relacionadas ã engenharia de software dentro do campo dos serviços (MOUSSA; TOUZANI, 2010). Já o início de 2004 foi marcado pela introdução da lógica dominante de serviço (SDL), defendendo a transição de uma economia de trocas baseadas em bens para uma baseada em serviços. Além disso, no mesmo ano, a IBM lançou um "call to action"para uma iniciativa chamada Service Science, Management e Engineer (SSME), provocando uma maior formalização ao campo de pesquisa das ciências de serviço (MAGLIO et al., 2006). Porém, hoje ainda pesquisadores e profissionais estão estudando e desenvolvendo maneiras de consolidar as teorias, leis e princípios das ciências de serviço, a fim de gerenciar e controlar os sistemas de serviços na prática. Por outro lado, os Sistemas de Serviço são definidos como sistemas com uma intensa relação (ou colaboração) com o cliente. Esta característica de relacionamento colaborativo altera a idéia atual de serviços (baseada em bens): de um canal informacional unidirecional, para um intercâmbio de recursos múltiplos através de um processo adaptável com o cliente. Na verdade, esta mudança altera não apenas a forma como os sistemas de serviço são entendidos, mas especialmente como são projetados. Em termos de impacto da lógica dominante de serviço sobre os diferentes setores econômicos, a indústria de manufatura acabou obtendo grande atenção de vários pesquisadores pelo mundo. (AURICH; MANNWEILER; SCHWEITZER, 2010; CAVALIERI; PEZZOTTA, 2012; TOMIYAMA, 2001). O campo de pesquisa de Engenharia de Serviços, que estuda o impacto da lógica de serviços sobre a manufatura, defende então a incursão do Design de Serviço no processo de fabricação, mudando inteiramente a idáia atual de uma cadeia de produção que se iniciava a partir dos insumos e matárias-primas vindas dos fornecedores, passando pela manufatura, atá a sua distribuição ao consumidor final. No entanto, a nova perspectiva sobre serviços de manufatura compreende serviços que englobam os produtos, superando assim a noção do design como projeto da função de um produto, para alcançar a ideia de design como o projeto da mudança de estado de um receptor. Com o objetivo de apoiar a adaptação e o relacionamento intenso em busca de atender às necessidades individuais de cada cliente, uma proposta para um manufatura orientada à serviços deve ter como base tecnologias que trazem mais liberdade e flexibilidade ao processo de produção. Um processo de produção para os serviços de manufatura deve ser, portanto, formado por um novo e sofisticado arranjo em rede conectados à internet, combinando máquinas inteligentes e colaborativas. A manufatura dessa maneira caminhará para uma proposta no qual fábricas inteligentes (virtuais) produz produtos inteligentes. A Arquitetura de Produto-Serviço (ou apenas PSA) foi proposta pela primeira vez por (SILVA; NOF, 2015) com o objetivo de responder às necessidades de uma abordagem orientada a serviços para indústrias de manufatura. Conforme definido pelos autores, o PSA é uma arquitetura distribuída no qual um provedor de serviços é definido como um conjunto aberto de unidades de produção (que poderiam fornecer produtos, serviços ou mesmo produtos / serviços) que poderiam ser independentes ou comercialmente conectados à empresa prestadora de serviços. O PSA é portanto uma abordagem para tratar do problema dos Sistemas de Serviço a partir de uma perspectiva de Design, baseada em uma arquitetura de alto nível. A abordagem de projeto atual para o PSA foi importada de tácnicas vindas dos Sistemas de Informação de Serviço, formando uma coleção de métodos de design e linguagens altamente conectados à abordagens orientadas a objetos e à arquitetura orientada a serviços (SOA). No entanto, para alcançar a relação fornecedor-cliente, intensa e colaborativa, algumas melhorias na abordagem de design utilizando o PSA devem ser feitas a fim de permitir um projeto interno que poderia alcançar novas soluções que se adaptem às necessidades do cliente. Nossa principal hipótese é de que os principais problemas estão concentrados nas fases iniciais do design. Por tanto, é necessário realizar modificações na disciplina de design atual do PSA em busca de abordagens mais conectadas à modelagem orientada à agentes que poderia oferecer as ferramentas necessárias para tal alteração. A Engenharia de Requisitos Orientada para o Objetivo (GORE), portanto, surge como uma candidata importante dado que é uma abordagem de modelagem muito consistente e também fortemente baseada em conceitos orientados a agentes. Esta adiciona conceitos como goals e softgoals, que podem ser entendidos como uma representação alto nível dos interesse dos stakeholders. Assim, permitindo um novo espaço de análise capturado através da dimensão dos "porquês"dos stakeholders (YU, 1997). Seguindo as representações de modelagem que buscam aumentar a agência com foco para uma possível aplicação na disciplina de design do PSA, o conceito de Intencionalidade, trazido pelo método GORE i*, que representa os interesses e motivação dos agentes, parece ajustar-se aos objetivos do design de serviço. Portanto, apresentamos neste trabalho a nossa proposta para uma Disciplina Intencional para o Design de Serviço usando o PSA para apoiar a modelagem e o design de sistema de serviço que poderiam ser aplicados até mesmo em conjunto com novas abordagens para manufatura. Para os fins desse trabalho, entendemos disciplina como um conjunto de regras, um código de conduta, envolvendo etapas e ferramentas, para alcançar um objetivo proposto. Discilpina, pois esta não admite formalismo que permita chamá-la de método. Portanto trata-se de uma proposta de base teórica conceitual que visa a incursão prática demonstrada pela melhoria do processo de modelagem. Logo, o que se quer demonstrar é que a reunião de passos, alinhado a um framework melhora a qualidade do pocesso. Não é possível formalizar completamente este método já que não há uma definição formal dos elementos (e nem mesmo de serviços). Note-se que ainda que a base conceitual do método baseado em intenções se encontra na fase preliminar da eliciação e análise de requisitos, que como se sabe não pode ser formalizada. Buscamos portanto o enriquecimento da atual abordagem de disciplina de projeto usando PSA com abordagens orientadas por objetivos e intencionais para formar uma nova disciplina de design de serviços aplicada para a arquitetura PSA.
 
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Data de Publicação
2017-03-16
 
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  • DUTRA, D. S., OLIVEIRA, V. C., e SILVA, J. R. Manufacturing as Service: the challege of Intelligent Manufacturing. In IFAC - Intelligent Manufacturing Systems, São Paulo, 2013. Procc. of the IMS 2013., 2013. Dispon?vel em: http://www.ims2013.poli.usp.br.
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