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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.25.2020.tde-22102021-114529
Documento
Autor
Nome completo
Amanda Bozza
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2020
Orientador
Banca examinadora
Lopes, Andréa Cintra (Presidente)
Andrade, Wagner Teobaldo Lopes de
Duarte, Josilene Luciene
Lopes, Natália Barreto Frederigue
Título em português
Associação dos agentes ocupacionais para a saúde auditiva dos agricultores
Palavras-chave em português
Audição
Perda Auditiva
Praguicidas
Tabaco
Resumo em português
Um dos fatores mais agravante à saúde auditiva do trabalhador é o ruído. Reconhecido legalmente como otoagressor, está presente em diversos ambientes de trabalho ofuscando outros agentes que também influenciam negativamente na saúde dos trabalhadores. Entre estes agentes, estão os agrotóxicos e os próprios ototóxicos naturais presentes em culturas específicas como a fumicultura, que é conhecida por reter os produtos nela aplicada em todas as fases de plantio e colheita, além de se vincular a substâncias já comprovadamente prejudiciais à saúde auditiva. Com o aumento da preocupação voltada a saúde do trabalhador torna-se imprescindível que pesquisas inovadoras sejam realizadas afim de solidificar e embasar normas regulamentadoras com intuito de garantia de saúde e qualidade de vida aos trabalhadores. Neste caso, em especial a saúde auditiva. Diante disto, o objetivo deste estudo foi investigar e comparar as condições de saúde auditiva e ambiente de trabalho de agricultores de diferentes lavouras, fumicultores e trabalhadores não expostos a agrotóxico. Foram divididos três grupos de trabalhadores, sendo GF com agricultores que trabalham com fumo, GA com agricultores de culturas diversas e GE trabalhadores sem exposição à otoagressores. A metodologia foi dividida em duas etapas: avaliação clínica e avaliação ambiental. Na avaliação clínica os procedimentos foram entrevista específica, audiometria tonal liminar convencional (ATL), logoaudiometria, medidas de imitância acústica, pesquisa das emissões otoacústicas evocadas transientes (EOA-t) e potencial auditivo de longa latência (P300). A avaliação ambiental contemplou a entrevista específica, medição do nível pressão sonora no ambiente de trabalho dos participantes e levantamento dos insumos agrícolas usados nas diferentes culturas. Essa bateria de testes garantiu a investigação de conhecimento relacionado ao ambiente ocupacional e condições auditiva em nível periférico e central. Os resultados evidenciaram que o GE apresentou maior exposição as intensidades sonoras;; foram identificados 12 agrotóxicos, destes 8 são classificados como altamente ou extremamente tóxicos. Os grupos GA e GF apresentaram limiares piores que o GE. As EOA-t demonstraram que o grupo que apresenta maior funcionalidade de células ciliadas é GE seguido de GA e GF. No P 300, GA e GF apresentaram maior dificuldade para realização do teste, assim como latências aumentadas.
Título em inglês
Association of occupational agents for farmers' hearing heal
Palavras-chave em inglês
Hearing
Hearing loss
Otoagressors
Pesticides
Tobacco growers
Resumo em inglês
One of the most aggravating factors to the worker's hearing health is noise. Legally recognized as an otoagressor, it is present in several work environments, obfuscating other agents that also negatively influence the health of workers. Among these agents, there are pesticides and the natural ototoxic substances present in specific cultures such as tobacco growing, which is known to retain the products applied to it in all planting and harvesting phases, in addition to binding to substances already proven harmful to hearing health. . With the increase in concern for workers' health, it is essential that innovative researches are carried out in order to solidify and support regulatory standards in order to guarantee health and quality of life for workers. In this case, especially hearing health. In view of this, the objective of this study was to investigate and compare the hearing health and working environment conditions of farmers from different crops, tobacco growers and workers not exposed to pesticides. Three groups of workers were divided, GF with farmers who work with tobacco, GA with farmers of different cultures and GE workers without exposure to otoagressors. The methodology was divided into two stages: clinical assessment and environmental assessment. In the clinical evaluation, the procedures were specific interview, conventional pure tone audiometry (ATL), logoaudiometry, acoustic immittance measures, research on transient evoked otoacoustic emissions (EOA-t) and long latency auditory potential (P300). The environmental assessment included the specific interview, measurement of the sound pressure level in the work environment of the participants and survey of the agricultural inputs used in the different cultures. This battery of tests ensured the investigation of knowledge related to the occupational environment and hearing conditions at the peripheral and central levels. The results showed that the SG presented greater exposure to sound intensities; 12 pesticides have been identified, of these 8 are classified as highly or extremely toxic. The GA and GF groups had worse thresholds than the EG. The EOA-t demonstrated that the group that has greater hair cell functionality is GE followed by GA and GF. In the P 300, GA and GF presented greater difficulty to perform the test, as well as increased latencies. Conclusion: The class of farmers studied was not aware of side effects and the correct way of handling pesticides. The type of cultivation may interfere with the action of ototoxic agents in the worker's health, the SPL was not associated with the worst audiological findings and for this evaluation, the high frequency audiometry together with the P300 research seems to be effective for the early detection of occupational pathologies. There is an urgent need to implement preventive measures for this population.
 
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AmandaBozza.pdf (1.42 Mbytes)
Data de Publicação
2021-10-22
 
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