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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.25.2005.tde-23032006-101822
Documento
Autor
Nome completo
Karina Maria Salvatore de Freitas
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2005
Orientador
Banca examinadora
Janson, Guilherme dos Reis Pereira (Presidente)
Conti, Paulo Cesar Rodrigues
Pinto, Ary dos Santos
Pinzan, Arnaldo
Santos, Eduardo Cesar Almada
Título em português
Análise retrospectiva dos resultados dos tratamentos ortodônticos estáveis e não estáveis na fase pós-contenção
Palavras-chave em português
contenções ortodônticas
oclusão dentária
ortodontia
Resumo em português
O presente estudo objetivou analisar retrospectivamente os resultados dos tratamentos ortodônticos estáveis e não estáveis na fase pós-contenção, visando estabelecer a influência da finalização ortodôntica na estabilidade em longo prazo e buscar por características oclusais ao início, ao final do tratamento e em longo prazo que possam predizer a manutenção dos resultados obtidos. A amostra consistiu-se de 94 pacientes de ambos os gêneros, apresentando má oclusão de Classe I, tratados com extrações dos quatro primeiros pré-molares e mecânica Edgewise. Foram medidos o índice PAR e o índice de irregularidade de Little nos modelos de estudo das fases pré (T1), pós-tratamento (T2) e pós-contenção (T3). Após a realização da estatística descritiva da amostra total, a mesma foi dividida em dois grupos, apresentando as seguintes características: Grupo 1- estável, constituído por 52 pacientes, com idade média inicial de 13,34 '+ou-' 1,44 anos, apresentando uma alteração do índice PAR entre as fases T2 e T3 menor que 5; e Grupo 2- não estável, composto por 42 pacientes, com idade média inicial de 13,59 '+ou-'2,17 anos, com alteração do índice PAR no período pós-contenção maior ou igual a 5. Realizou-se a comparação intergrupos pelo teste t independente, e o coeficiente de correlação de Pearson foi aplicado entre os índices estudados na amostra total, entre os tempos avaliados. A média de redução do índice PAR da amostra total com o tratamento foi de 78,54%, e na fase pós-contenção, de 66,6%. O grupo estável e o não estável não apresentaram diferença quanto à finalização ortodôntica, pelo índice PAR. Houve correlação para o índice PAR nos tempos estudados, exceto entre T1 e T2 e entre T1-2 e T3. Ou seja, quanto maior a correção do tratamento, menor será o índice PAR final, e maior a alteração no período pós-contenção. Concluiu-se que a finalização ortodôntica não foi um fator de influência na estabilidade em longo prazo.
Resumo em inglês
The objective of the present study was to analyze orthodontic treatments outcomes of stable and unstable cases in the long-term, aiming to detect the influence of the quality of treatment results in postretention stability and looking for pretreatment, posttreatment and postretention occlusal features that could predict stability. The sample comprised 94 patients of both gender, presenting Class I malocclusion, treated with extractions of the four first premolars and edgewise mechanics. The dental casts were measured at pretreatment (T1), posttreatment (T2) and postretention (T3), by the PAR index and by the Little irregularity index. The descriptive statistics was performed, and then the sample was divided in two groups, presenting the following characteristics: Group 1 - stable, comprising 52 patients, with mean pretreatment age of 13,34 '+ou-' 1,44 years, with a difference of the PAR index between T2 and T3 of 5 or less; and Group 2 - unstable, comprising 42 patients, with a mean initial age of 13,59 '+ou-' 2,17 years, with alteration of the PAR index in the postretention period equal or higher than 5. For intergroup comparison, an independent t test was performed, and the Pearson coefficient was applied for the PAR index in the total sample, among the times evaluated. The mean PAR reduction due to treatment was 78,54%, and in the postretention stage, 66,6%. The stable and unstable groups did not present difference in treatment outcomes, measured by the PAR index. Significant correlations were found for the PAR index in the times evaluated, except between T1 and T2 and between T1-2 and T3. In other words, the more the treatment correction, less the posttreatment PAR index will be, and more will be the PAR change in the postretention period. It was concluded that the quality of orthodontic treatment outcomes did not influence stability in long-term
 
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Data de Publicação
2006-04-06
 
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