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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.23.2020.tde-16022021-170924
Documento
Autor
Nome completo
Kareen Nicole Andrade Sepúlveda
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2020
Orientador
Banca examinadora
Machado, Manoel Eduardo de Lima (Presidente)
Adde, Carlos Alberto
Chavez, Victor Elias Arana
Cordero, Claudia Brizuela
Título em português
Influência da periodontite apical crônica no desenvolvimento de cardiomiopatia-induzida em ratos
Palavras-chave em português
Cardiomiopatia
Infecção focal
Periodontite apical crônica
Resumo em português
Estudos têm concluído que infecções dentais como periodontite apical (AP) podem potencializar a patogênese de doenças sistêmicas. A cardiomiopatia dilatada (CMD) é uma condição que afeta a função do miocárdio, dificultando que o coração funcione eficientemente como uma bomba. Existem estudos correlacionando as infecções endodônticas com doenças cardíacas, associando o papel do processo inflamatório e infeccioso endodôntico no desenvolvimento delas, mas não há estudos que avaliem a relação existente entre estas infecções com CMD. O objetivo do trabalho foi avaliar a influência da periodontite apical crônica no desenvolvimento de cardiomiopatia-induzida em ratos medindo o estresse oxidativo e a atividade das enzimas antioxidantes. Quarenta e dois ratos Wistar foram divididos em 4 grupos: Grupo Controle (C) (n=3): sem AP e sem cardiomiopatia-induzida; Grupo AP (n=10): com AP e sem cardiomiopatia-induzida; Grupo CM (n=12): sem AP e com cardiomiopatia-induzida; Grupo APCM (n=17): com AP e com cardiomiopatiainduzida. A AP foi obtida por meio da exposição pulpar dos molares maxilares à cavidade oral por 30 dias. Posteriormente, a CMD foi induzida seguindo a metodologia de O'Connell et al., (2017) usando a indução de "curto prazo". Os animais receberam Doxorrubicina (2,5mg/kg/dose) aplicada em 5 injeções intraperitoneais num período de 2 semanas (dose acumulativa total 12,5mg/kg), os animais do grupo controle e do grupo AP receberam solução salina (0,9% NaCl). Trinta dias após o início da indução da CMD, os animais foram eutanasiados por decapitação através de guilhotina. Para constatar a presença de lesão periapical, as maxilas foram removidas cirurgicamente, dissecadas, fixadas e desmineralizadas para posteriormente serem incluídas e preparadas para análise histológica sob microscopia ótica. Os corações foram coletados, pesados, e imediatamente armazenados para posteriormente realizar a análise bioquímica de peroxidação lipídica (MDA) e de atividade das enzimas antioxidantes (CAT, GPx e SOD). O teste Shapiro-Wilk foi utilizado para determinar a normalidade das amostras; seguido do teste ANOVA de 1 fator com o teste de comparações múltiplas de Bonferroni com um nível de significância de 5%. A peroxidação lipídica aumentou significativamente no grupo APCM com respeito a todos os outros grupos, seguido do grupo CM que teve diferença estatística somente com o grupo AP. No que se refere à enzima antioxidante, os menores valores de atividade foram obtidos no grupo APCM com diferença estatística ao grupo CM. Considerando que os níveis sistêmicos de citocinas e de estresse oxidativo são maiores na presença de AP, e que estes aumentam mais em casos de doenças sistêmicas, provavelmente uma disseminação metastática de produtos da inflamação estariam afetando o tecido miocárdico piorando as condições de CMD no grupo APCM refletindo-se pelo aumento da peroxidação lipídica. Os menores valores da atividade enzimática no grupo APCM pode ser devido a uma depleção nos níveis destas enzimas e/ou na inativação delas por causa de uma maior severidade do dano no miocárdio. Com base nos resultados, conclui-se que a periodontite apical crônica influencia no desenvolvimento de cardiomiopatia-induzida em ratos, através de um aumento do estresse oxidativo e alteração da atividade das enzimas antioxidantes no tecido ventricular.
Título em inglês
Influence of chronic apical periodontitis on the development of cardiomyopathy-induced in rats
Palavras-chave em inglês
Cardiomyopathy
Chronic apical periodontitis
Focal infection
Resumo em inglês
Studies concluded that oral infections as apical periodontitis (AP) may enhance the pathogenesis of systemic diseases. Dilated cardiomyopathy (CMD) is a condition that affects cardiac muscle function disabling the heart to function efficiently as a pump. There are studies correlating endodontic infections with cardiac diseases, linking the role of the inflammatory and infectious endodontic process in their developing, but there are no studies assessing the relationship between these infections and CMD. The aim of this study was to determine if chronic apical periodontitis influences the development of cardiomyopathy-induced in rats, measuring oxidative stress and antioxidant enzymatic activities. 42 Wistar rats were divided into 4 groups: Control group (C) (n=3): without apical periodontitis and without cardiomyopathy-induced; AP group (n=10): with apical periodontitis and without cardiomyopathy-induced; CM group (n=12): without apical periodontitis and with cardiomyopathy-induced; APCM group (n=17): with apical periodontitis and with cardiomyopathy-induced. To induce AP, the pulps of maxillary molars were surgically exposed and were left opened to oral cavity for 30 days. CMD was induced according to O'Connell et al., (2017) methodology using a "short-term" induction model. After AP induction, i.e., after 30 days, animals received 5 intraperitoneal Doxorubicin injections (2.5mg/kg/dose) over a period of 2 weeks (total accumulative dose 12.5mg/kg), control and AP group animals received saline solution (0.9% NaCl) at the same schedule of administration. Body weight and toxicity signals were registered throughout all the experimental period. After 30 days from the beginning of the CMD induction, animals were euthanized by guillotine. To verify the presence of periapical lesion, jaws were surgically removed, dissected, fixed and demineralized to be then included and prepared to histological analysis under optical microscopy. Hearts were collected, weighed and immediately stored to then perform biochemical analysis of lipid peroxidation (MDA) and antioxidant enzymatic activities (CAT, GPx and SOD). Data was subjected to Shapiro-Wilk test to assess normality and then to one-way ANOVA followed by Bonferroni post hoc test, with a significance level of 5%. Lipid peroxidation was significantly higher in the APCM group than all other groups, followed by the CM group that had statistical difference only from the AP group. The lower value in antioxidant enzymatic activities was obtained in APCM group with statistical difference with respect to the CM group. Whereas systemic levels of cytokines and oxidative stress are higher in presence of AP and they further increase in systemic disease cases, likely a metastatic dissemination of inflammation products would be affecting myocardial tissue worsening CMD conditions in the APCM group, as lipid peroxidation enhance shows. Lower values of antioxidant enzymatic activity in APCM group would be probably due to a depletion of enzymes levels and/or their inactivation due to a higher severity of myocardial injury in this group. According to the results obtained, it was concluded that chronic apical periodontitis influences the development of cardiomyopathy-induced in rats, enhancing oxidative stress and altering antioxidant enzymatic activities in ventricular tissue.
 
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Data de Publicação
2021-02-18
 
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