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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.23.2019.tde-30072020-100434
Documento
Autor
Nome completo
Dmitry José de Santana Sarmento
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Gallottini, Marina Helena Cury (Presidente)
Pallos, Débora
Pierrotti, Lígia Camera
Silva, Paulo Henrique Braz da
Título em português
Avaliação da saúde bucal e padrão da excreção salivar dos herpesvírus em indivíduos transplantados renais
Palavras-chave em português
Herpesviridae
Imunossupressores
Saliva
Saúde bucal
Transplante de rim
Resumo em português
O transplante renal é a terapia mais eficaz para a doença renal em fase terminal, porém sua longevidade depende de várias condutas, dentre elas o uso crônico de fármacos imunossupressores, os quais predispõem infecções oportunistas, como as por herpesvírus, sendo estas uma das principais causas de morbidade e mortalidade para a maioria dos receptores de transplante. A literatura apresenta vários artigos focando o tipo e a frequência de manifestações bucais em pacientes transplantados renais a longo prazo no pós-transplante, mas é escassa em pesquisas que forneçam evidências científicas no curto prazo, principalmente em relação a saúde bucal e seu impacto no transplante renal. Outra área de interesse científico e pouco abordada é o uso da saliva para detecção e monitoramento de infecção por vírus da família herpesviridae. Este volume apresenta um compilado de três capítulos que abordaram o tema saúde bucal, manifestações orais e excreção salivar de herpesvírus em receptores de transplante renal. Os estudos objetivaram: avaliar o impacto da saúde bucal pré-transplante dos pacientes no desfecho a curto prazo do transplante renal e determinar a incidência de hospitalização por causa odontogênica; identificar as lesões orais de indivíduos com doença renal imediatamente antes e logo após o transplante renal; e avaliar a excreção salivar e a viremia dos vírus da família Herpesviridae em doentes renais. Foram desenvolvidos estudos coortes, onde um único dentista treinado coletou dados, durante três períodos consecutivos: dentro de 24 horas antes do transplante; 15 a 20 dias após o transplante; e 45 a 60 dias após o transplante. Os pacientes foram avaliados quando a saúde bucal, presença clínica de lesões/alterações bucais e foram coletados saliva e sangue para detecção dos herpesvírus nessas amostras. Todas as amostras foram submetidas a técnica da detecção da cadeia de polimerase (Panherpes) e subsequente digestão enzimática, para a detecção dos oito herpesvírus humanos. No primeiro estudo observou-se que pacientes transplantados com idade avançada (p = 0,004; OR: 1,10; IC 95% 1,03-1,17) apresentaram maior risco de hospitalização a cada ano de vida; e pacientes com focos de infecção odontogênica no prétransplante (p = 0,009; OR: 8,36; IC 95% 1,68-41,46) apresentaram 8,36 mais chances de serem internados nesse período. Apenas um paciente foi internado por infecção odontogênica aguda; O segundo estudo evidenciou que a candidíase oral foi diagnosticada em 10 dos 80 participantes, sendo associada ao uso de azatioprina (p=0,034) e que 10 participantes tiveram úlceras orais no período pós-transplante, sendo esta associada ao uso de everolimo (p = 0,005), sendo as duas principais lesões encontradas nestes pacientes. Em relação oo terceiro estudo, verificou-se que antes do transplante, o HSV-1 foi excretado por 2 (2.7%) pacientes, 15-20 e 45- 60 dias após o transplante renal, foi excretado, respectivamente, por 13 (17.8%) e 7 (9.6%) pacientes. O EBV foi encontrado na saliva de 26 (35.6%) pacientes antes do transplante e nos dois momentos consecutivos, o percentual de pacientes com excreção salivar do EBV foi, respectivamente, de 56.2% e 46.6%. A viremia dos herpesvírus foi posiviva apenas para o CMV e o HHV-7, não havendo concordância com a excreção salivar (p>0,05). Concluiu-se que: a presença de focos infecciosos odontogênicos no pré-transplante foi associado a readmissão hospitalar/internação hospitalar prolongada, sendo rara a hospitalização por infecção dentária aguda; as lesões orais, principalmente a candidíase e as úlceras orais, são comuns a curto prazo após o transplante renal e estão relacionadas principalmente à imunossupressão e à toxicidade dos imunossupressores; o padrão de excreção salivar dos herpesvírus é alterado após o transplante renal, especialmente o HSV-1 e EBV. Não houve concordância entre a excreção salivar e viremia entre os pacientes transplantados renais.
Título em inglês
Evaluation of oral health and salivary shedding of herpesviruses in renal transplant recipients
Palavras-chave em inglês
Herpesviridae
Immunosuppressants
Kidney transplantation
Oral health
Saliva
Resumo em inglês
Kidney transplantation is the most effective therapy for end-stage renal disease, but its longevity depends on several approaches, including the chronic use of immunosuppressive drugs, which predispose opportunistic infections, such as herpesvirus, being one of the main causes of morbidity and mortality to transplant recipients. The literature presents several articles focusing on the type and frequency of oral manifestations in long-term of transplant renal, but is scarce in research that provides scientific evidence in short-term of transplant, especially regarding oral health and its impact on transplantation renal. Another area of scientific interest and little addressed is the use of saliva to detect and monitor herpesviridae virus infection. This thesis presents a compilation of three chapters that addressed oral health, oral manifestations, and salivary shedding of herpesvirus in kidney transplant recipients. The studies aimed to: evaluate the impact of patients' pre-transplant oral health on the short-term outcome of kidney transplantation and to determine the incidence of hospitalization for odontogenic causes; identify oral lesions of individuals with kidney disease immediately before and soon after kidney transplantation; and to evaluate salivary excretion and viremia of herpesvirus in recipients renal transplant. Cohort studies were developed where a single trained dentist collected data for three consecutive periods: within 24 hours prior to transplantation; 15 to 20 days after transplantation; and 45 to 60 days after transplantation. Patients were evaluated for oral health, clinical presence of oral lesions / alterations. Saliva and blood were collected for herpesvirus detection, all samples were subjected to polymerase chain detection (Panherpes) and subsequent enzymatic digestion for the detection of eight human herpesviruses. In the first study, it was observed that transplanted patients with advanced age (p = 0.004; OR: 1.10; 95% CI 1.03-1.17) had a higher risk of hospitalization with each year of life; and patients with odontogenic infection in pretransplant (p = 0.009; OR: 8.36; 95% CI 1.68-41.46) were 8.36 more likely to be admitted during this period. Only one patient was admitted for acute odontogenic infection; The second study showed that oral candidiasis was diagnosed in 10 out of 80 participants, being associated with azathioprine use (p = 0.034) and 10 participants had oral ulcers in the post-transplant period, which was associated with everolimus use (p = 0.005), being the two main lesions found in these patients; Regarding the third study, it was found that before transplantation HSV-1 was excreted by 2 (2.7%) patients, and 15-20 and 45-60 days after kidney transplantation, was excreted respectively by 13 (17.8 %) and 7 (9.6%) patients. EBV was found in the saliva of 26 (35.6%) patients before transplantation and in two consecutive moments, the percentage of patients with EBV salivary excretion was, respectively, 56.2% and 46.6%. Herpesvirus viremia was positive only for CMV and HHV-7, with no agreement with salivary excretion (p> 0.05). It was concluded that: the presence of odontogenic infectious foci in pre-transplant was associated with hospital readmission/prolonged hospitalization, being hospitalization for acute dental infection rare; Oral lesions, especially candidiasis and oral ulcers, are common in the short term after kidney transplantation and are mainly related to immunosuppression and immunosuppressive toxicity; Herpesvirus salivary shedding pattern changes after renal transplantation, especially HSV-1 and EBV. There was no agreement between salivary excretion and viremia among renal transplant patients.
 
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Data de Publicação
2020-09-14
 
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