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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.22.2016.tde-08032016-154354
Documento
Autor
Nome completo
Camila Balsero Sales
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2015
Orientador
Banca examinadora
Bernardes, Andrea (Presidente)
Brito, Maria de Fatima Paiva
Gabriel, Carmen Silvia
Título em português
Avaliação da utilização dos Procedimentos Operacionais Padrão na prática profissional da equipe de enfermagem
Palavras-chave em português
Enfermagem
Procedimentos Operacionais Padrão
Qualidade
Resumo em português
A qualidade nos serviços de saúde tem sido objeto de estudo entre diversos pesquisadores. As dificuldades econômicas e a exigência dos usuários pelos seus direitos em obter qualidade nos serviços prestados, torna relevante esse estudo. O enfermeiro é o profissional que deve estimular e conduzir a equipe para elaboração e implementação de novas abordagens e ferramentas gerenciais que levem a melhorias na assistência Uma das ferramentas gerenciais que o enfermeiro pode lançar mão é a padronização das intervenções de enfermagem. Devido à necessidade de melhoria da qualidade da assistência prestada, os Procedimentos Operacionais Padrão de enfermagem foram implantados na Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto entre os anos de 2011 e 2012. O estudo objetiva descrever o modelo de implantação dos Procedimentos Operacionais Padrão (POP) da equipe de enfermagem e identificar as fragilidades e potencialidades na utilização desses POP da equipe de enfermagem. Trata-se de pesquisa do tipo avaliativa, com abordagem quantitativa realizada com profissionais de enfermagem que atuam nas Unidades de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto. A coleta de dados foi realizada em duas fases. Na primeira, ocorreu a análise documental que foi realizada no mês de outubro de 2014. Já a segunda fase compreendeu a aplicação de um questionário aos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Participaram do estudo 247 profissionais de enfermagem, sendo 64 enfermeiros, 31 técnicos de enfermagem e 152 auxiliares de enfermagem. Destes, 87,4% eram do sexo feminino. A faixa etária que predominou foi a de 51 a 60 anos, com 34%, seguidos de 30,8% na faixa etária de 41 a 50 anos. Em relação ao tempo de formação 38,5% possuíam de 2 a 8 anos de formados, 24,3% possuía de 16 a 22 anos e 19,4% possuíam 23 a 29 anos de tempo de formação. Dos participantes do estudo, 77,7 % atuavam em Unidades de Saúde da Família. Participaram da capacitação dos POP 222 (89,9%) profissionais de enfermagem. Dentre os participantes da pesquisa, 225 (91,1%) afirmaram que consultam os POP no local de trabalho, porém, apenas 142 (57,5%) os consultaram nos últimos doze meses, sendo a maioria enfermeiros (92,2%). A intervenção mais citada que passou a ser executada após a capacitação dos POP foi o cateterismo por cistostomia (17,8%), apesar de ainda haver um percentual de 39,3% que não a executam. Houve mudança na forma de execução e aprofundamento do conhecimento em todas as intervenções trabalhadas. A implantação dos POP foi desenvolvida de forma pontual, necessitando ser avaliado e repensado nos moldes de um processo educativo contínuo. As fragilidades identificadas foram o número reduzido de profissionais, inadequação da estrutura física, ausência de materiais, entre outros. As potencialidades foram relacionadas à padronização dos materiais, material da instituição para consulta disponível na unidade, valorização profissional, preocupação do gestor em relação à segurança do paciente e do profissional. Ressalta-se a capacitação dos POP como relevante para a contribuição da melhoria da qualidade da assistência prestada pela enfermagem, porém, deve ser pautada em processos educativos permanentes
Título em inglês
Evaluation of the use of standard operational procedures in the professional practice of the nursing team
Palavras-chave em inglês
Nursing
Quality
Standard Operational Procedures
Resumo em inglês
The quality of health services has been the object of study among many researchers. The economic difficulties and demands from users for their rights to obtain quality in the services rendered make this study relevant. Nurses are the professionals who must encourage and lead the team to create and implement new managerial tools and approaches to improve care. One of the managerial tools that nurses can use is the standardization of nursing interventions. Given the need to improve the quality of the care delivered, standard operational procedures(SOP) in nursing were implemented in the Municipal Health Secretariat of RibeirãoPretobetween 2011 and 2012. The aim of this study was to describe the implementation model of the standard operational proceduresof the nursing team and to identify the weak and strong points in the use of these SOP by the nursing team. This was an evaluative study, with a quantitative approach, conducted with nursing professionals who work in health units of the Municipal Health Secretariat of RibeirãoPreto.Data were collected in two phases. The first phase consisted of a documentary analysis performed in October 2014, whereas the second phase comprised the application of a questionnaire to nurses and nursing technicians and aides. The study participants were 247 nursing professionals, namely 64 nurses, 31 nursing technicians and 152 nursing aides. Of these, 87.4% were women. The age range that prevailed was between 51 and 60 years, with 34%, followed by the age range between 41 and 50 years, with 30.8%. Regarding the time since graduation, 38.5% had graduated from 2 to 8 years ago, 24.3% had graduated between 16 and 22 years agoand 19.4% had from 23 to 29 years since graduation. Among the study participants, 77.7% worked in family health units. A total of 222 (89.9%) nursing professionals participated in the training for SOP. Of all study participants, 225 (91.1%) stated refer to SOP at their work place, however, only 142 (57.5%) referred to them over the last 12 months, with most of them being nurses (92.2%). The most commonly cited intervention that started being executed after the SOP training was cystostomy (17.8%), although there is still a percentage of 39.3% professionals who do not perform it. There was a change in the form of execution and broadening of knowledge in all interventions used. The implementation of the SOP was developedfor a specific scenario, so it should be evaluated and replanned in the scope of a continuous educational process. The weak points identified were the reduced number of professionals, inadequate physical structure, lack of materials, among others. The strengths were related to the standardization of materials, institution materials for reference available in the unit, professional appreciation, andconcern on the part of administrators toward the safety of patients and professionals. It is noteworthy that the training for SOP is relevant as it contributes to improve the quality of the nursing care provided, however, it should be guided by permanent educational processes
 
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Data de Publicação
2016-03-24
 
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