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Disertación de Maestría
DOI
https://doi.org/10.11606/D.22.2020.tde-06072020-162002
Documento
Autor
Nombre completo
Bárbara Soares Corrêa
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
Ribeirão Preto, 2020
Director
Tribunal
Laus, Ana Maria (Presidente)
Henriques, Sílvia Helena
Menegueti, Mayra Gonçalves
Quintanilha, Thamiris Ricci de Araujo
Título en portugués
Rotatividade da equipe de enfermagem em hospital privado
Palabras clave en portugués
Enfermagem
Recursos humanos de enfermagem
Rotatividade de pessoal
Resumen en portugués
Os recursos humanos de enfermagem têm assumido relevância no cenário de saúde, tanto em termos quantitativos como qualitativos e têm sido associados positivamente a uma assistência qualificada e segura. A rotatividade da equipe de enfermagem representa um desafio para os gestores das instituições de saúde, frente ao impacto gerado tanto na assistência como nos custos. Este estudo teve por objetivo analisar a rotatividade dos trabalhadores de enfermagem em uma instituição hospitalar. Estudo descritivo, retrospectivo, quantitativo, realizado em um hospital de atendimento para alta complexidade do interior do Estado de São Paulo, pertencente a uma operadora de medicina de grupo e acreditado em nível de excelência pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). A população foi constituída por todos os trabalhadores de enfermagem (enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem) que no período de 1° janeiro de 2013 a 31 dezembro de 2017 apresentaram vínculo formal de emprego nas unidades selecionadas para a investigação e que neste período desligaram-se da instituição por diferentes razões. Os dados foram coletados de relatórios fornecidos pelo Centro de Recursos Humanos da instituição, constituindo-se em variáveis de interesse a idade, o sexo, a categoria profissional, a data de admissão e de desligamento e a unidade de trabalho. As medidas de rotatividade utilizadas foram as taxas de admissão e desligamento e a mediana de tempo de serviço dos demitentes. No período do estudo, 499 trabalhadores de enfermagem desligaram-se, sendo 141 (28,3%) enfermeiros, 82 (16,4%) técnicos de enfermagem e 276 (55,3%) auxiliares de enfermagem. O ano de 2013 foi o que apresentou o maior percentual (22,4%). Em relação ao sexo, para o conjunto das três categorias de trabalhadores, houve predomínio das mulheres (73,4%). A idade média do grupo foi de 32,7 anos e a mediana de 31 anos. Dentre os enfermeiros demitentes, 64 (45,4%) deixaram a instituição no primeiro ano trabalhado. Entre o período da admissão até 5 anos na instituição, essa quantidade chegou a 124 (88%) profissionais. Na categoria dos técnicos de enfermagem, 28 (34%) saíram no primeiro ano e 57 (69,5%) em até 5 anos. Em relação aos auxiliares de enfermagem, 92 (33,3%) profissionais permaneceram menos de um ano e 225 (81,5%) até 5 anos. Na média dos anos, a taxa de admissão (TA) (19,6%) superou a taxa de desligamento (TD) (18,7%). Os enfermeiros demitentes permaneceram em atividade nesse hospital no mínimo 16 e no máximo, 23 meses; os técnicos de enfermagem, no mínimo 17 e no máximo 28 meses; e os auxiliares de enfermagem, no mínimo 16 e no máximo 23 meses. As unidades de internações médicas, seguidas pelas cirúrgicas foram os locais de onde saíram a maior parte dos enfermeiros e auxiliares de enfermagem e o Centro de Terapia Intensiva, a área que mais perdeu técnicos de enfermagem. A permanência dos trabalhadores nas instituições pode ter relação direta com a qualidade dos ambientes de prática, satisfação e bem-estar. A análise da rotatividade fornece subsídios aos gerentes de enfermagem, com possibilidade de intervenções de curto prazo para solução de não conformidades identificadas nas instituições de saúde
Título en inglés
Turnover of nursing staff in private hospital
Palabras clave en inglés
Nursing
Nursing staff
Personnel turnover
Resumen en inglés
Nursing staff have assumed relevance in the health scenario, both in quantitative and qualitative terms and have been positively associated with the results that are desired related to qualified and safe care. The nursing personnel turnover represents a major challenge for managers of health institutions, given the impact on both care and costs. This study aimed to analyze the nursing personnel turnover in a hospital institution. This is a descriptive, retrospective and quantitative study, carried out in a hospital of high complexity, located in the interior of the state of São Paulo, which belongs to a group medicine operator and is accredited as excellence level by the National Accreditation Organization (ONA). The population consisted of all nursing staff (nurse, technician and nursing assistant) who had formal employment in the units selected for the research and that from January 1, 2013 to December 31, 2017 left the institution for different reasons. Data were collected from reports provided by the Human Resources Center of the institution, constituting variables of interest the age, gender, professional category, date of admission and dismissal and unit of work. The turnover measures used were admission and dismissal rates and median of length of service of the resigning professionals. In the period of study, 499 nursing workers resigned, being 141 (28.3%) nurses, 82 (16.4%) nursing technicians and 276 (55.3%) nursing assistants. 2013 was the year that showed the highest percentage (22.4%). Regarding gender, for all three categories of workers, there was a predominance of women (73.4%). The average age of the group was 32.7 years and a median of 31 years. Among the resigning nurses, 64 (45.4%) left the institution in the first year worked. From the admission up to 5 years in the institution, this value reached 124 (88%) professionals. In the category of nursing technicians, 28 (34%) left work in the first year and 57 (69.5%) within 5 years. Regarding nursing assistants, 92 (33.3%) professionals remained less than one year and 225 (81.5%) within 5 years. In the average of the years, the admission rate (AR) (19.6%) was higher than the dismissal rate (DR) (18.7%). The resigning nurses remained active at this hospital for a minimum of 16 months and a maximum of 23 months; the nursing technicians, for a minimum of 17 months and maximum of 28 months; and the nursing assistants, for a minimum of 16 months and maximum of 23 months. The medical inpatient units, followed by the surgical units were the places from which most nurses and nursing assistants left; and in the Center for Intensive Therapy, most were nursing technicians. The permanence of workers in institutions can be directly related to the quality of the practice environments, satisfaction and well-being. The turnover analysis provides support to nursing managers, with the possibility of short-term interventions to solve nonconformities identified in health institutions
 
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Fecha de Publicación
2020-07-08
 
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