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Disertación de Maestría
DOI
10.11606/D.22.2013.tde-16012014-161036
Documento
Autor
Nombre completo
Thaís Helena Devitto Meira
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
Ribeirão Preto, 2013
Director
Tribunal
Stefanello, Juliana (Presidente)
Bussadori, Jamile Claro de Castro
Monteiro, Juliana Cristina dos Santos
Título en portugués
A violência por parceiro íntimo e sua interface com a saúde reprodutiva da mulher
Palabras clave en portugués
Gestação
Gestante
Saúde reprodutiva
Violência contra a mulher
Resumen en portugués
Ao se realizar uma interface entre a violência por parceiro íntimo (VPI) e suas relações para com a saúde da mulher, nota-se que as situações de violência tanto física como a sexual e psicológica afetam claramente a saúde sexual e reprodutiva, com impactos importantes. O presente estudo tem por objetivos: analisar aspectos da saúde reprodutiva das gestantes que estão associados à situação de VPI, durante a presente gestação; e identificar a prevalência de casos de VPI e classificar quanto ao tipo e momento da ocorrência. Trata-se de um estudo descritivo, do tipo transversal, desenvolvido com gestantes em acompanhamento de pré-natal no CRSM-MATER, uma maternidade de baixo risco na cidade de Ribeirão Preto-SP. A coleta de dados foi realizada através da aplicação de dois instrumentos, um para investigação da ocorrência da violência e outro para identificação de dados sociodemográficos e de saúde reprodutiva. Para verificar a associação entre as variáveis qualitativas, os dados foram submetidos ao Teste Exato de Fisher. Além disso, a quantificação desta associação foi mensurada por meio de modelos de regressão logística onde se calculou o Odds Ratio bruto (ORb) com seus respectivos intervalos de confiança de 95%. Todas as análises estatísticas foram realizadas com a utilização do software estatístico SAS® 9.0. A amostra constitui-se por 233 gestantes que passaram por consulta de pré-natal, no período de maio a dezembro de 2012. A ocorrência de VPI alguma vez na vida foi relatada por 55,36% das mulheres, enquanto, no período gestacional, verificou-se uma prevalência de 15,45% de violência geral, sendo 5,15% de violência física, 14,59% de violência psicológica e 0,43% de violência sexual. Observou-se associação entre a VPI e as mulheres que se autorreferiram de cor preta ou parda (p= 0,0052; ORb=3,344; IC 95%: 1,399; 7,997) e que não estavam em um relacionamento com seus companheiros, no período da entrevista (p= 0,0348; ORb =3,840; IC 95%:1,376; 10, 717). Nota-se uma tendência à VPI entre as mulheres em idade mais jovem, com baixa escolaridade e que não exercem atividade remunerada. As características de saúde reprodutiva apontam associação entre a VPI e as mulheres que não desejaram a atual gestação (p= 0,0020; ORb = 4,351; IC 95%: 1,786; 10,602), que raramente frequentam a consulta ginecológica (p= 0,0129; ORb = 2,971; IC 95%: 1,116; 7,911) e que, ao longo da vida, fizeram uso de método contraceptivo do tipo comportamental (p = 0,0572; ORb = 2,372; IC 95%: 1,023; 5,496). O estudo é precursor no Brasil e revelou algumas relações da VPI e suas implicações na saúde reprodutiva. Assim, outros estudos se fazem necessários para se compreender mais amplamente esta relação, além de se direcionar o olhar para a identificação das mulheres em situação de violência, a fim de melhorar as condições de saúde das mesmas, em especial da saúde reprodutiva, repensando as ações interventivas, relacionando-as não somente aos serviços de saúde mas também a uma conjuntura intersetorial
Título en inglés
Intimate partner violence and its interface with the woman's reproductive health
Palabras clave en inglés
Pregnancy
Pregnant women
Reproductive health
Violence against women
Resumen en inglés
On establishing an interface between intimate partner violence (IPV) and its connection with the woman's health, we see that situations of violence, whether physical, sexual or psychological, have a clear effect on sexual and reproductive health, with important types of impact. The present study has two main purposes: first, to analyse those aspects of the reproductive health of pregnant women that are linked to situations of IPV during the pregnancy; and secondly, identification of the prevalence of cases of IPV and classify them according to the type and the moment of the occurrence. This is a descriptive study of the transversal variety, applied to pregnant women who are having antenatal care at CRSM- MATER, a low-risk maternity unit in the city of Ribeirão Preto, State of São Paulo, Brazil. The collection of data was made by applying two different instruments, one for the investigation of the occurrence of violence and the other to identify the social and demographic data and also the data regarding reproductive health. To check the association between qualitative variables, the data were subjected to the Exact Fisher Test. In addition, the quantification of this association was measured using models of logistic regression with the calculation of the raw odds ratio (rOR) with their respective confidence intervals of 95%. All the statistical analyses were carried out with the use of the statistical software SAS® 9.0. The sample consisted of 233 pregnant women who had antenatal care between May and December 2012. The occurrence of IPV at least once in life was reported by 55.36% of the women considered, while during the pregnancy the general violence rate of 15.45%, with 5.15% of physical violence, 14.59% of psychological violence and 0.43% sexual violence. There was a connection between IPV and women who declared themselves as black or partially skin-melaninated (p=0.0052; rOR = 3.840; IC=05%: 1.399; 7.997) and those who were not in a relationship with their partners at the time of the interview (p=0.0348; rOR=3.840; IC 95%: 1.376; 10.717). We also see a greater trend towards the presence of IPV among women who are younger, with lower levels of schooling, and who were not in paid work. The characteristics of reproductive health show an association between IPV and women who did not want the current pregnancy (p=0.0020; rOR=4.351; IC 95%: 1.786; 10.602), who rarely attend appointments with the gynaecologist (p=0.0129; rOR=2.971; IC = 95%: 1.023; 5,496). The study is the first of its kind in Brazil and has shown some relations between IPV and its implications related to reproductive health; other studies are therefore necessary so we may understand this relationship from a wider perspective, and also so we may direct our studies to the identification of those women in a situation of violence, with a rethink of intervention actions, relating them not only to health services but also to an intersectorial underlying situation
 
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Fecha de Publicación
2014-01-21
 
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