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Dissertação de Mestrado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Carla Porto Cunha Murari
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2018
Orientador
Banca examinadora
Monteiro, Juliana Cristina dos Santos (Presidente)
Barbosa, Nayara Gonçalves
Freitas, Patrícia Scotini
Leite, Adriana Moraes
Título em português
Introdução precoce de alimentos na dieta das crianças: comparação entre mães adolescentes e adultas
Palavras-chave em português
Adolescência
Aleitamento materno
Desmame precoce
Saúde materno-infantil
Resumo em português
Segundo a Organização Mundial de Saúde, o aleitamento materno é recomendado de forma exclusiva até os seis meses de vida da criança e complementado até dois anos ou mais, devido aos diversos benefícios para a criança, mulher, família e para a sociedade. Contudo, essa prática persiste como uma preocupação para a saúde pública, já que as prevalências não atingem o recomendado. Considerando a idade materna como um dos fatores que levam ao desmame precoce, é importante compreender as particularidades das mães adolescentes para a realização da alimentação de seus filhos, comparadas às mães adultas, já que algumas práticas podem levar ao desmame precoce. Assim, o objetivo desta pesquisa foi compreender os motivos alegados pelas mães adolescentes e adultas para a introdução precoce de alimentos na dieta da criança. Trata-se de um estudo longitudinal prospectivo, observacional e analítico, realizado no alojamento conjunto da Santa Casa de Misericórdia de Franca/SP. A coleta de dados foi realizada no período de outubro de 2016 a outubro de 2017 e foram utilizados dois instrumentos: o primeiro consistiu na utilização dos dados de identificação disponíveis na maternidade - características sociodemográficas, obstétricas e de início da amamentação; o segundo, informações sobre a alimentação oferecida à criança pela sua mãe, por meio de contato telefônico em 30, 90 e 180 dias pós-parto. Os dados foram analisados com o programa estatístico R, versão 3.4.2. Para todas as análises estatísticas foram considerados significativos valores de p < 0,05. Participaram do estudo 545 mulheres, sendo 103 adolescentes e 442 adultas. Aos 30 dias após o parto, 48,5% das adolescentes e 61,1% das adultas estavam realizando aleitamento materno exclusivo (AME) (p = 0,004). Aos 90 dias, 21,4% das adolescentes e 40,7 % das adultas estavam em AME (p = 0,000) e, aos 180 dias, 10,7% das adolescentes e 16,1% das adultas estavam em AME, embora este último resultado não seja estatisticamente significativo. No que se refere ao tempo médio final de AME, as adolescentes tiveram uma média de 61,83 dias e as adultas 83,65 dias de amamentação exclusiva (p = 0,03). Em relação aos motivos que as mulheres introduzem alimentos na dieta das crianças, verificou-se que: com 30 dias as adolescentes alegaram como motivos para introdução de chá as orientações médica e/ou da família e, entre as adultas, os motivos foram relacionados à criança (p = 0,001). Com 90 dias em relação à introdução de água e chá, os motivos das adolescentes foram relacionados à orientação médica e/ou familiar e os motivos das mães adultas foram relacionados à criança (p = 0,004 para água e p = 0,000 para chá). Com 180 dias em relação à introdução de outro leite, tanto as adolescentes quanto as adultas alegaram que os motivos foram relacionados ao desejo da própria mulher (p = 0,03). O estudo mostrou que com 30 e 90 dias após o parto, as adolescentes alegam motivos que não são os mesmos que as adultas para a introdução de água e chá na dieta da criança, o que chama a atenção para a importância das orientações diferenciadas para as adolescentes, que buscam em outras pessoas as informações relacionadas à alimentação da criança. Portanto, os profissionais de saúde devem ser preparados para lidar com as especificidades das adolescentes. Além disso, sugere-se que as famílias sejam contempladas juntamente com as adolescentes nos momentos de orientação sobre a alimentação da criança pequena, já que serão a referência a ser seguida pelas adolescentes em sua vida diária
Título em inglês
Early introduction of food in the diet of children: comparison between adolescent and adult mothers
Palavras-chave em inglês
Adolescence
Breastfeeding
Early weaning
Infant-mother health
Resumo em inglês
Exclusive breastfeeding is recommended up to the first six months of the infant and complemented up to two years of age or beyond, according to WHO (World Health Organization), due to the several benefits to the baby,the woman,the family and the society.Nevertheless,this practice continues to be a source of concern to public health, as the prevalences do not reach the expected levels. Considering mother's age as one of the factors which take to early weaning, it is important to understand the particularities of teen mothers to the task of feeding their children, compared to adult mothers, as some of these practices can take to early. Therefore, the objective of this research has been to understand the reasons given by teen and adult mothers to the early introduction of foods to the infant's diet. It consists of an analytical,observational, prospective longitudinal study, which took place at the joint accommodation in Santa Casa de Misericórdia in Franca/SP. The data collection was carried out from October 2016 to October 2017 and two instruments were used: the first one in the maternity ward with identification data, social demographic and obstetric characteristics and the beginning of breastfeeding; the second,with information about the foods offered to the infant by the mother; it was used by means of telephone calls 30, 90 and 180 days postpartum. Data was analysed with the statistics program R,version 3.4.2. It was considered significant the values of p< 0,05 to all statistical analyses. 545 women took part in the study, being 103 adolescents and 442 adults.30 days postpartum, 48,5% of adolescents and 61,1% of adults were practicing exclusive breastfeeding (EB) (p=0,004). After 90 days, 21,4% of adolescents and 40,7% of adults were in EB (p=0,000). And after 180 days, 10,7% of adolescents and 16,1% of adults were in EB, although this last result was not statistically significant.Regarding the average ending time of EB, the adolescents had an average of 61,83 days and the adults 83,65 days of exclusive breastfeeding (p=0,03). Considering the reasons why women begin to introduce foods to the infants' diet, it was observed that: after 30 days the adolescents introduced tea due to medical or family orientation and among adults the reasons were related to the infant (p=0,001). After 90 days considering the introduction of water and tea,the reasons of the teens were related to medical or family orientation and the adult mothers ' were related to the infant (p=0,004 to water and p=0,000 to tea). After 180 days of the introduction of another kind of milk,both the adolescents and the adults stated the reasons were related to the woman's own choice (p=0,03). The study showed that after 30 and 90 days postpartum, the adolescents offered different reasons from the adults' to the introduction of water and tea to the baby's diet, what highlights the importance of different orientations to the adolescents,who look for information about the infants' diet with other people. Therefore health agents must be prepared to deal with the specificities of the teens.Besides,it is suggested that families should be contemplated together with the adolescents at the moments of orientation about the young child's diet, as they will be the reference to be followed by the teens in their daily lives
 
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Data de Publicação
2019-11-29
 
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