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Mémoire de Maîtrise
DOI
10.11606/D.22.2007.tde-08082007-104445
Document
Auteur
Nom complet
Mey Fan Porfírio Wai
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
Ribeirão Preto, 2007
Directeur
Jury
Carvalho, Ana Maria Pimenta (Président)
Camelo, Sílvia Helena Henriques
Labate, Renata Curi
Titre en portugais
O trabalho do agente comunitário de saúde na estratégia saúde da família: fatores de sobrecarga e mecanismos de enfrentamento
Mots-clés en portugais
Agente Comunitário de Saúde
Estresse
Saúde da Família
Saúde Mental
Resumé en portugais
O Agente Comunitário de Saúde (ACS) tem sua inserção recente nas práticas de saúde, com a profissão sendo reconhecida legalmente em 2002. Sua atuação se dá no contexto do Sistema Único de Saúde, constituindo-se em novas oportunidades no mercado de trabalho. Como pré-requisitos para o exercício da profissão, a lei estabelece: I- residir na área da comunidade que atuar; II- haver concluído com aproveitamento o curso de qualificação básica para formação de ACS; III- haver concluído o ensino fundamental. O ACS deve trabalhar com a adscrição de famílias, tendo sob sua responsabilidade no máximo 150 famílias ou 750 pessoas, em base geográfica definida. O ACS, deve ainda desenvolver atividades de prevenção das doenças e promoção da saúde, por meio de visitas domiciliares e de ações educativas individuais e coletivas, nos domicílios e na comunidade, sob supervisão e acompanhamento do enfermeiro instrutor-supervisor. A complexidade da atuação do ACS sugere que, como profissional da saúde, esteja exposto a situações que o colocam sob estresse. Este estudo propôs identificar através das percepções que os ACS têm sobre seu trabalho, eventos que provocam sobrecarga e como lidam com eles. Utilizou-se o modelo de Lazarus e Folkman de estresse e enfrentamento. Para operacionalizá-los recorreu-se à produção de conhecimento na área quanto aos dois aspectos abordados. Este é um estudo descritivo, qualitativo. Participaram do estudo 16 ACS de equipes de Saúde da Família de São José Rio Preto- SP, e os dados foram coletados por meio de entrevistas gravadas e posteriormente transcritas. A análise centrou-se na identificação das situações consideradas pelos ACS como estressoras e dos mecanismos que utilizam para lidar com eles. As situações estressoras foram agrupadas em categorias: condições de trabalho; questões salariais; gênero; interface família-trabalho e carga emocional. Os mecanismos de enfrentamento foram agrupados em categorias focalizados na emoção e no problema. Considerando as diversas atividades desenvolvidas pelos ACS e a dinâmica da realidade sanitária, acredita-se que os relatos dos sujeitos participantes desta pesquisa, discutidos à luz de outros estudos, contribuam para o planejamento de suas atividades, preparo e capacitação dos futuros profissionais de forma a fortalecê-los para o exercício de seu trabalho.
Titre en anglais
The Health Community Agent?s work: stressful factors and coping mechanisms
Mots-clés en anglais
Family Health
Health Community Agent
Health Mental
Stress
Resumé en anglais
The community health agent (ACS) is a health worker recently included in health workers staff. This profession was legally created in 2002 and it is part of the Brazilian Unique Health System. This health professional is expected to live in the same community he will work; have completed a training course and the elementary school. Their activities include the register of families and having under responsibility 150 families or about 750 persons, in a limited geographic area. They also achieve activities that aim disease prevention and health promotion by means of home visits and educative actions directed to individuals and community, under supervision of a nurse. The complexity of the agents activities suggests that they are exposed to stressing situations. So the aim of this work is to indentify by ACS s perceptions of stressors at work and coping mechanisms. The theoretical model was that of Lazarus and Folkman that focuses stress and coping. To operationalize the model other works relating to this one were accessed. This is a descriptive and qualitative research. Sixteen community health agents from ESF teams in a inner city of São Paulo state were interviewed. The interviews were recorded and transcribed. The analysis focused the work events the agents perceived as stressors and also the coping mechanisms they used to face them.The stressful events were grouped into categories: work conditions; salary; gender; relationship family and work e emotional burden. The coping mechanisms were grouped into emotional oriented and problem oriented. Considering the wide range of activities the health community workers achieve, the dynamic of sanitary situation and how they understand them, it is possible that these results in comparison to others may contribute to health agents educative programs including some emotional support as well.
 
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MeyFanPorfirioWai.pdf (500.06 Kbytes)
Date de Publication
2007-08-13
 
AVERTISSEMENT: Apprenez ce que sont des œvres dérivées cliquant ici.
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