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Dissertação de Mestrado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Laís Zago
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2019
Orientador
Banca examinadora
Santos, Patricia Leila dos (Presidente)
Leonidas, Carolina
Pillon, Sandra Cristina
Zanini, Marta Regina Gonçalves Correia
Título em português
Associações entre funcionamento familiar e variáveis sociodemográficas em universitários
Palavras-chave em português
FACES IV
Família
Funcionamento familiar
Universitários
Resumo em português
A família é um sistema dinâmico e complexo influenciado por aspectos históricos, econômicos, políticos, sociais e culturais. As relações familiares, em algum grau, podem interferir nos processos de saúde e doença de seus membros, assim como a interpretação da experiência de cada indivíduo da família diante desses eventos. Avaliar o sistema familiar, assim como avaliar como ocorre sua dinâmica favorece possíveis intervenções nesse campo, podendo prevenir enfermidades e/ou sofrimento dos sujeitos que fazem parte desse sistema. O objetivo deste estudo foi verificar a associação de variáveis sociodemográficas (sexo, situação ocupacional, religião e classe socioeconômica) e de caraterísticas familiares (tipo de família e presença/ausência de doença crônica) sobre a percepção de funcionamento familiar em universitários. Este estudo foi do tipo descritivo, exploratório, de corte transversal, apoiado na metodologia quantitativa e de referencial sistêmico. Os dados foram coletados em estudantes universitários de uma universidade pública do interior do Estado de São Paulo e os instrumentos utilizados foram o questionário sociodemográfico e familiar e a escala de avaliação da coesão e adaptabilidade familiar (FACES IV). A análise de dados foi realizada com o programa SPSS 25.0 e foram realizadas medidas de tendência central e de dispersão para variáveis numéricas e calculadas as porcentagens para variáveis categóricas. Para a comparação de variáveis de interesse foi utilizado um teste estatístico específico (t de Student), adotando-se nível de significância p=0,05. Participaram do presente estudo 295 estudantes universitários de cursos de graduação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Medicina, Ciências Biológicas/Modalidade Médica, Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Nutrição e Metabolismo e Fonoaudiologia). A maioria dos participantes pertencia ao Estado de São Paulo (90,5%), eram do sexo feminino (82,0%), pertencente à faixa etária dos 18 a 22 anos (93,6%), com ensino superior incompleto (96,9%), sem companheiro residindo na mesma residência (99,0%), não trabalhava (61,7%), morava com a família (41,4%), tinha como principal provedor o pai consanguíneo (65,4%), pertencia à família nuclear (75,3%), não possuía membro familiar com doença crônica (73,9%), de religião católica (68%) e pertencia à classe socioeconômica A. Não foram encontradas diferenças significativas entre o funcionamento familiar e as variáveis sociodemográficas elencadas, sugerindo que, na presente amostra, o sexo, a situação ocupacional, a religião e a classe socioeconômica possuem baixo poder explicativo sobre o modo como a família opera em termos de coesão, flexibilidade e comunicação. Com parcimônia, aventa-se que esses achados podem ser explicados em função da amostra homogênea e não exposta a vulnerabilidades sociais expressivas, com aspectos protetivos que envolvem, por exemplo, a alta escolarização, o pertencimento a uma universidade pública com rígida política seletiva de ingresso e também a vinculação a configurações familiares consideradas mais tradicionais, embora tais estruturas não devam ser tomadas como sinônimos de ajustamento psicossocial ou de funcionamento emocional adequado. Para estudos futuros, recomenda-se maior diversificação da amostra, bem como instrumentos de rastreio para saúde mental, abrangendo populações mais expostas a vulnerabilidades que possam estar associadas ao funcionamento familiar, ampliando as reflexões sobre os aspectos contextuais que podem repercutir no desenvolvimento do público universitário
Título em inglês
Associations between family functioning and sociodemographic variables in university students
Palavras-chave em inglês
College students
FACES IV
Family
Family functioning
Resumo em inglês
The family is a dynamic and complex system influenced by historical, economic, political, social and cultural aspects. Family relationships, at some degree, may interfere with the health and illness processes of their members, as well as the interpretation of each individual's family's experience of these events. Evaluating the family system, as well as evaluating how its dynamics occurs, favors possible interventions in this field, and can prevent illnesses and/or suffering of the subjects that are part of this system. The objective of this study was to verify the association of sociodemographic variables (gender, occupational situation, religion and socioeconomic class) and family characteristics (family type and presence/absence of chronic disease) on the perception of family functioning in university students. This study was descriptive, exploratory, cross - sectional, supported by the quantitative methodology and the theoretical input used was the systemic approach. Data were collected from university students of a public university in the interior of São Paulo and the instruments used were the sociodemographic and family questionnaire and the scale of evaluation of family cohesion and adaptability (FACES IV). Data analysis was performed through the SPSS 25.0 program and measurements of central tendency and dispersion were performed for numerical variables and the percentages for categorical variables were calculated. For the comparison of variables of interest, a specific statistical test (Student's t) was used, adopting significance level p=0,05. A total of 295 undergraduate students from the Medical School of Ribeirão Preto of the University of São Paulo (Medicine, Biological Sciences/Medical Modality, Occupational Therapy, Physiotherapy, Nutrition and Metabolism and Speech Therapy) participated in this study. Most of the participants were from the State of São Paulo (90.5%), were females (82.0%), aged 18 to 22 years old (93.6%), with incomplete higher education (96 , 9%), had no partner living in the same household (99.0%), did not work (61.7%), lived with the family (41.4%), had as main provider the consanguineous father (65.4% ), belonged to the nuclear family (75.3%), did not have a family member with chronic disease (73.9%), the family religion was Catholic (68%) and belonged to socioeconomic class A. No significant differences were found between family functioning and sociodemographic variables, suggesting that in the present sample, gender, occupational situation, religion and socioeconomic class have low explanatory power on how the family operates in terms of cohesion, flexibility and communication. With parsimony, it is pointed out that these findings can be explained by the homogeneous sample and not exposed to expressive social vulnerabilities, with protective aspects that involve, for example, high schooling, belonging to a public university with a rigid selective admission policy and also the linkage to family configurations considered more traditional, although such structures should not be taken as synonyms of psychosocial adjustment or adequate emotional functioning. For future studies, a greater sample diversification is recommended, as well as screening tools for mental health, covering populations that are more exposed to vulnerabilities that may be associated with family functioning, broadening the reflections on the contextual aspects that may affect the development of the university public
 
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LAISZAGO.pdf (1.20 Mbytes)
Data de Publicação
2019-10-09
 
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