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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.17.2020.tde-07092020-101444
Documento
Autor
Nome completo
Henrique Furlan Pauna
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2020
Orientador
Banca examinadora
Hyppolito, Miguel Angelo (Presidente)
Lourençone, Luiz Fernando Manzoni
Mitre, Edson Ibrahim
Rocha, Eduardo Melani
Título em português
Correlação entre volume coclear residual pós-labirintite ossificante e medidas de impedância dos eletrodos intracocleares em pacientes submetidos à cirurgia de implante coclear
Palavras-chave em português
Impedânciometria
Implante coclear
Labirintite ossificante
Meningite
Perda auditiva
Reabilitação auditiva
Resumo em português
Introdução: A meningite bacteriana é uma das causas mais comuns de perda auditiva neurossensorial profunda adquirida, com obstrução coclear secundária à labirintite ossificante. A inserção de um implante coclear no cenário de labirintite ossificante é um desafio até para os cirurgiões mais experientes. Recomenda-se o implante coclear precoce nesse cenário para aumentar a probabilidade de alcançar uma inserção completa do conjunto de eletrodos. A impedância do eletrodo é a primeira avaliação objetiva realizada durante o procedimento cirúrgico e durante o acompanhamento dos pacientes implantados e fornece informações sobre a integridade dos eletrodos e o ambiente intracoclear. Objetivos: Determinar os valores de impedância após o implante coclear em pacientes surdos pós-meningite, correlacionando com o volume coclear residual e obliteração coclear e comparando diferenças entre os segmentos cocleares. Material e Métodos: Pacientes surdos pós-meningite e aqueles com perda auditiva idiopática (controle) submetidos à cirurgia do implante coclear (dispositivo Cochlear®) foram incluídos no estudo. Os valores de impedância no modo "terra comum" (CG) e no modo monopolar (MP1+2) nos segmentos basal, médio e apical foram calculados para cada grupo (no período intraoperatório e após um ano da cirurgia). O grau de ossificação da cóclea foi avaliado a partir de uma tomografia computadorizada, enquanto o grau de obliteração foi determinado no intraoperatório pelo cirurgião. Foi realizada reconstrução tridimensional do lúmen coclear residual por meio do exame de ressonância nuclear magnética, pré-operatório, para correlação com os valores de impedância. Resultados: Foram incluídos 14 pacientes no grupo com histórico de meningite e 34 no grupo com perda auditiva idiopática. Sinais de calcificação coclear foram identificados nos exames de tomografia computadorizada de oito pacientes com histórico de meningite e em apenas um paciente no grupo idiopático. O volume coclear residual foi maior no grupo com perda auditiva idiopática (p=0,0145). No entanto, não houve correlação com o tempo de perda auditiva e tampouco com os limiares auditivos pré-operatórios. Verificou-se correlação fraca entre volume coclear residual e limiares auditivos pós-operatórios somente no grupo com perda auditiva idiopática (r=0,39; p=0,0222). Foram observadas alterações significativas nas impedâncias dos eletrodos mediais e apicais em ambos os grupos após um ano da cirurgia, embora sem diferenças entre o grupo de pacientes com antecedente de meningite e o grupo idiopático. Discussão: Pacientes com implante coclear exibem impedâncias mais altas nos eletrodos do giro basal, independentemente do grau de ossificação coclear. Altas impedâncias no grupo da meningite podem ser explicadas por alterações na superfície do eletrodo. Esse comportamento ressalta a importância da persistência de fatores intracocleares na influência de parâmetros de ajuste no segmento basal. Conclusões: Os pacientes com implante coclear por surdez relacionada à meningite mostraram impedâncias com comportamento semelhante àquelas do grupo com perda auditiva idiopática, mesmo na região do giro basal, independentemente do grau de ossificação coclear. Para otimizar o resultado do implante coclear nos casos pós-meningite, é aconselhável a cirurgia antes do início da ossificação coclear.
Título em inglês
Correlation between residual cochlear volume after labyrinthitis ossificans and impedance measurements of intracochlear electrodes in patients undergoing cochlear implant surgery
Palavras-chave em inglês
Cochlear implant
Hearing loss
Hearing rehabilitation
Impedance
Labyrinthitis ossificans
Meningitis
Resumo em inglês
Introduction: Bacterial meningitis is one of the most common causes of profound sensorineural hearing loss acquired with cochlear obstruction secondary to ossifying labyrinthitis. The insertion of a cochlear implant in the ossifying labyrinthitis scenario is a challenge for even the most experienced surgeons. Early cochlear implantation is recommended in this scenario to increase the likelihood of achieving a complete insertion of the set of electrodes. Electrode impedance is the first objective assessment performed during the surgical procedure and during the follow-up of implanted patients and provides information on the integrity of the electrodes and the intracochlear environment. Objectives: To determine the impedance values after cochlear implantation of deaf patients after meningitis, correlating with residual cochlear volume and cochlear obliteration and comparing differences between cochlear segments. Material and Method: Post-meningitis deaf patients and idiopathic deaf patients (control) who underwent cochlear implant surgery (Cochlear® device) were included in the study. The impedance values calculated in "common ground" (CG) and monopolar (MP1+2) modes in the basal, middle and apical segments were calculated for each group (during the intraoperative period and after one year of surgery). The degree of ossification of the cochlea was assessed using a computed tomography scan while the degree of obliteration was determined intraoperatively by the surgeon. Three-dimensional reconstruction of the residual cochlear lumen was performed with preoperative nuclear magnetic resonance exams, for correlation with the impedance values. Results: Fourteen patients were included in the group with a history of meningitis and 34 patients in the group with idiopathic deafness. Signs of cochlear calcification were identified in computed tomography exams in 8 patients with a history of meningitis and in only one patient in the idiopathic group. Residual cochlear volume was higher in the group with idiopathic deafness (p=0.0145). However, there was no correlation with time of deafness and there was no correlation with preoperative hearing thresholds. We found a weak correlation between residual cochlear volume and postoperative hearing thresholds in the idiopathic deafness group only (r=0.39; p=0.0222). We observed significant changes in the impedances of the medial and apical electrodes in both groups after one year of surgery, although there were no differences between the group of patients with a history of meningitis and patients in the idiopathic group. Discussion: Patients with cochlear implants exhibit higher impedances in the electrodes of the basal turn, however, not correlatedwith the degree of cochlear ossification. High impedances in the meningitis group can be explained by changes on the electrode surface. This behavior highlights the importance of the persistence of intra-cochlear factors in the influence of adjustment parameters in the basal segment. Conclusions: Patients with cochlear implants due to deafness related to meningitis exhibit impedances with similar behavior to those with idiopathic deafness, even in the basal turn, regardless of the degree of cochlear ossification. In order to optimize the result of the cochlear implant in post-meningitis cases, surgery at an early stage before the start of cochlear ossification is advisable.
 
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Data de Publicação
2020-10-22
 
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