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Tesis Doctoral
DOI
https://doi.org/10.11606/T.17.2021.tde-04102021-165500
Documento
Autor
Nombre completo
Humberto de Oliveira Simões
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
Ribeirão Preto, 2021
Director
Tribunal
Furtado, Erikson Felipe (Presidente)
Massuda, Eduardo Tanaka
Linhares, Maria Beatriz Martins
Schochat, Eliane
Título en portugués
Processamento auditivo comportamental e eletrofisiológico em crianças e adolescentes expostos ao álcool na gestação
Palabras clave en portugués
Adolescentes
Crianças
Exposição pré-natal ao álcool
Potencial evocado auditivo
Processamento auditivo
Treinamento auditivo
Resumen en portugués
Objetivo: Comparar o desempenho do processamento auditivo comportamental e eletrofisiológico para avaliar o efeito do treinamento auditivo formal (TAF) em crianças e adolescentes com exposição pré-natal ao álcool. Método: Estudo clínico comparativo, do tipo ensaio clínico, aprovado pelo comitê de ética em pesquisa (CAAE: 79237317.6.0000.5440). A amostra total de sujeitos da pesquisa foi composta por 13 crianças e adolescentes, de ambos os sexos, com idades entre sete e 17 anos, com um grupo de expostos ao álcool na gestação (G1= 7) e outro de crianças com desenvolvimento típico e sem exposição gestacional ao álcool (G0= 6). A avaliação comportamental ocorreu com a aplicação do questionário Fisher's auditory problems checklist for auditory processing evaluation (Fisher) e pela bateria de testes comportamentais: teste de fala com ruído (TFR), dicótico de dígitos (TDD), padrões de duração (TPD) e detecção de intervalos aleatórios (do inglês, RDGT). A avaliação eletrofisiológica do processamento auditivo foi realizada por meio das componentes N2 e P3 do Potencial Evocado Auditivo Relacionado a Eventos (PEARE), com estímulos verbais e não verbal (1k e 2kHz; /BA/ e /DA/; /BA/ e /GA). O estudo seguiu o delineamento de avaliação pré-intervenção (M1), intervenção terapêutica de TAF e duas reavaliações, 30 (M2) e 180 dias (M3) após o TAF. Resultados: Para o questionário Fisher o M1 apresentou maiores escores, sugerindo maiores dificuldades, às categorias de audição, atenção, memória e escore total; entre os grupos o G1 apresentou escores maiores em relação ao G0 para atenção, desempenho escolar e escore total; na comparação intra-grupo nos diferentes momentos de avaliação, apenas o G1 apresentou valores distintos entre M1 e M2, para a categoria escore total. Nos testes comportamentais, houve diferença nos escores para os testes TFR e TDD, sendo os valores no M1 inferiores ao M2 e M3; na análise intra-grupo apenas o G1 apresentou escores distintos entre os momentos para o TDD; o G1 apresentou escores piores que o G0 para os testes RGDT, TPD, TFR e TDD em todos os três momentos. No PEARE, a latência de N2 foi mais prolongada em G1 que G0, em todos os momentos e em todos os estímulos; em relação ao momento da avaliação o M1 apresentou valores menores comparados ao M2 e M3, sem efeito grupo; na análise momento e tipo de estímulo houve diferença para 2kHz entre M1 e M2 e /GA/ para M1 em relação a M2 e M3. para a latência de P3 apenas houve uma tendência a significância na comparação entre os grupos, sendo G1 com valores maiores. Para a amplitude N2-P3 foi constatada diferença em função dos diferentes momentos de avaliação, mas sem influência de grupo; houve diferença das amplitudes em função do tipo de estímulo, sendo a mesma apenas para o G1, entre 2kHz e /GA/. Conclusão: O questionário Fischer apontou evidente e significativa evolução do comportamento auditivo. As medidas comportamentais diferenciaram os grupos e os momentos de avaliação, bem como a interação entre os grupos e os momentos. As medidas eletrofisiológicas foram mais sensíveis na identificação de variáveis intra-grupo (amplitude N2-P3) e tipo de estímulo vs. momento de avaliação (latência N2). As diferenças na comparação após o TAF, aconteceram principalmente após seis meses do acompanhamento.
Título en inglés
Behavioral and electrophysiological auditory processing in children and adolescents exposed to alcohol during pregnancy
Palabras clave en inglés
Adolescents
Auditory processing
Auditory training
Children
Event-related potential
Prenatal alcohol exposure
Resumen en inglés
Objective: To compare the performance of behavioral and electrophysiological auditory processing to assess the effect of formal auditory training (FAT) in children and adolescents with prenatal exposure to alcohol. Method: Comparative clinical trial study approved by the research ethics committee (CAAE: 79237317.6.0000.5440). The sample research subjects were composed of 13 children and adolescents, of both sexes, aged between seven and 17 years old, with a group exposed to alcohol during pregnancy (G1 = 7) and another group of children with typical development and without gestational exposure to alcohol (G0 = 6). Behavioral evaluation was done using Fisher's auditory problems checklist for auditory processing evaluation (Fisher) and a battery of behavioral tests: speech-in-noise test (SNT), digit dichotic test (DDT), duration patterns (DPT) and random gap detection (RGDT). Electrophysiological evaluation of auditory processing was carried out by Event-Related Potential (ERP), N2 and P3 components, with verbal and non-verbal stimuli (1k and 2kHz; /BA/ and /DA/; /BA/ and /GA). The study followed the design of pre-intervention assessment (M1), therapeutic intervention of FAT, and two re-evaluations, 30 (M2) and 180 days (M3) after FAT. Results: For the Fisher questionnaire, M1 showed higher scores, suggesting greater difficulties in the categories of hearing, attention, memory and total score; between groups, G1 showed higher scores compared to G0 for attention, school performance and total score; the intragroup comparison at different times of assessment, only G1 showed different values between M1 and M2 for the total score category. The behavioral tests, there was a difference in scores for the SNT and DDT tests, with values in M1 being lower than in M2 and M3; the intragroup analysis, only G1 showed distinct scores between the moments for the DDT; G1 showed worse scores than G0 for the RGDT, DPT, SNT, and DDT tests at all three moments. For the ERP, the latency of N2 was longer in G1 than G0, at all times and in all stimuli; regarding the moment of the evaluation M1 presented lower values compared to M2 and M3, with no group effect; in the analysis moment and type of stimulus there was a difference for 2kHz between M1 and M2 and /GA/ for M1 in relation to M2 and M3. for the latency of P3 there was only a tendency to significance in the comparison between groups, being G1 with higher values. For N2-P3 amplitude we noticed a difference according to the different moments of evaluation, but without group influence; there was a difference in amplitudes according to the type of stimulus, being the same only for G1, between 2kHz and /GA/. Conclusion: The Fischer questionnaire showed evident and significant evolution in auditory behavior. The behavioral measures differentiated the groups and the moments of assessment, as well as the interaction between the groups and the moments. Electrophysiological measures were more sensitive in identifying intra-group variables (amplitude N2-P3) and stimulus type vs. time of assessment (latency N2). Differences in comparison after FAT occurred mainly after six months of follow-up.
 
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Fecha de Publicación
2021-11-23
 
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