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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.17.2021.tde-06122021-125354
Documento
Autor
Nome completo
Nathália Sigilló Cardoso
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2021
Orientador
Banca examinadora
Bava, Maria do Carmo Gullaci Guimarães Caccia (Presidente)
Feliciano, Adriana Barbieri
Ferreira, Janise Braga Barros
Lorenzi, Carla Guanaes
Título em português
Itinerários terapêuticos de pessoas que foram hospitalizadas por acidente vascular cerebral: as trajetórias singulares prévias ao evento
Palavras-chave em português
Acidente vascular cerebral
Assistência integral à saúde
Atenção primária à saúde
Políticas de saúde
Resumo em português
A ocorrência de acidente vascular cerebral (AVC) e demais condições crônicas poderia ser reduzida por meio de cuidados prestados pelas unidades de atenção primária à saúde (APS), a qual deve ordenar as redes de atenção e ofertar cuidados contextualizados em um dado território. Os itinerários terapêuticos (IT), termo advindo da Socioantropologia, para avaliar a busca das pessoas por cuidados em saúde, que não necessariamente incluem o cuidado profissional, dão ênfase às maneiras como as pessoas encaixam suas vivências na assistência, com a definição de caminhos distintos. Os objetivos do presente estudo foram caracterizar pessoas que foram hospitalizadas por AVC e construir seus IT prévios, bem como contribuir na qualificação da atenção à saúde no Sistema Único de Saúde (SUS). Foram avaliados dados encontrados nos registros do único hospital do município e das respectivas unidades de APS que puderam ter sido frequentadas pelas 19 pessoas hospitalizadas por AVC em um período de três meses de movimentação típica. Esses dados, abordados por estatística descritiva; as notas de impressões da pesquisadora principal e as análises narrativas das entrevistas semiestruturadas presenciais compuseram os IT. Os resultados apontaram registros de 19 pessoas com dados escassos, pouco legíveis e, portanto, de difícil compreensão. Em sua maioria, eram idosos, com baixa escolaridade, pouca assiduidade às unidades e com três ou mais fatores de risco para o AVC. Os IT das dez pessoas entrevistadas revelaram baixa condição socioeconômica; pouca prioridade das pessoas para cuidados com saúde; baixo vínculo com as unidades antes do AVC; busca equivocada por assistência no momento do AVC; pouco conhecimento sobre o AVC, seus fatores de risco e sinais/sintomas; e relatos de fatores emocionais e condições de trabalho precárias antes do AVC. Revelou-se a existência de poucas ações de promoção de saúde; baixa autonomia dos entrevistados; impasses à criação de vínculos entre trabalhadores e usuários; e cuidado em saúde descoordenado, apesar da garantia da atenção hospitalar diante do AVC. São imperativas as necessidades voltadas à superação do modelo biomédico nas práticas de saúde, com menos culpabilização individual e mais ações coletivas e intersetoriais, considerando-se a determinação social das doenças. A influência de gestores e trabalhadores de saúde comprometidos com a saúde pública sob uma perspectiva integral de produção do cuidado pode proporcionar um olhar mais abrangente para os problemas de saúde, com o fortalecimento da APS, das políticas sociais e do papel do SUS na sociedade.
Título em inglês
Therapeutic itineraries of people who were hospitalized for stroke: singular trajectories prior to the event
Palavras-chave em inglês
Comprehensive health care
Health policies
Primary health care
Stroke
Resumo em inglês
The occurrence of stroke and other chronic conditions could be reduced by primary health care (PHC), which must oversee the health care networks and provide contextualized care in specific territories. Therapeutic itineraries (TI), term arising from Socio-anthropology, to evaluate the general demand for health care, which does not necessarily include professional care, emphasizing the pathways in which people fit their experiences in care and distinguished trajectories. The objectives of this study were to characterize people who were hospitalized due to stroke and build their previous TI, as well as to contribute to the qualification of health care of the Unified Health System (SUS) services. There were evaluated registers of medical records found in the only hospital of the county and respective primary care services that could have been attended by the 19 people hospitalized due to stroke within a three-month period of typical movement. These data, approached by descriptive statistics; impression notes from the main researcher; and the narrative analysis of semi-structured people interviews structured the TI. The results showed poor record data of 19 people and difficult comprehension. Most of them were elderly patients, with low level of scholarity, short adherence and three or more risk factors for stroke. The TI of ten people interviewed revealed low socioeconomic status; little priority for health care; low bond with the services before the stroke; mistaken search for assistance at the moment of stroke; little knowledge about stroke, its risk factors and signs/ symptoms; and reports of emotional factors and poor working condition before the stroke. It was revealed the existence of few health promotional actions; low autonomy of respondents; obstacles to create bonds between workers and patients; and uncoordinated health care, despite of the guarantee of hospital care in the moment of stroke. It is imperative to overpass the biomedical model in health practices, with less individual culpability, and more intersectorial and public actions considering the social determination of diseases. The influence of managers and health workers engaged to public health from an integral perspective of promotion health care could provide a more comprehensive look at health problems, strengthening PHC, social policies and the role of SUS in society.
 
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Data de Publicação
2022-01-07
 
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