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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.17.2020.tde-01062020-090238
Documento
Autor
Nome completo
Susana Eulalia Dueñas Matute
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2020
Orientador
Banca examinadora
Martinez, Edson Zangiacomi (Presidente)
Bettiol, Heloisa
Marba, Sergio Tadeu Martins
Silva, Anderson Soares da
Título em espanhol
Respuesta clínica frente a los antibióticos de los niños indígenas y no indígenas menores de cinco años con neumonía adquirida en la comunidad, en Otavalo-Ecuador
Palavras-chave em espanhol
Diferencias culturales
Factores asociados
Neumonía
Respuesta clínica
Uso de antibióticos
Resumo em espanhol
La tasa de mortalidad infantil del Ecuador es de 11 por mil nacidos vivos, siendo la neumonía la tercera causa de mortalidad en los niños de 1 a 5 años de edad. En el Ecuador la etnicidad es un aspecto importante, que debe considerarse cuando tratamos a los pacientes, pues existe una población indígena del 7,3 % que se diversifica en 14 nacionalidades y 19 pueblos, de las cuales el 90% constituye la etnia Kichwa. Este estudio pretende indagar si la población infantil indígena de Otavalo región Sierra del Norte del Ecuador, pudo haber desarrollado una respuesta clínica diferente a los grupos poblacionales no indígenas frente a los antibióticos. Para ello, se tomó el universo de todos los pacientes indígenas y no indígenas menores de cinco años con neumonía, que ingresaron al Hospital San Luis de Otavalo desde el mes de marzo 2017 hasta junio 2018 observando la respuesta clínica en base al tiempo de estancia hospitalaria, factores asociados con neumonía y la recuperación del paciente según el tipo de antibiótico suministrado (primera, segunda o tercera generación). El número de ingresos hospitalarios durante el lapso de un año fueron de 106 niños menores de cinco años, indígenas y no indígenas. Varones (n=66; 62,3%), indígenas (n=72; 67,9%) lactantes menores (n=15; 14,2%), de zona rural (n=65; 61,3%), de partos institucionales en su gran mayoría (n=98; 92,5%), con peso adecuado (n=93; 87,7%). Entre los factores asociados a la neumonía se encontró que la totalidad del universo de los niños tanto indígenas como no indígenas recibieron lactancia materna (indígenas n=73; no indígenas n=33), el esquema completo de vacunación se cumplió (n=83; 78,3%) y los niños tuvieron peso adecuado al nacer (n=93; 87,7%). El uso de leña no se observa en la población estudiada, en cuanto a servicios básicos, apenas la mitad de la población de este estudio cuenta con alcantarillado (n=54; 50.9%). Se encontró que tanto indígenas como no indígenas tuvieron una estancia media menor de 6 días (n=86; 81,1%) y respondieron en su mayoría (n=24; 33,3%) al antibiótico de primera generación.
Título em português
Resposta clínica a antibióticos em crianças indígenas e não indígenas menores de cinco anos com pneumonia adquirida na comunidade, em Otavalo - Equador
Palavras-chave em português
Diferenças culturais
Fatores associados
Pneumonia
Resposta clínica
Uso de antibióticos
Resumo em português
No Equador, a taxa de mortalidade infantil é de 11 óbitos por mil nascidos vivos, sendo a pneumonia a terceira causa de mortalidade em crianças de 1 a 5 anos de idade. No cuidado aos pacientes, a etnia é um aspecto importante, dado que existe no pais uma população indígena de 7,3%, diversificada em 14 nacionalidades e 19 povos, das quais 90% constituem a etnia Quíchua. Este estudo objetiva avaliar se na população infantil indígena de Otavalo, região da Serra do Norte do Equador, desenvolveu-se uma resposta clínica a antibióticos diferente quando comparada a diferentes grupos populacionais não indígenas. Assim, considerou-se o universo de todos os pacientes indígenas e não indígenas menores de cinco anos com pneumonia, que ingressaram no Hospital San Luis de Otavalo de março de 2017 a junho de 2018, observando a resposta clínica em relação ao tempo de permanência hospitalar, fatores associados à doença e a recuperação dos pacientes segundo o tipo de antibiótico administrado (primeira, segunda ou terceira geração). O número de hospitalizações no período de um ano foi de 106 crianças menores de cinco anos, indígenas ou não. Foi maioria as crianças de sexo masculino (n=66, 62,3%), indígenas (n=72, 67,9%), lactantes menores (n=15, 14,2), moradores na zona rural (n=65, 61,3%), de partos institucionais (n=98, 92,5%) e com peso adequado (n=93, 87,7%). Entre os fatores associados à pneumonia, encontrou-se que a totalidade do universo de crianças indígenas e não indígenas receberam amamentação materna, o esquema completo de vacinação foi cumprido e as crianças tiveram peso adequado ao nascer (n=93, 87,7%). O uso de lenha não é observado na população estudada, e em termos de serviços básicos, apenas metade da população deste estudo possui sistema de esgoto em seus domicílios (n=54, 50,9%). Tanto indígenas quanto não indígenas tiveram um período de hospitalização média inferior a 6 dias (n=86, 81,1%) e responderam em sua maioria (n=24, 33,3%) ao antibiótico de primeira geração.
 
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Data de Publicação
2020-07-13
 
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