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Master's Dissertation
DOI
https://doi.org/10.11606/D.17.2020.tde-20052020-085330
Document
Author
Full name
Cassia Dias Machado de Sousa
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
Ribeirão Preto, 2020
Supervisor
Committee
Suen, Vivian Marques Miguel (President)
Marostica Junior, Mario Roberto
Navarro, Anderson Marliere
Tirapelli, Carlos Renato
Title in Portuguese
Cravo da índia na microbiota intestinal e no metabolismo glicídico e lipídico de camundongos alimentados com dieta hiperlipídica
Keywords in Portuguese
Cravo da índia
Diabetes tipo 2
Fitoterapia
Microbiota intestinal
Obesidade
Abstract in Portuguese
Introdução: obesidade é uma doença crônica e multifatorial, podendo ser determinada pelo excesso relativo ou absoluto das reservas corporais de gordura. Diante do aumento de sua prevalência, inúmeros tratamentos têm surgido e dentre eles, um grande interesse pelo potencial dos fitoterápicos. Entre as espécies de vegetais estudadas, tem-se o cravo da índia (Syzygium aromaticum), com possíveis atividades antioxidante, anti-inflamatória e hipoglicemiante, desempenhando assim um papel importante na obesidade. Objetivo: avaliar os efeitos do uso de cravo da índia na microbiota intestinal, no perfil lipídico e glicídico, peso corporal, peso dos tecidos e acúmulo de lipídio hepático e pancreático em animais alimentados com dieta hiperlipídica. Metodologia: foram utilizados 48 camundongos (C57BL/6) machos, os quais foram divididos em 4 grupos com 12 animais cada: dieta padrão, dieta padrão com cravo, dieta hiperlipídica e dieta hiperlipídica com cravo. Os animais do grupo dieta padrão foram alimentados com uma ração padrão ad libitum (Nuvilab®) e os do grupo dieta hiperlipídica foram alimentados com ração hiperlipídica durante 10 semanas. A suplementação de extrato de cravo da índia foi feita via gavagem na dose de 250 mg/kg/dia nos grupos dieta padrão com cravo e dieta hiperlipídica com cravo. Durante o experimento o peso corporal foi avaliado semanalmente e ingestão diariamente. Foi realizado o teste de tolerância à glicose na última semana de experimento e o teste de sensibilidade à insulina foi realizado 48 horas após o teste de tolerância a glicose, ambos após jejum de 8 horas. Ao final do período experimental, os animais foram eutanasiados e coletadas amostras sanguíneas para dosagem de: insulina, colesterol total e triglicerídeos, além dos órgãos e tecidos: fígado, pâncreas, tecido adiposo retroperitoneal, epididimal e marrom. Todos os testes de hipóteses desenvolvidos neste trabalho consideraram uma significância de 5%. As análises foram feitas via ANOVA one way seguida pelo teste post hoc de Tukey. Resultados: para ingestão o grupo dieta padrão apresentou maior consumo, logo, ganhando mais peso quando comparado ao dieta padrão com cravo da índia. Nos grupos de dieta hiperlipídica, observa-se que a dieta foi eficiente para o ganho de peso, pois ao comparar com os grupos de dieta padrão tiveram maior ganho de peso, apesar do grupo dieta padrão ter apresentado maior ingestão. Para as gorduras retroperitoneal e epididimal, essas não se diferiram entre os grupos de dieta padrão e nos grupos de dieta hiperlipídica foram maiores no grupo suplementado. Na gordura marrom, o suplemento não se mostrou eficaz. Para a histologia foi possível observar que o cravo da índia foi eficiente em prevenir o acúmulo de gordura hepática. Quanto a microbiota observou-se melhora através do aumento no filo Bacteroidetes nos grupos suplementados. Conclusão: o cravo da índia pareceu melhorar um filo benéfico na microbiota intestinal dos grupos suplementados e aparentou exercer efeito protetor no fígado dos grupos de dieta hiperlipídica, apesar de não prevenir o ganho de peso e o aumento de gordura corporal. Também não promoveu melhora no metabolismo glicídico e lipídico.
Title in English
Clove in the gut microbiota and glycemic and lipid profile of high fat diet-fed mice
Keywords in English
Clove
Gut microbiota
Obesity
Phytotherapy
Type 2 diabetes
Abstract in English
Introduction: obesity is a chronic and multifactorial disease, which can be determined by the relative or absolute excess of body fat reserves. In view of the increase in its prevalence, numerous treatments have emerged and among them, a great interest in the potential of herbal medicines. Among the vegetable species studied, there is the clove (Syzygium aromaticum), with possible antioxidant, anti-inflammatory and hypoglycemic activities, thus playing an important role in obesity. Objective: to evaluate the effects of the use of cloves on the intestinal microbiota, on the lipid and glycidic profile, body weight, tissue weight and accumulation of hepatic and pancreatic lipid in animals fed a high-fat diet. Methods: 48 male mice (C57BL / 6) were used, which were divided into 4 groups with 12 animals each: standard diet, standard diet with cloves, hyperlipidic diet and hyperlipidic diet with cloves. Animals in the standard diet group were fed a standard ad libitum diet (Nuvilab®) and those in the high-fat group were fed with high-fat diet for 10 weeks. The supplementation of clove extract was done via gavage at a dose of 250 mg / kg / day in the groups of standard diet with cloves and hyperlipidic diet with cloves. During the experiment, body weight was assessed weekly and daily intake. The glucose tolerance test was perform in the last week of the experiment and the insulin tolerance test was performed 48 hours after the glucose tolerance test, both after fasting for 8 hours. At the end of the experimental period, the animals were euthanized and blood samples were collected to measure: insulin, total cholesterol and triglycerides, in addition to organs and tissues: liver, pancreas, retroperitoneal, epididymal and brown adipose tissue. All hypothesis tests developed in this work considered a 5% significance. The analyses were conducted by, ANOVA one way and post hoc Tukey. Results: for ingestion, the standard diet group had higher consumption, therefore, gaining more weight when compared to the standard diet with cloves. In the high-fat diet groups, it was observed that the diet was efficient for weight gain, because when comparing with the standard diet groups, they had greater weight gain, despite the fact that the standard diet group had greater intake. For retroperitoneal and epididymal fats, these did not differ between the standard diet groups and in the high-fat diet groups were higher in the supplemented group. In brown fat, the supplement was not effective. For histology, it was possible to observe that cloves were efficient in preventing the accumulation of liver fat. As for the microbiota, improvement was observed through the increase in the phylum Bacteroidetes in the supplemented groups. Conclusion: cloves appeared to improve a beneficial phylum in the intestinal microbiota of the supplemented groups and appeared to have a protective effect on the liver of the high-fat groups, despite not preventing weight gain and increasing body fat. It also did not promote improvement in glycidic and lipid metabolism.
 
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Publishing Date
2020-07-13
 
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