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Thèse de Doctorat
DOI
https://doi.org/10.11606/T.17.2020.tde-17122019-120741
Document
Auteur
Nom complet
Aline Moreira Ribeiro
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
Ribeirão Preto, 2019
Directeur
Jury
Oliveira, Harley Francisco de (Président)
Ferreira, Cristine Homsi Jorge
Muglia, Valdair Francisco
Vasconcelos, Elaine Cristine Lemes Mateus de
Titre en portugais
Disfunções do assoalho pélvico em mulheres sobreviventes ao câncer
Mots-clés en portugais
Desempenho físico funcional
Incontinência urinária
Neoplasias
Qualidade de vida
Saúde sexual
Resumé en portugais
Introdução: As disfunções do assoalho pélvico (DAP) se manifestam através dos sintomas do trato urinário inferior (STUI), disfunção anorretal e sexual. As DAP causam um importante impacto na qualidade de vida (QoL) em sobreviventes ao câncer, porém, não é conhecida a prevalência e consequências destas disfunções no Brasil. Objetivo: Verificar a prevalência de DAP em mulheres sobreviventes ao câncer. Secundariamente, pretende-se avaliar a QoL, o desempenho funcional, a função sexual, as atividades de vida diária (AVD) e saúde emocional associados às DAP. Método: Estudo transversal retrospectivo de base populacional, em mulheres com diagnóstico clínico de qualquer neoplasia no período entre 2013 e 2017 (Grupo Estudo, GE) e mulheres em seguimento clínico de rotina, sem histórico de câncer (Grupo Controle, GC). Estes grupos foram pareados por faixa etária e paridade. Todas as participantes foram entrevistadas através da aplicação do Questionário de Desconforto no Assoalho Pélvico (PFDI-20), Questionário Sexual para Incontinência Urinária e Prolapso de Órgãos Pélvicos (PISQ-12), Questionário de Impacto no Assoalho Pélvico (PFIQ-7), Questionário de Qualidade de Vida da Organização Mundial de Saúde - Breve (WHOQOL-BREF) e Fluxograma de Avaliação de Funcionalidade (FAF). Resultado: Foram incluídas 144 mulheres (GE, n=72 e GC, n=72). A idade média geral foi 56,1 (24-79) anos. A prevalência de DAP na amostra geral foi de 87,5% (n=63). O GE apresentou uma prevalência de incontinência urinária de esforço maior que o GC (p=0,0209). Não foi observada diferença entre os grupos em relação ao escore total do questionário PFID-20 e do PISQ-12. Avaliando-se conforme as questões do referido questionário, houve diferença estatística na avaliação do domínio "desejo" (p=0,0003) e "intensidade do orgasmo" (p=0,0291), com piores escores para o GE. Não houve diferença entre os grupos na avaliação da influência das DAP na QoL, AVD e saúde emocional, avaliada pelo questionário PFIQ-7. Em relação à QoL, o GE apresentou piores pontuações nos domínios físico (p=0,0002) e psicológico (p=0,0035) e no escore total do questionário WHOQoL-BREF (p=0,0093), tendo este mesmo grupo demonstrado também pior desempenho funcional, conforme o Fluxograma de Avaliação de Funcionalidade (p<,0001). Conclusão: A prevalência de DAP foi de 87,5% em ambos grupos. O GE apresentou maior impacto na QoL nos domínios físico e psicológico, bem como também pior funcionalidade.
Titre en anglais
Pelvic floor dysfunctions in cancer survivors
Mots-clés en anglais
Neoplasms
Physical functional performance
Quality of life
Sexual health
Urinary incontinence
Resumé en anglais
Introduction: Pelvic floor dysfunctions (PFD) are manifested through symptoms of the lower urinary tract symptoms (LUTS), anorectal and sexual dysfunction. PFD has an important impact on quality of life (QoL) in cancer survivors, but the prevalence and consequences of these dysfunctions in Brazil are not known. Aim: To verify the prevalence of PFD in cancer survivors. Secondarily, we intend to evaluate the QoL, functional performance, sexual function, activities of daily living (ADL) and emotional health associated with PFD. Method: Populationbased cross-sectional study in women with a clinical diagnosis of any neoplasia between 2013 and 2017 (Study Group, SG) and women in routine clinical follow-up, with no history of cancer (Control Group, CG). These groups were matched for age and parity. All participants were interviewed using the Pelvic Floor Disability Index (PFDI-20), Pelvic Organ Prolapse/Urinary Incontinence Sexual Function Questionnaire (PISQ-12), Pelvic Floor Impact Questionnaire (PFIQ-7), World Health Organization Quality of Life - Brief (WHOQOL-BREF) and Functionality Assessment Flowchart (FAF). Result: One hundred and forty-four women were included (SG, n=72 and CG, n=72). The overall mean age was 56.1 (24-79) years. The prevalence of PFD in the general sample was 87.5% (n=63). The SG had a higher prevalence of stress urinary incontinence than the CG (p=0.0209). No difference was observed between the groups regarding the total score of the PFID-20 and PISQ-12 questionnaires. Evaluating according to the questions of the questionnaire there was a statistical difference in the evaluation of the domain "desire" (p=0.0003) and "intensity of orgasm" (p=0.0291), with worse scores for the SG. There was no difference between the groups in assessing the influence of PFD on QoL, ADL and emotional health, as assessed by the PFIQ-7 questionnaire. Regarding the QoL, the SG presented worse scores in the physical (p=0.0002) and psychological (p=0.0035) domains and in the total score of the WHOQoL-BREF questionnaire (p=0.0093), with this same group also demonstrated worse functional performance according to the Functionality Assessment Flowchart (p<.0001). Conclusion: The prevalence of PFD was 87.5% in both groups. SG had a greater impact on QoL in the physical and psychological domains, as well as worse functional performance.
 
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Date de Publication
2020-05-04
 
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