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Tesis Doctoral
DOI
https://doi.org/10.11606/T.17.2021.tde-05112021-103059
Documento
Autor
Nombre completo
Maria Lícia Ribeiro Cury Pavão
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
Ribeirão Preto, 2021
Director
Título en portugués
Estudo da utilização de cardiodesfibrilador implantável na cardiopatia crônica da doença de Chagas para prevenção secundária de morte súbita cardíaca
Resumen en portugués
Introdução: A cardiopatia crônica da doença de Chagas (CCDC) é uma cardiomiopatia dilatada caracterizada por arritmias ventriculares malignas e risco aumentado de morte súbita cardíaca (MSC). Dados controversos existem a respeito da eficácia do cardiodesfibrilador implantável (CDI) na CCDC tendo em vista resultados contraditórios observados. Além disso, tempestade elétrica (TE) é um problema comum nesta população, porém dados sobre preditores clínicos e desfechos são limitados. Nesta tese, avaliamos retrospectivamente pacientes com CCDC com CDI para prevenção secundária de MSC, com o objetivo de analisar os resultados em grupos com função ventricular do ventrículo esquerdo (FEVE) deprimida e preservada e comparar as características de grupos com ou sem TE durante um seguimento de longo prazo. Métodos: Avaliados 111 pacientes com CCDC (73 homens; 60 ± 12 anos) com tempo de seguimento médio de 1948 ± 1275 dias após implante de CDI. Dados demográficos, clínicos, características das arritmias, terapia aplicada pelo CDI, dados de TE e de óbitos foram coletados. Tempo para óbito foi o desfecho primário; FEVE≤45% a exposição; e idade, gênero e terapia pelo CDI os potenciais confundidores. Usamos métodos de tempo para evento e modelos proporcionais de Cox para análise, censurando observações em 5 anos de seguimento para análise de sobrevida. Testes exatos de Fisher foram usados para comparações. O valor de p<0.05 foi considerado significativo. Resultados: Setenta e dois porcento dos pacientes apresentaram pelo menos 1 evento de arritmia ventricular sustentada. Ocorreram 50 óbitos (45%), com uma mortalidade anual de 8,4%, sendo a maioria devido a insuficiência cardíaca refratária ou causas não cardíacas. Taxas de sobrevivência não ajustadas foram significativamente diferentes entre pacientes com FEVE≤45% (26 óbitos), 50,5% (95% intervalo de confiança [IC]: 36,2%63,2%) quando comparados com pacientes com FEVE > 45% (10 óbitos), 77,6% (95% IC: 62,3%87,3%, P<0.01). Após ajustes para confundidores, FEVE reduzida (razão de riscos [RR]: 5,2, 95% IC: 2,3-11,6), idade (RR: 1,04, 95% IC: 1,01-1,07), e gênero feminino (RR: 3,97, 95% IC: 1,85 - 8,54) associaram-se independentemente ao desfecho. Na análise de TE, o grupo presença de TE (n= 57; 42 homens; 62 ± 10 anos) e o grupo ausência de TE (n = 53; 32 homens; 57 ± 14 anos) apresentaram características basais demográficas e parâmetros clínicos similares, porém a FEVE foi maior no grupo presença de TE (44 ± 14% vs. 37 ± 14%; p = 0,02) e a duração do QRS foi mais curta (109 ± 35 ms vs. 134 ± 36 ms; p = 0,0027). Taxa de mortalidade não diferiu entre os grupos (razão de probabilidades RP61: 1,2; 95% IC: 0.79 a 1,85; p = 0,44). Conclusões: CDIs abortam com sucesso arritmia ventriculares malignas em CCDC. Função ventricular esquerda deprimida foi um preditor de maior mortalidade na população estudada. A presença de TE é frequente nesta população, porém não foi um indicador de pior prognóstico e não foi associada à FEVE mais deprimida ou a um QRS de maior duração.
Título en inglés
Study of the use of implantable cardioverter-defibrillator in chronic Chagas heart disease for secondary prevention of sudden cardiac death
Resumen en inglés
Background: Chagas heart disease (CHD) is a dilated cardiomyopathy characterized by malignant ventricular arrhythmias and increased risk of sudden cardiac death (SCD). Much controversy exists concerning the efficacy of implantable cardioverterdefibrillator (ICDs) in CHD because of mixed results observed. Besides, electrical storm (ES) is a common problem in this population but data on clinical predictors and outcomes are limited. We report our long-term experience with ICDs for secondary prevention in CHD, with the specific aim of assessing the results in groups with preserved or depressed global left ventricular function and comparing the characteristics of those with or without ES during long-term follow-up. Methods: The authors retrospectively evaluated 111 patients with CHD (73 males; 60 ± 12 years) with a mean follw-up of 1,948 ± 1,275 days after ICD. Demographic, clinical, arrhythmia characteristics, ICD treatment, ES data and death data were collected. Time to death was the primary outcome; LVEF≤45% the exposure; and age, gender, and ICD therapy delivery the potential confounders. We used time-to-event methods and Cox proportional models for analysis, censoring observations at time of death or at 5-year follow-up in survivor and Fisher exact tests for comparisons. A p value <0.05 was considered significant. Results: Seventy-two percent of the patients presented at least one sustained ventricular arrhythmia requiring appropriate therapy. Death occurred in 50 (45%) patients, with an annual mortality rate of 8.4%, mostly due to refractory heart failure or noncardiac causes. Unadjusted survival rates were significantly distinct between patients with left ventricular ejection fraction (LVEF) ≤ 45% (26 deaths), 50.5% (95% confidence interval [CI]: 36.2%-63.2%) when compared to patients with LVEF > 45% (10 deaths), 77.6% (95% CI: 62.3%-87.3%, P<0.01). After adjusting for confounders, low LVEF (hazard ratio [HR]: 5.2, 95% CI: 2.3-11.6), age (HR: 1.04, 95% CI: 1.01-1.07), and female gender (HR: 3.97, 95% CI: 1.85-8.54) were independently associated with the outcome. The ES group (n= 57; 42 men; age 62 ± 10 years) and the non-ES group (n = 53; 32 men; age 57 ± 14 years) had similar baseline demographic and clinical parameters, but left ventricular ejection fraction was higher in the ES group (44 ± 14% vs. 37 ± 14%; p = 0.02) and QRS duration was shorter (109 ± 35 ms vs. 134 ± 36 ms; p = 0.0027). Mortality rates were comparable in the 2 groups (odds ratio: 1.2; 95% CI: 0.79 to 1.85; p = 0.44). The ES group presented 116 ES (2.03 ±1.47, 1 to 6). A total of 2,953 (61%) arrhythmic events required ICD therapy. Conclusions: ICDs successfully aborted life-threatening arrhythmias in CHD patients. Impaired left ventricular function predicted higher mortality in CHD patients with an ICD for secondary prevention of SCD. ES is frequent in CHD but in itself does not carry a worse prognosis in this study population and was not associated with a more depressed left ventricular systolic function or a longer QRS.
 
Fecha de Publicación
2021-11-23
 
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