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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.17.2013.tde-11062013-165125
Documento
Autor
Nome completo
Bruna Ferreira de Souza
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2013
Orientador
Banca examinadora
Ferraz, Victor Evangelista de Faria (Presidente)
Galante, Pedro Alexandre Favoretto
Reis, Rodolfo Borges dos
Título em português
Investigação dos mRNAs de Fusão do Gene TMPRSS2/ERG em Pacientes com Câncer de Próstata.
Palavras-chave em português
TMPRSS2/ERG
Câncer de próstata
Gene de fusão
mRNAs de fusão
Rearranjos gênicos
Resumo em português
O interesse científico em rearranjos gênicos relacionados com a etiogênese e progressão do câncer relaciona-se, principalmente, à descoberta da fusão BCR/ABL na Leucemia Mieloide Crônica, sendo que desde então, houve uma evolução no manejo dessa doença, instigando uma série de estudos correlatos em outras neoplasias. Essas pesquisas culminaram no encontro do primeiro rearranjo gênico em tumores sólidos, o gene de fusão TMPRSS2/ERG, envolvendo a região promotora do gene da serina protease, o TMPRSS2, e o gene da família de fatores de transcrição ETS, o ERG. Ele é específico de adenocarcinoma da próstata, o que o torna forte candidato a biomarcador e já demonstra exercer papel de destaque no manejo clínico do câncer de próstata (CaP), tal qual o exercido pela fusão BCR/ABL. Sua frequência têm se mostrado associada a diversos fatores, sobretudo à etnia de origem. Indivíduos portadores de CaP oriundos de diversos países já foram estudados quanto à frequência dessa fusão e o resultado é bastante diversificado. No Brasil, entretanto, ainda não há dados a respeito desse rearranjo, e este trabalho visa contribuir para a identificação da frequência da mesma e sua contribuição para o diagnóstico e o tratamento do CaP no país. Para tal, utilizamos mRNA de 20 indivíduos com CaP provenientes do serviço de atendimento do HCFMRP/USP, e por meio da técnica de RT-PCR, obtivemos o cDNA dos mesmos que foram investigados quanto à presença da fusão TMPRSS2/ERG, e as amostras positivas sequenciadas para determinação do tipo de isoforma envolvida. Identificamos que 35% das amostras continham o rearranjo e que todas correspondiam à isoforma do tipo III, cuja literatura a relaciona com um fenótipo agressivo do CaP, porém não metástico, e é também a mais comumente identificada. Ao confrontarmos essa evidência com os dados clínicos e histopatológicos, constatamos que havia correlação entre eles, sugerindo assim, como em outros trabalhos, o potencial desse rearranjo como marcador de agressividade do CaP. No entanto, não verificamos relação entre a presença da fusão e dados de progressão da doença. Em vista desses resultados, destacamos a necessidade da promoção de outros trabalhos de mesmo caráter, abrangendo outras regiões, a fim de se delinear um perfil mais representativo desse rearranjo no Brasil, uma vez que seu potencial como biomarcador diagnóstico e clínico é enorme e pode influenciar sobremaneira no manejo do CaP.
Título em inglês
Investigation of mRNAs of the Fusion Gene TMPRSS2/ERG in Patients with Prostate Cancer in Brazil.
Palavras-chave em inglês
TMPRSS2/ERG
Fusion gene
Fusion mRNAs
Gene rearrangements
Prostate cancer
Resumo em inglês
Scientific interest in gene rearrangements associated with cancer progression and etiogenesis relates mainly to the discovery of BCR/ABL fusion in chronic myelogenous leukemia, and since then there has been an evolution in the management of this disease, prompting a series of related studies in other malignancies. These researches resulted in the meeting of the first gene rearrangement in solid tumors, the fusion gene TMPRSS2/ERG involving the promoter region of the gene of serine protease, TMPRSS2, and the gene family of transcription factors ETS, the ERG. It is specific for adenocarcinoma of the prostate, which makes it a strong candidate biomarker and shows already exert a prominent role in the clinical management of prostate cancer (PCa), as is exercised by the BCR/ABL. Its frequency has been shown to be associated with several factors, especially the ethnic origin. Individuals with CaP from different countries have been studied in the frequency of this merger and the result is quite diverse. In Brazil, however, there is no data about this rearrangement, and this paper aims to contribute to the identification of the same frequency and its contribution to the diagnosis and treatment of PCa in the country. Therefore, we used mRNA from 20 individuals with CaP from the answering service HCFMRP/USP, and by RT-PCR, cDNA obtained from the same people who were investigated for the presence of fusion TMPRSS2/ERG, and positive samples sequenced to determine the type of isoform involved. We found that 35% of the samples contained the rearrangement and that all corresponded to the type III isoform, whose literature relates to an aggressive phenotype of PCa, but not metastatic, and is also the most commonly identified. When we compared this evidence with clinical and histopathological data, we found that there was a correlation between them, suggesting, as in other studies, the potential of this rearrangement as a agressivity marker of PCa. However, no significant association between the presence of data fusion and disease progression. In view of these results, we highlight the need to promote other works of the same character, covering other regions, in order to delineate a more representative profile of this rearrangement in Brazil, since its potential as a biomarker and clinical diagnosis is huge and can influence greatly in the management of PCa.
 
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Data de Publicação
2013-09-24
 
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