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Tesis Doctoral
DOI
https://doi.org/10.11606/T.17.2020.tde-11022020-144232
Documento
Autor
Nombre completo
Simone da Costa e Silva Carvalho
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
Ribeirão Preto, 2019
Director
Tribunal
Silva Junior, Wilson Araújo da (Presidente)
Mendes Junior, Celso Teixeira
Palmero, Edenir Inez
Reis, Francisco José Cândido dos
Título en portugués
Caracterização molecular da Síndrome Hereditária do Câncer de Mama e/ou Ovário
Palabras clave en portugués
BRCA1
BRCA2
Diagnóstico molecular
HBOC
Reparo de DNA
Resumen en portugués
A Síndrome Hereditária do Câncer de Mama e/ou Ovário (HBOC) é caracterizada por famílias com história de câncer de mama e/ou ovário e associada a um padrão de herança autossômica dominante. Esta síndrome abrange cerca de 10% e 15% de todos os casos de câncer de mama e de ovário, respectivamente. Os genes BRCA1 e BRCA2 são genes de alta penetrância associados ao aumento de até 20x no risco para o desenvolvimento do câncer de mama e/ou ovário. Entretanto, apenas 20-30% dos casos de HBOC apresentam variantes patogênicas nestes genes e estudos têm evidenciado a contribuição de outros genes ligados às vias de reparo do DNA para o aumento de risco para HBOC. Na população brasileira, variantes em genes como ATM, ATR, CHEK2, MLH1, MSH2, MSH6, POLQ, PTEN e TP53, têm sido relatadas em até 7,35% dos casos estudados. Assim, o objetivo destes estudo foi realizar a pesquisa e caracterização de variantes em 21 genes relacionados à HBOC (ATM, ATR, BARD1, BRCA1, BRCA2, BRIP1, CDH1, CHEK2, FAM175A, MLH1, MRE11A, MSH2, MSH6, NBN, PALB2, PMS2, PTEN, RAD50, RAD51, TP53 e UIMC1) em 95 indivíduos diagnosticados com suspeita clínica de HBOC no Sudeste brasileiro. Foram identificadas 78 variantes patogênicas ou de significado incerto com conflito de informações sobre patogenicidade na literatura, em 19 dos 21 genes analisados. Cerca de 23,4% dos pacientes apresentaram variantes patogênicas nos genes BRCA1, BRCA2 e TP53, frequência maior que a identificada por outros estudos na população brasileira. No entanto, 83,3% das variantes identificadas são de significado incerto. A análise de associação identificou 13 destas VUS, em 8 genes, como significativamente associadas ao risco para HBOC. Os pacientes portadores destas variantes não apresentaram alterações no número de cópias para os genes BRCA1/BRCA2. Cinco variantes no BRCA1 foram identificadas como sendo segregadas em haplótipo, mas este não foi associado ao risco para HBOC. Duas variantes nos genes FAM175A e UIMC1 apresentaram alta frequência nos casos estudados e pacientes duplo heterozigotos apresentaram deficiência no reparo de danos causado após irradiação. Duas variantes no gene PALB2 associadas ao risco não afetaram a interação com BRCA1 e apresentaram atividade de reparo similar à proteína selvagem. No entanto, uma variante no CHEK2 levou à instabilidade da proteína e diminuição nos níveis de ativação de CHK2. Embora não associadas ao risco, duas variantes identificadas nos genes PMS2 e BRIP1 foram classificadas como possivelmente patogênicas. Esta variante no gene BRIP1 apresentou sensibilidade ao tratamento à mitomicina C, evidenciando uma deficiência na função desta proteína. Estudos como este evidenciam como outros genes envolvidos em vias de reparo do DNA podem estar contribuindo para a patogênese do HBOC. A caracterização destas variantes é imprescindível para estimar os riscos associados e assim possibilitar o acompanhamento clínico e aconselhamento genético adequados para pacientes diagnosticados clinicamente com HBOC, que, em sua maioria, permanecem sem um diagnóstico molecular elucidado.
Título en inglés
Molecular characterization of the Hereditary Breast and Ovarian Cancer Syndrome
Palabras clave en inglés
BRCA1
BRCA2
DNA Repair
HBOC
Molecular Diagnosis
Resumen en inglés
The Hereditary Breast and Ovarian Cancer Syndrome (HBOC) is characterized by families with a history of breast/ovarian cancer with an autosomal dominant inheritance patern. This syndrome covers about 10% to 15% of all cases of breast and ovarian cancer, respectively. The BRCA1 and BRCA2 genes are high penetrance genes associated with an increased risk of up to 20x for breast and ovarian cancer. However, only 20-30% of HBOC cases present pathogenic mutations in those genes, and other DNA repair genes have emerged as increasing the risk for HBOC. In the Brazilian population, mutations in genes such as ATM, ATR, CHEK2, MLH1, MSH2, MSH6, POLQ, PTEN and TP53 have been reported in up to 7.35% of the studied cases. The aim of this study was to investigate and characterize mutations in 21 HBOC-related genes (ATM, ATR, BARD1, BRCA1, BRCA1, BRIP1, CDH1, CHEK2, FAM175A, MLH1, MRE11A, MSH2, MSH6, NBN, PALB2, PMS2, PTEN, RAD50, RAD51, TP53 and UIMC1) in 95 individuals clinically diagnosed with HBOC in the Southeastern Brazil. We identified 78 pathogenic mutations and variants of uncertain significance with conflicting data on pathogenicity for 19 of the 21 genes analysed. About 23.4% of the patients presented pathogenic mutations in BRCA1, BRCA2 and TP53, a frequency higher than that identified by other studies in the Brazilian population. However, 83.3% of the identified variants are of uncertain significance. Five BRCA1 variants were identified as being segregated in haplotype, but this was not associated with risk for HBOC. Two variants in FAM175A and UIMC1 genes presented high frequency in the studied cases and when in double heterozygosity, presented deficiency in the repair of DNA damage after irradiation. The association analysis showed 13 VUS in 8 genes, as significantly associated with increased risk for HBOC, and the patients that carry those VUS did not present copy number variations for BRCA1/BRCA2 genes. Two PALB2 variants associated with risk did not affect the interaction with BRCA1 and presented repair activity similar to the wild type protein. However, one variant in CHEK2 led to protein instability and decreased levels of CHK2 activation. Although not associated with an increased risk, two variants identified in PMS2 and BRIP1 were classified as possibly pathogenic. The BRIP1 variant showed sensitivity to mitomycin C treatment, evidencing a deficiency in the protein function. Data such as this show how much other DNA repair genes may be contributing to the HBOC pathogenesis, emphasizing how essential the characterization of variants of unknow significance is for estimating the risks and thus enabling adequate clinical follow-up and genetic counseling for patients clinically diagnosed with HBOC, which, for the most part, remain without an elucidated molecular diagnosis.
 
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Fecha de Publicación
2020-04-28
 
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