• JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
 
  Bookmark and Share
 
 
Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.16.1998.tde-22072022-083747
Documento
Autor
Nome completo
Ângelo Bucci
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1998
Orientador
Banca examinadora
Almeida, Eduardo Luiz Paulo Riesencampf de (Presidente)
Martins, Carlos Alberto Ferreira
Meyer, Regina Maria Prosperi
Título em português
Anhangabaú, o Chá e a Metrópole
Palavras-chave em português
Áreas centrais
Áreas metropolitanas
Espaço urbano
Planejamento territorial urbano
Resumo em português
Anhangabaú, o Chá e a Metrópole, são três palavras que dão o título deste estudo e fazem o seu roteiro. Anhangabaú é o modo como os índios viam o lugar e como lhe denominaram. Desde então, pela sua natureza, ele era identificado como um recinto e também como referência. Ainda hoje, em certa medida, o vemos e o chamamos do mesmo modo. O Chá é o Viaduto que transpôs o Vale inaugurando a cidade moderna no final do século XIX. É a superação, no que diz respeito a relação da cidade com o lugar. A Metrópole atravessa aquele recinto e lhe confere a grande dimensão, ela multiplica o seu valor simbólico. Três projetos serão analisados à luz destas considerações iniciais. Dois deles são simultâneos, Le Corbusier e Prestes Maia, 1929 e 1930, e representativos de duas linhas opostas do pensamento sobre as questões da arquitetura. O primeiro teve importância na formação dos arquitetos paulistanos e o segundo foi responsável pela construção da São Paulo atual. Finalmente, o projeto de Vilanova Artigas, 1974, representa a síntese que propôs conciliar ação e pensamento, dois universos tragicamente cindidos. É esse o assunto.
Título em inglês
Not available
Palavras-chave em inglês
Not available
Resumo em inglês
Anhangabaú, Chá and Metropolis are three words which give this study both its title and its itinerary. Anhangabaú is the name given to the valley by the native indians, and is their way of seeing it "the devil's hiding place". Since then, because of its topography, it has been seen as both an enclosure and a point of reference. Even today, in some degree, it is seen in the same way. The Viaduto do Chá is the viaduct crossing the valley which announced the birth of the modern city at the end of the 19th century. It is an act of domination, in terms of the relationship between city and place. The surrounding Metropolis gives the place its sense of grandeur and multiplies its symbolic value. Three projects are analysed in the light of these initial considerations. Two of them, by Le Corbusier and Prestes Maia, of 1929 and 1930, are representative of two opposing lines of architectural thought. The first was important in the formation of a São Paulo school of architecture, while the second was responsible for the construction of the city as we see it today. Finally, the project by Vilanova Artigas, of 1974, represents the reconciliation of action and thought, two tragically divided universes.
 
AVISO - A consulta a este documento fica condicionada na aceitação das seguintes condições de uso:
Este trabalho é somente para uso privado de atividades de pesquisa e ensino. Não é autorizada sua reprodução para quaisquer fins lucrativos. Esta reserva de direitos abrange a todos os dados do documento bem como seu conteúdo. Na utilização ou citação de partes do documento é obrigatório mencionar nome da pessoa autora do trabalho.
Data de Publicação
2022-08-19
 
AVISO: Saiba o que são os trabalhos decorrentes clicando aqui.
Todos os direitos da tese/dissertação são de seus autores
CeTI-SC/STI
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP. Copyright © 2001-2022. Todos os direitos reservados.