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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.14.2010.tde-26072010-120642
Documento
Autor
Nome completo
Alessandro Pereira Moisés
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2010
Orientador
Banca examinadora
Damineli Neto, Augusto (Presidente)
Barbosa, Cássio Leandro Dal Ri
Boas, Jose Willians dos Santos Vilas
Hetem, Jane Cristina Gregorio
Lepine, Jacques Raymond Daniel
Título em português
Braços espirais da galáxia: posição das regiões HII gigantes e formação estelar
Palavras-chave em português
Estrelas de Alta Massa
Estrutura da Galáxia
Formação Estelar
Regiões HII
Resumo em português
Nesta tese é apresentado um catálogo fotométrico no infravermelho próximo de 35 Regiões HII, todas pertencentes ao disco Galáctico. Esta faixa espectral é útil uma vez que os comprimentos de onda são grandes o suficiente para se ter uma baixa extinção interestelar comparada ao visível, e são pequenos o suficiente para diagnosticar as fotosferas estelares. Foram obtidas imagens nas bandas J, H e K e imagens do Spitzer nos canais de 3,5, 5,8 e 8,0 m. Após a fotometria nas imagens JHK, foi possível construir diagramas cor-cor e cor-magnitude. Foram utilizadas imagens coloridas, compostas de uma combinação RGB das imagens nas três bandas, tanto para as imagens JHK quanto para as imagens do Spitzer. Estas imagens, junto com os diagramas, foram utilizadas para levantar candidatos a fontes ionizantes das regiões HII, assim como objetos ainda em estágios primordiais de evolução (CTTs e MYSOs). Estes dados também foram utilizados para associar à cada região HII um estágio evolutivo (de A até D, da região mais jovem à mais evoluída). Baseado na posição da Sequência Principal em diagramas cor-magnitude, foi possível comparar as distâncias cinemáticas com nossos dados. Além disso, quando possível, foram utilizadas distâncias de regiões HII determinadas por paralaxe espectrofotométrica (disponíveis na literatura) e utilizando duas leis de extinção interestelar extremas mostrou-se que estas distâncias são menores que suas contrapartidas cinemáticas, e estão em acordo com distâncias determinadas por outros métodos, como por paralaxe trigonométrica. Sabendo que estas regiões de formação estelar seguem a dinâmica do gás, o mapeamento da distribuição destas regiões permite checar a estrutura espiral da Via Láctea.
Título em inglês
Spiral Arms of the Galaxy: Position of the giant HII Regions and Star Formation
Palavras-chave em inglês
Galactic Structure
HII Regions
Massive Stars
Star Formation
Resumo em inglês
In this work, a near infrared photometric catalog of 35 HII regions that belongs to the Galactic plane is presented. This spectral range is useful since the wavelengths are long enough to have less influence of the interstellar extinction compared to the visible domain, and they are small enough to still show stellar photospheric features. Images of these HII regions in the J, H and K-band together with IRAC-Spitzer images (channels 4.5, 5.8 and 8.0 m) were used. After the photometry in the JHK images, color-color and color-magnitude diagrams were constructed. These two group of images (JHK and 4.5, 5.8 and 8.0 m) colored in a RGB combination were used, together with the diagrams, to identify the ionizing sources candidates, as well as objects still embedded in their natal cocoon (CTTs and MYSOs). An evolutionary stage to these regions (from A to D, from the younger region to the more evolved) was inferred based on the images and diagrams. These diagrams were also used to infer if the kinematic distance is correct, based on the Main Sequence location. Non-kinematic distances to several HII regions, when it was possible, were collected from the literature. Using two extreme interstellar extinction laws, it was possible to compare these distances with the kinematic results. These non-kinematic distances are lower than that from kinematic techniques. Also, these distance discrepancies are in agreement with distances derived by others methodologies, as trigonometric parallax. Since these star forming regions follow the gas dynamics, mapping their distribution along the Galaxy allows to check the spiral pattern of the Milky Way.
 
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MoisesTese.pdf (6.36 Mbytes)
Data de Publicação
2010-09-23
 
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  • Moisés, A. P., et al. Spectrophotometric distances to Galactic H?ii regions [doi:10.1111/j.1365-2966.2010.17713.x]. Monthly Notices of the Royal Astronomical Society [online], 2011, vol. 411, p. 705-760.
  • Navarete, F., et al. THE STELLAR CONTENT OF OBSCURED GALACTIC GIANT H II REGIONS. VII. W3 [doi:10.1088/0004-6256/142/3/67]. The Astronomical Journal (New York, N.Y.) [online], 2011, vol. 142, p. 67.
  • Groh, J. H., et al. BONA FIDE, STRONG-VARIABLE GALACTIC LUMINOUS BLUE VARIABLE STARS ARE FAST ROTATORS: DETECTION OF A HIGH ROTATIONAL VELOCITY IN HR CARINAE [doi:10.1088/0004-637X/705/1/L25]. The Astrophysical Journal [online], 2009, vol. 705, p. L25-L30.
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