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Tese de Doutorado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Cristiane Calaboni
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 2019
Orientador
Banca examinadora
Kluge, Ricardo Alfredo (Presidente)
Lima, Giuseppina Pace Pereira
Mattiuz, Ben-hur
Rodrigues, Paulo Hercílio Viegas
Título em português
Conservação pós-colheita de inflorescências de lisianthus (Eustoma grandiflorum) cv. Flare Deep Rose
Palavras-chave em português
Biorreguladores
Carboidratos
Fisiologia pós-colheita
Qualidade
Solução de pulsing
Resumo em português
A produção brasileira de flores é um dos segmentos mais promissores do agronegócio atual. O lisianthus configura neste panorama como uma das principais flores de corte. As flores em geral são caracterizadas como produtos de alta perecibilidade devido aos processos fisiológicos intensos que levam à senescência e por isso são extremamente dependentes do manejo pós-colheita adequado. O desenvolvimento de soluções conservantes baseadas nas alterações fisiológicas das plantas é um dos grandes avanços no manuseio das flores de corte. Além disso, as inflorescências de lisianthus apresentam desuniformidade de coloração após a colheita, devido aos botões florais que se abrem com coloração mais clara em relação às demais flores que compõem a haste. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da aplicação de solução de pulsing com três tipos de biorreguladores na conservação pós-colheita de lisianthus cv. Flare Deep Rose: 6-benzilaminopurina (BAP), ácido giberélico (GA3) e ácido abscísico (ABA). Além disso, foi avaliada a associação do biorregulador mais eficaz a dois tipos de carboidratos (sacarose e glicose). O ABA foi o mais eficaz na manutenção pós-colheita, tendo mantido a turgescência e retardado a senescência das inflorescências. O GA3 acelerou o desenvolvimento, reduzindo a vida de vaso, enquanto que o BAP não afetou a longevidade das flores. Porém, o ABA reduziu o acúmulo de antocianinas nas pétalas das flores e botões. A glicose intensificou a tonalidade das inflorescências que abriram após a colheita, enquanto que aquelas tratadas com ABA exibiram tonalidade mais clara. O ABA causou fechamento estomático e produção de superóxido nas pétalas, enquanto a sacarose provocou maior abertura estomática e inibiu a produção de espécies reativas de oxigênio. Assim, a aplicação de ABA pode induzir adaptação ao estresse, como fechamento estomático, porém reduz a coloração das pétalas. A aplicação de glicose pode auxiliar na manutenção da cor dos botões que se abrem após a colheita.
Título em inglês
Postharvest conservation of lisianthus (Eustoma grandiflorum) cv. Flare Deep Rose
Palavras-chave em inglês
Bioregulators
Carbohydrates
Postharvest physiology
Pulsing solutions
Quality
Resumo em inglês
Professional Brazilian floriculture is one of the most promising segments of intensive horticulture in current national agribusiness. Lisianthus is an importante cut flower, due to its large inflorescences, long stems and several color of flowers. However, flowers are products of high perishability due to intense physiological processes that cause senescence and therefore and require adequate postharvest techniques. Preservative solutions based on the physiological changes are one of the great advances in flower postharvest. In addition, lisianthus shows nonuniform coloration in buds that open after harvest. The aim of this work was to evaluate the effects of pulsing solutions of three types of plant bioregulators in lisianthus cv. Flare Deep Rose: 6-benzylaminopurine (BAP), gibberellic acid (GA3) and abscisic acid (ABA). In addition, ally the most effective bioregulator to carbohydrates: glucose and sucrose. ABA was the most effective in postharvest maintenance, it delayed the senescence and turgescence loss, but reduced the accumulation of anthocyanins in flowers and buds. GA3 accelerated development, reducing vase life, while BAP did not affect flower longevity. ABA treatments (with or without carbohydrates) caused stomatal closure and superoxide production in the petals, while sucrose showed greater stomatal opening and inhibited production of superoxide. Thus pulsing with ABA may induce adaptation to stress, such as stomatal closure, but reduce the petal color. Glucose pulsing can improve the color of the flower petals that open after harvested.
 
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Data de Liberação
2021-10-14
Data de Publicação
2019-10-16
 
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