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Disertación de Maestría
DOI
https://doi.org/10.11606/D.11.2020.tde-15022021-170026
Documento
Autor
Nombre completo
Djonatan Machado
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
Piracicaba, 2021
Director
Tribunal
Santos, Flavio Augusto Portela (Presidente)
Daniel, João Luiz Pratti
Bittar, Carla Maris Machado
Rennó, Francisco Palma
Título en inglés
Performance and metabolism of early lactation dairy cows receiving doses of calcium salts of palm oil supplemented or not with Lysolecithin
Palabras clave en inglés
Emulsifier
Fat supplementation
Lysolecithin
Milk fat
Resumen en inglés
The objectives were to evaluate the effects of supplementation with doses of calcium salts of palm oil with or without Lysolecithin on production responses, nutrient digestibility, energy intake and balance, metabolic responses, and ruminal responses of early lactation dairy cows on dry lot. Forty-four early lactation Holstein cows (Holstein or ¾Holstein ¼ Jersey), 28 multiparous and 16 primiparous (average ± SD at the beginning of the experiment; DIM = 20 ± 4 and 20 ± 9; milk yield = 25 ± 3.7 kg and 19 ± 2.5 kg; BW = 553 ± 11 kg and 444 ± 14 kg, respectively), were used in a randomized complete block design in the performance trial and three ruminal cannulated cows in a replicated 3 x 3 Latin square design, in the metabolism trial. Cows were fed corn silage ad libitum plus 9 kg of concentrate (as fed), provided individually, containing calcium salts of palm oil (CSPO) associated or not with Lysolecithin (1% of Lysoforte®, , Kemin Industries, Inc. with 98% of Lysolecithin). The trial lasted 90 days and started between week 3 and 4 postpartum. The treatments were control (concentrate with 400g of CSPO without Lysolecithin (CSPO-400); and concentrates with three levels of CSPO with 1% Lysolecithin (CSPOL), 280g, 340g and 400g. Preplanned contrasts were made to determine the effects of Lysolecithin (Lyso), comparing the treatments with 400g of CSPO supplementation, and linear (L) or quadratic (Q) effect of increasing CSPO with Lysolecithin (280, 340 and 400g of CSPOL) in the performance trial and effect of Lysolecithin (Lyso) and effect of the CSPO with Lysolecithin increase (280g to 400g of CSPOL); (D), in the metabolism trial. For the performance trial, dry matter intake, intake of dietary nutrients, and apparent digestibility of nutrients were measured twice during the experimental period (at 35 and 65 DIM). These variables were not different between treatments CSPO and CSPOL-400. The levels of CSPOL tended to cause a linear decrease on the intakes of DM and OM, and a linear increase on the intake and apparent digestibility of FA. There were no treatment effects on yields of milk, milk components and on cumulative milk yield. The treatment with CSPOL-400 tended to cause a decrease on milk fat content, and an increase on MUN compared with CSPO-400, while levels of CSPOL caused a linear decrease on milk fat content and on MUN content. Cow BW, BW changes and BCS were not affected by feeding Lysolecithin and levels of CSPOL. Feeding Lysolecithin for dairy cows fed 400 g of inert fat had no effect on energy intake, energy output, energy balance and efficiency of energy utilization. During the treatment period, there was no effect of Lysolecithin on plasma concentrations of total protein, insulin, NEFA and urea. However, supplementing Lysolecithin increased plasma glucose concentration. Levels of CSPOL caused a linear increase on plasma glucose concentration. For the metabolism trial, feeding Lysolecithin to lactating dairy cows fed 400g of inert fat had no effect on intake and digestibility of DM and nutrients, on rumen pH, total VFA, molar proportions of acetate, butyrate and isobutyrate, on C2:C3 ratio and on rumen NH3-N concentration, but tended to increase rumen propionate and increased rumen valerate. We conclude that the Lysolecithin had no effect on nutrient intake and total-tract digestibility, metabolic-hormonal profile, energy partitioning, milk yield and on most milk component contents, BW and BCS of early lactating cows fed 400g of CSPO. In addition, in the presence of Lysolicithin, increasing CSPO supplementation from 280 to 400g did not improve cow performance.
Título en portugués
Desempenho e metabolismo de vacas leiteiras em início de lactação recebendo doses de sais de cálcio de ácidos graxos do óleo de palma associadas ou não com a lisolecitina
Palabras clave en portugués
Emulsificante
Gordura do leite
Lisolecitina
Suplementação com gordura
Resumen en portugués
Os objetivos do presente estudo foram avaliar os efeitos da suplementação com doses de sais de cálcio de ácido graxo do óleo de palma com ou sem Lisolecitina sobre as respostas produtivas, digestibilidade dos nutrientes, ingestão e partição energética, respostas metabólicas e respostas ruminais de vacas em início de lactação em confinamento. Quarenta e quatro vacas Holandês ou ¾Holstein x ¼ Jersey, sendo 16 primíparas e 28 multíparas, em início de lactação (média ± DP no início do experimento; DEL = 20 ± 4 e 20 ± 9; produção de leite = 25 ± 3,7 kg/d e 19 ± 2,5 kg/d; PC = 553 ± 11 kg e 444 ± 14 kg, respectivamente), foram usadas em um delineamento em blocos ao acaso para o ensaio de desempenho e três vacas canuladas no rúmen foram utilizadas em um quadrado latino 3 x 3 replicado, para o ensaio que avaliou os parâmetros ruminais. As vacas foram alimentadas com silagem de milho ad libitum e com fornecimento individualizado de 9 kg de concentrado, contendo sais de cálcio de ácidos graxos do óleo de palma (CSPO) associados ou não à lisolecitina (1% de Lysoforte®, Kemin Industries, Inc. com 98% de Lisolecitina). O período experimental teve duração de 90 dias, iniciando entre a terceira e quarta semana após o parto. Os tratamentos foram controle (concentrado com 400g de CSPO sem Lisolecitina (CSPO-400); e concentrado com três níveis de CSPO com Lisolecitina a 1% (CSPOL), 280g, 340g e 400g. Os contrastes pré-planejados foram elaborados para determinar o efeito da suplementação com Lisolecitina (Lyso), comparando ambos os tratamentos com 400g de suplementação de CSPO e efeito linear (L) ou quadrático (Q) do aumento da inclusão de CSPO em presença de Lisolecitina no experimento de desempenho e efeito da Lisolecitina (Lyso) e do aumento CSPO em presença de Lisolecitina (de 280g para 400g de CSPOL) (D), no experimento que avaliou os parâmetros ruminais. O consumo de matéria seca, o consumo de nutrientes e a digestibilidade aparente desses nutrientes foram medidos duas vezes durante o período experimental (35 DEL e 65 DEL). Essas variáveis não foram diferentes entre os tratamentos CSPO e CSPOL-400. Os níveis de CSPOL tenderam a causar diminuição linear no consumo de MS e MO, e aumento linear no consumo de AG e na digestibilidade aparente de AG. Não houve efeitos do tratamento na produção de leite, componentes do leite e produção acumulada de leite. O tratamento com CSPOL-400 tendeu a causar diminuição no teor de gordura do leite e aumento no NUL em comparação com CSPO-400, enquanto os níveis de CSPOL causaram diminuição linear no teor de gordura do leite e no teor de NUL. O peso corporal (PC) da vaca, as alterações do PC e o ECC não foram afetados pela alimentação com Lisolecitina e níveis de CSPOL. A alimentação de Lisolecitina para vacas leiteiras alimentadas com 400 g de gordura inerte não teve efeito sobre a ingestão de energia, produção de energia, balanço de energia e eficiência de utilização de energia. Durante o período de tratamento, não houve efeito da Lisolecitina nas concentrações plasmáticas de proteína total, insulina NEFA e ureia. No entanto, a suplementação com Lisolecitina aumentou a concentração de glicose no plasma. Os níveis de CSPOL causaram aumento linear na concentração de glicose no plasma. A alimentação de Lisolecitina para vacas em lactação alimentadas com 400g de gordura inerte não afetou o consumo e a digestibilidade da MS e nutrientes, no pH ruminal, AGV total, proporções molares de acetato, butirato e isobutirato, na relação C2:C3 e no NH3-N ruminal concentração, mas tendeu a aumentar o propionato ruminal e a aumentar o valerato ruminal. Concluímos que a Lisolecitina não teve efeito sobre a ingestão de nutrientes e digestibilidade no trato total, perfil metabólico-hormonal, partição de energia, produção de leite e na maioria dos componentes do leite, PC e ECC de vacas no terço inicial de lactação alimentadas com 400g de CSPO. Além disso, em presença de Lisolecitina, não houve melhora no desempenho das vacas com o aumento da suplementação com gordura de palma de 280 a 400g/dia.
 
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Fecha de Publicación
2021-02-16
 
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