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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.11.2020.tde-06102020-183501
Documento
Autor
Nome completo
Lucas Oliveira e Silva
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 2020
Orientador
Banca examinadora
Sartori Filho, Roberto (Presidente)
Cardoso, Rodolfo de Carvalho
Colazo, Marcos German
Wiltbank, Milo Charles
Título em inglês
Physiological responses of Bos taurus and Bos indicus cows submitted to hormonal treatments for estrous cycle synchronization
Palavras-chave em inglês
Dominant follicle
GnRH
LH
Ovulation
Progesterone
Resumo em inglês
Three studies were performed to evaluate the physiological responses of Bos taurus and Bos indicus females submitted to hormonal strategies for estrous cycle synchronization. In the first study, the circulating progesterone (P4) profile provided by 10 intravaginal P4 implants was evaluated, as well as the effect of circulating P4 concentrations on dominant follicle (DF) development. Then, non-lactating Holstein and Nelore cows without corpus luteum (CL) received one of the P4 implants associated to 2 mg estradiol benzoate (EB), to synchronize follicular emergence. The P4 implants were kept for 14 d. Daily blood samples were taken and ultrasound evaluation was performed. Overall, all implants were able to increase circulating P4 concentrations and induce emergence of a new follicular wave, associated to EB. Moreover, greater P4 concentrations were provided by implants with greater surface area or greater initial P4 load. In addition, higher P4 concentrations (mainly during the first 3 d) were associated with lower DF size at 7 d after implant insertion, for both breeds. In the second study, non-lactating Holstein cows were presynchronized and, on day 7 of the estrous cycle, they were assigned to have or not a functional CL. On this day, all cows received 100 µg gonadorelin (GnRH), and simultaneously, they were designated to receive or not a P4 implant (2 g). Ultrasound evaluations were performed to check the ovulatory response to GnRH and the subsequent CL development, and blood samples were taken to evaluate circulating P4 and LH concentrations. Cows with CL presented higher circulating P4 at the time of GnRH and, consequently, lower LH release and ovulation (with CL = 58.1%; without CL = 95.5%). However, P4 implant insertion did not affect the LH release or ovulation. Moreover, higher P4 concentrations at the time of GnRH were associated with lower ovulatory response, and the opposite effect was observed in relation to the LH peak amplitude induced by GnRH. Additionaly, the development/maintance of subsequent CL was negatively affected by CL presence and P4 implant insertion at the time of GnRH treatment. In the third study, cycling Nelore heifers and non-lactating Nelore cows were presynchronized and, on day 7 of the estrous cycle, they were designated to receive gonadorelin (100 or 200 µg) or buserelin (10 or 20 µg). At the time of treatments, circulating P4 concentrations was similar among heifers and cows (~4 ng/mL). In heifers, regardless of dose, buserelin treatments induced greater LH peak and ovulation than gonadorelin (88.9 vs. 16.7%). In addition, the double dose increased LH release only in the buserelin treatment. Otherwise, in cows, although the double dose had increased LH release in both GnRH analogues, only the double dose of buserelin produced high ovulatory response (90.9%), whereas in the other treatments ovulation did not differ (35.7%). In both animal categories, higher LH peak was associated to greater ovulatory response, but in heifers, ovulation was triggered by LH peaks with lower amplitude than cows.
Título em português
Respostas fisiológicas de vacas Bos taurus e Bos indicus submetidas a tratamentos hormonais para sincronização do ciclo estral
Palavras-chave em português
Folículo dominante
GnRH
LH
Ovulação
Progesterona
Resumo em português
Três estudos foram desenvolvidos para avaliar as respostas fisiológicas de fêmeas Bos taurus e Bos indicus submetidas a estratégias farmacológicas para a sincronização do ciclo estral. No primeiro estudo, o perfil de progesterona (P4) circulante promovido por 10 implantes intravaginais de P4 foi avaliado, bem como o efeito das concentrações circulantes de P4 no desenvolvimento do folículo dominante (FD). Para tanto, vacas holandesas e Nelore não-lactantes sem corpo lúteo (CL) receberam um dos implantes de P4 associado a 2 mg de benzoato de estradiol (BE), para sincronizar a emergência folicular. Os implantes permaneceram por 14 d, enquanto colheitas diárias de sangue e avaliações ultrassonográficas foram realizadas. No geral, todos os implantes foram capazes de aumentar as concentrações circulantes de P4 e, associados ao BE, induzir a emergência de nova onda folicular. Ainda, maiores liberações de P4 foram observadas para implantes com maior área de superfície ou maior carga inicial de P4. Também, maiores concentrações de P4 (principalmente durante os primeiros 3 d) foram associadas um menor diamentro do FD 7 d após a inserção dos implantes, em ambas as raças. No segundo estudo, vacas holandesas não-lactantes foram pré-sincronizadas e, no dia 7 do ciclo estral, designadas a terem ou não um CL funcional. Nesse dia, todas as vacas receberam 100 µg de gonadorelina (GnRH), e simultaneamente, foram designadas a receber ou não um implante de P4 (2 g). Exames ultrassonográficos foram realizados para avaliar a resposta ovulatória ao GnRH e o desenvolvimento subsequente do novo CL, e amostras de sangue foram colhidas para avaliar as concentrações de LH e P4 circulantes. Vacas com CL tiveram maior P4 circulante no momento do GnRH, menor pico de LH e menor ovulação (com CL = 58,1%; sem CL = 95,5%). No entanto, a inserção do implante de P4 não influenciou na liberação de LH nem na ovulação. Independentemente, altas concentrações de P4 no momento do GnRH foram associadas a baixa resposta ovulatória, e o inverso foi observado em relação à amplitude do pico de LH induzido por GnRH. Ainda, o desenvolvimento/manutenção do CL subsequente foi negativamente afetado pela presença do CL e inserção do implante de P4 no momento do GnRH. No terceiro estudo, novilhas púberes e vacas Nelore não-lactantes foram pré-sincronizadas e, no dia 7 do ciclo estral, designadas a receber gonadorelina (100 ou 200 µg) ou buserelina (10 ou 20 µg). No momento dos tratamentos a concentração circulante de P4 não diferiu entre vacas e novilhas (~4 ng/mL). Em novilhas, independente da dose, a buserelina promoveu maior pico de LH e ovulação que a gonadorelina (88,9 vs. 16,7%). Ainda, a dupla dose só aumentou a liberação de LH no tratamento com buserelina. Por outro lado, em vacas, embora a dose dupla tenha elevado a liberação de LH para ambos os análogos, apenas a dose dupla de buserelina apresentou resposta ovulatória satisfatória (90,9%), enquanto para os demais tratamentos a ovulação não diferiu (35,7%). Em ambas categorias, maiores picos de LH foram associados à maior ovulação, porém em novilhas a ovulação foi estimulada por picos de menor amplitude comparado às vacas.
 
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Data de Publicação
2020-10-07
 
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