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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.109.2022.tde-17032022-151311
Documento
Autor
Nome completo
José Augusto Gonçalves Marini
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2022
Orientador
Banca examinadora
Machado, Dalmo Roberto Lopes (Presidente)
Gobbi, Sebastião
Mota, Jorge Augusto Pinto da Silva
Santos, André Pereira dos
Título em português
Pontos de corte do risco de sarcopenia baseados em força isométrica de membros inferiores e tronco em mulheres idosas
Palavras-chave em português
Envelhecimento
Fragilidade
Mobilidade
Síndromes geriátricas
Resumo em português
A sarcopenia é uma doença definida pela redução progressiva e generalizada da força muscular (FM) e da massa muscular (MM). Atinge preponderantemente aos idosos e possui alta prevalência no Brasil (17%), sendo maior nas mulheres (20%) do que nos homens (12%). A sarcopenia impacta na qualidade de vida e na saúde dos idosos com significativa repercussão econômico-social, elevando o número de internações e os custos hospitalares, onerando sobremodo o sistema de saúde. Um dos consensos para seu diagnóstico, do European Working Group on Sarcopenia in Older People (EWGSOP), considera a força de preensão manual (FPM) como seu primeiro critério de diagnóstico. Todavia a FPM não parece altamente representativa da FM global, pois mede segmento corporal único, que envolve pequeno agrupamento muscular e não se altera significativamente quando sob treinamento com pesos. Nesse sentido, a FM isométrica de membros inferiores e tronco (FIMIT) parece mais representativa, pela maior participação de grandes e vários grupos musculares e boa resposta ao treinamento com pesos. Todavia seus limiares como critérios de risco à sarcopenia ainda são desconhecidos. Assim, o objetivo deste estudo foi propor um método de probabilidade de risco para a sarcopenia de mulheres idosas, a partir da FIMIT. Uma amostra intencional foi composta por 82 idosas da comunidade, fisicamente independentes, com idade ≥ 60 anos. O questionário Miniexame do Estado Mental (MEEM) foi usado para assegurar aptidão cognitiva para participação do estudo. Para o diagnóstico da sarcopenia foram adotados os critérios dicotômicos do EWGSOP. Medidas de massa corporal (MC) e estatura foram realizadas conforme padronização recomendada. Estimativa da massa muscular foi realizada por DXA (Hologic Discovery, v. 11.2), considerando o tecido mole magro apendicular (TMMA). Foram realizados testes de dinamometria manual e caminhada de seis minutos (DT6M) para definir a FPM e limitação funcional (LF), respectivamente. Para medida da FIMIT foi utilizado o dinamômetro portátil de tronco e membros inferiores (Fillizola®, modelo CROWN). Valores absolutos de FIMIT, ajustados por variáveis antropométricas e pela idade foram testados por curva ROC, para identificar o risco para sarcopenia (FM reduzida) e discriminar a LF (DT6M<400m). A melhor relação entre sensibilidade e especificidade dos modelos foi determinada pelo índice de Youden. A concordância entre os métodos indicativos de sarcopenia foi testada por coeficiente Kappa. As análises foram realizadas no pacote estatístico SPSS 20 e MedCalc 15.2 (ROC), com nível de significância previamente estabelecido (p<0,05). Os resultados mostraram que a prevalência de sarcopenia foi de 6% (n= 5). Como esperado, a FM e MM foram menores nas idosas sarcopênicas do que nas não sarcopenias (T=8,732; p=0,01; U=24,000; p=0,01), respectivamente. Houve alta prevalência da LF, da amostra total (43,9%; n=36). O índice FIMIT/Idade, foi o único capaz de discriminar de forma aceitável a LF (AUC=70%). Após aplicação dos pontos de corte desse índice (FIMIT/Idade), houve maior prevalência da doença pelo nosso modelo em comparação aos critérios do EWGSOP (12,2% vs 6%). Por outro lado, a FIMIT/Idade apresentou maior concordância com a FPM/MC sugerido por outro consenso, o Sarcopenia Definitions and Outcomes Consortium (SDOC), (26,8% vs 25,6%). Porém, o ponto de corte indicado pelo SDOC não discrimina a LF de forma aceitável (AUC=0,66). Esses achados permitem concluir que a FIMIT/idade é uma alternativa mais representativa da força global, discriminante e acurada da probabilidade de risco de sarcopenia em idosas fisicamente independentes.
Título em inglês
Cut-off points for sarcopenia risk probability based on isometric strength of the lower limbs and trunk in older women
Palavras-chave em inglês
Fragility
Geriatric syndromes
Mobility aging
Resumo em inglês
Sarcopenia is a disease defined as a progressive and generalized reduction in muscle strength (MS) and muscle mass (MM). It affects mainly the older adults and has a high prevalence in Brazil (17%), being higher in women (20%) than in men (12%). Sarcopenia impacts the quality of life and health of the elderly with significant economic and social repercussions, increasing the number of admissions and hospital costs, placing a heavy burden on the health systems. One of the consensuses for its diagnosis, of the European Working Group on Sarcopenia in Older People (EWGSOP), considers hand grip strength (HGS) as the first diagnostic criterion. However, HGS does not seem highly representative of the global MS, since it measures a single body segment, involving a small muscle grouping and does not change significantly when under strength training. In this sense, isometric strength of lower limbs and trunk (ISLLT) seems more representative, due to the greater participation of large and various muscle groups and good response to weight training. However, the risk criteria thresholds for sarcopenia are still unknown. Thus, the aim of this study was to propose a risk probability method for sarcopenia in older women, based on the ISLLT. An intentional sample consisted of 82 physically independent elderly women from the community, aged ≥ 60 years. The Mini-Mental State Examination (MMSE) questionnaire was used to ensure cognitive aptitude for study participation. For the diagnosis of sarcopenia, the dichotomous criteria of the EWGSOP were adopted. Body mass and height measurements were performed according to recommended standardization. Estimation of muscle mass was performed by DXA (Hologic Discovery, v. 11.2), considering appendicular lean soft tissue (ALST). Manual dynamometry and six-minute walk test (6MWT) tests were performed to define the HS and functional limitation (FL), respectively. To measure ISLLT a portable trunk and lower limbs dynamometer (Fillizola®, CROWN model) was used. Absolute ISLLT values, adjusted for anthropometric variables and age, were tested using a ROC curve to identify the risk for sarcopenia (reduced MS) and discriminate the functional limitation (6MWT). The best relationship between sensitivity and specificity of the models was determined by the Youden index. Agreement between methods indicative of sarcopenia was tested by the Kappa coefficient. Analyzes were performed using the SPSS 20 and MedCalc 15.2 (ROC) statistical package, with a previously established level of significance (p<0.05). The results showed that the prevalence of sarcopenia was 6% (n=5). As expected, MS and SMT were lower in sarcopenia older women than in non-sarcopenia (T=8.732; p=0.01; U=24,000; p=0.01), respectively. There was a high prevalence of FL in the sample (43.9%; n= 36). ISLLT/Age index was the only one able to acceptable discriminative the FL (AUC>70%). After cutoff points application (ISLLT/Age), there was a higher prevalence of the disease compared to the EWGSOP criteria (6% vs 10%). On the other hand, the ISLLT/Age showed greater agreement with another consensus, the Sarcopenia Definitions and Outcomes Consortium (SDOC), when HGS was adjusted by MC (26.8% vs. 25.6%) without, however, discriminating the FL in an acceptable way (AUC=0.66). These findings allow us to conclude that ISLLT/Age is an accurate alternative for the probability of risk of sarcopenia in physically independent older women.
 
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Corrigida_.pdf (1.14 Mbytes)
Data de Publicação
2022-04-14
 
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