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Disertación de Maestría
DOI
https://doi.org/10.11606/D.100.2020.tde-31012020-215207
Documento
Autor
Nombre completo
Raul Cosme Ramos do Prado
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2020
Director
Tribunal
Asano, Ricardo Yukio (Presidente)
Farias Junior, Luiz Fernando de
Oliveira, Dalton Lustosa de
Takito, Monica Yuri
Título en portugués
Respostas psicofisiológicas nas fases do ciclo menstrual combinado a diferentes intensidades de exercício aeróbio
Palabras clave en portugués
Ciclo menstrual
Córtex pré-frontal
Exercício aeróbio.
Respostas psicofisiológica
Resumen en portugués
Introdução: A intensidade do exercício promove alterações nas respostas psicofisiológicas, incluindo a valência afetiva e percepção subjetiva de esforço. Por outro lado, o ciclo menstrual (CM) é um evento biológico que também é capaz de impactar nessas respostas. Adicionalmente, é demonstrado que o CM é capaz de alterar ativações de regiões corticais responsáveis em predizer respostas psicofisiológicas ao exercício. No entanto ambos os fatores ainda não foram investigados juntos e de maneira sistematizada. Objetivos: Sendo assim, os objetivos principais da presente pesquisa foram verificar se predição de respostas psicofisiológicas pelo CPF pode alterar entre as diferentes fases do CM, além disso, comparar as respostas psicológicas de mulheres entre as fases do CM, por fim, investigar o efeito das respostas psicofisiológicas em diferentes fases do CM antes, durante e depois da realização de exercícios aeróbios em diferentes intensidades. Métodos: As participantes da presente pesquisa eram mulheres saudáveis, fisicamente ativas, com CM regular sem quadros de síndrome pré-menstrual ou uso de contraceptivos orais. Dentre as participantes, 15 mulheres completaram 3 das 5 sessões estipuladas, o que possibilitou comparações das respostas psicológicas entre as fases do CM. No entanto, dessas, 14 mulheres (idade 24,27 ± 4,35 anos; massa corporal 62,76 ± 10,86 kg; estatura 1,62 ± 0,60 cm VO2pico 35,58 ± 6,51 ml.kg-1.min-1.) completaram todas as sessões, sendo elas um teste incremental máximo, sessão na fase folicular em intensidade pesada (FFP); sessão na fase folicular em intensidade severa (FFS); sessão na fase lútea em intensidade pesada (FLP); sessão na fase lútea em intensidade severa (FLS). A assimetria em repouso do córtex pré-frontal foi utilizada como fator preditor de valência afetiva. Para comparar as respostas psicológicas entre as fases do CM foi realizado um teste t de Student. Um modelo misto foi utilizado para comparar as respostas fisiológicas e psicofisiológicas antes, durante e após os testes, adicionalmente, uma análise interpretativa pelo modelo multidimensional foi utilizado para verificação do estado afetivo antes, durante e após o teste. Resultados: A assimetria em repouso do CPF foi capaz de predizer a valência afetiva apenas nos momentos pré-teste em ambas as sessões da fase folicular e pós-teste na sessão FFP. Sem diferença significante entre as variáveis fisiológicas (p> 0,05), as participantes se sentiram mais motivadas e com mais afeto positivo antes dos testes da fase folicular, seguido por maior percepção de esforço e menor afeto nas sessões da fase lútea quando comparado com a mesma intensidade das sessões da fase folicular, sendo que em geral, a sessão FLS foi a que as participantes sentiram mais esforço e menor afeto e a sessão da FFP as participantes sentiram menos esforço e mais afeto. Contudo, quando analisado individualmente foi possível verificar que algumas participantes durante a intensidade pesada (21,42%) e durante a intensidade severa (28,57%) apresentaram maiores valores de valência afetiva durante a FL. Por fim, foi verificado que durante a sessão FLS as participantes experimentaram a sensação de tensão por mais tempo. Conclusão: Inicialmente, concluímos que a predição da valência afetiva através da assimetria do CPF em repouso pode predizer apenas momentos antes do teste nas sessões da fase folicular e após o teste na sessão FFP. Durante a fase lútea do CM as participantes sentiram mais dor e afeto negativo, além disso, nessa fase elas apresentaram menos afeto e motivação antes dos testes, durante o teste todas as sessões foram diferentes na percepção de esforço e valência afetiva (p< 0,05), sendo que na fase lútea as participantes sentiram maior percepção de esforço e menor afeto durante os testes quando comparado com a mesma intensidade da fase folicular, destacando que a sessão FLS foi caracterizada com a que apresentou maiores valores de percepção de esforço, menor afeto e mais tempo em um estado de tensão
Título en inglés
Psychophysiological responses in the menstrual cycle phases combined to different intensities of aerobic exercise
Palabras clave en inglés
Aerobic exercise
Menstrual cycle
Prefrontal cortex
Psychophysiological responses
Resumen en inglés
Introduction: Exercise intensity promotes changes in psychophysiological responses, including affective valence and rating of perceived exertion. On the other hand, the menstrual cycle (CM) is a biological event that is also capable of impacting these responses. Additionally, it is demonstrated that MC is able to alter activations of cortical regions responsible for predicting psychophysiological responses to exercise. However, both factors have not still been investigated together and systematically. Objective: Thus, the main objectives of the present research were to verify if prediction of psychophysiological responses by the FPC can change between the different phases of the MC, and to compare the psychological responses of women between the phases of the MC, and finally to investigate the effect. of psychophysiological responses in different phases of MC before, during and after performing aerobic exercises at different intensities. Methods: The participants of the present study were healthy, physically active women with regular CM without premenstrual syndrome or using oral contraceptives. Among the participants, 15 women completed 3 of the 5 stipulated sessions, which allowed comparisons of psychological responses between the phases of the MC. However, of these, 14 women (age 24.27 ± 4.35 years; body mass 62.76 ± 10.86 kg; height 1.62 ± 0.60 cm; VO2peak 35.58 ± 6.51 ml.kg-1.min-1.) completed all sessions, which was a maximal incremental test, heavy intensity follicular phase (HFP) session; session in the severe intensity follicular phase (SFP); luteal phase session in heavy intensity (HLP); severe intensity luteal phase (SLP) session. Resting asymmetry of the prefrontal cortex was used as a predictor of affective valence. To compare the psychological responses between the phases of the MC, a Student's t test was performed. A mixed model was used to compare the physiological and psychophysiological responses before, during and after the tests. Additionally, an interpretative analysis by the multidimensional model was used to verify the affective state before, during and after the test. Results: The CPF resting asymmetry was able to predict affective valence only in the pretest moments in both follicular phase and posttest sessions in the FFP session. With no significant difference between the physiological variables (p> 0.05), the participants felt more motivated and with more positive affect before the follicular phase tests, followed by a greater perception of exertion and less affect in the luteal phase sessions when compared to the others. the same intensity of the follicular phase sessions, and in general, the FLS session was that the participants felt the most effort and the least affect and the FFP session the participants felt the least effort and the most affect. However, when individually analyzed it was possible to verify that some participants during heavy intensity (21.42%) and during severe intensity (28.57%) presented higher values of affective valence during FL. Finally, it was found that during the FLS session the participants experienced the sensation of tension longer. Conclusion: Initially, we concluded that the prediction of affective valence by resting CPF asymmetry can only predict moments before the test in the follicular phase sessions and after the test in the FFP session. During the luteal phase of the MC participants felt more pain and negative affect, and in this phase they had less affect and motivation before the tests, during the test all sessions were different in the perception of effort and affective valence (p <0, 05), and in the luteal phase the participants felt greater perception of exertion and less affect during the tests when compared to the same intensity of the follicular phase, emphasizing that the FLS session was characterized with the one that presented higher exertion perception values, lower affect and more time in a state of tension
 
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Fecha de Publicación
2020-03-06
 
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