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Dissertação de Mestrado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Rodrigo Tavares Nieman
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Silva, Luis Claudio Lopes Correia da (Presidente)
Demange, Marco Kawamura
Legorreta, Guillermo Guadalupe Laguna
Título em português
Avaliação morfológica ex vivo do tecido osteocondral da articulação metacarpofalangeana de equinos puro-sangue-inglês por métodos de imagem
Palavras-chave em português
Articulação metacarpofalangeana
Equinos PSI de corrida
Exames por imagem
Peças anatômicas
Resumo em português
A articulação metacarpofalangeana dos equinos apresenta grande amplitude de movimento, sendo frequentemente afetada por diferentes manifestações da doença articular, dentre elas erosões da cartilagem e/ou falência do osso subcondral. Tais afecções podem ser resultados finais de uma lesão traumática única, infecção articular ou ciclo de cargas repetidas em equinos atletas, resultando em osteoartrite ou anquilose, com consequente perda do animal para atividades físicas. Muitos métodos de imagem têm sido empregados e correlacionados na finalidade de delinear e diagnosticar os problemas que acometem as articulações metacarpofalangeanas dos equinos. Contudo, através apenas do exame radiográfico, geralmente a osteoartrite é diagnosticada já no estágio avançado da doença, havendo poucas possibilidades de tratamento, normalmente sem sucesso. O presente trabalho objetivou avaliar o tecido osteocondral da articulação metacarpofalangeana de equinos Puro Sangue Inglês (PSI) de corrida pelas técnicas de radiografia, ultrassonografia, ressonância magnética e artroscopia, buscando a identificação precoce de alterações osteocondrais ainda não associadas a claudicação. Foram utilizados membros torácicos de 12 equinos da raça PSI que estavam em constante e semelhante treinamento, com idade entre 2 anos e 11 meses a 5 anos e 1 mês, cujo óbito ocorreu por causas não relacionadas aos membros analisados. Os membros foram removidos pelas devidas técnicas de necropsia e seccionados proximal à articulação radiocárpica. Permaneceram congelados a uma temperatura de -20°C e, posteriormente, foram descongelados e mantidos refrigerados a uma temperatura de 4°C até a avaliação física e aquisição das técnicas de imagem, que foram realizadas no prazo máximo de 24 horas após o descongelamento das peças. Deste modo, avaliou-se a superfície articular e osso subcondral pelos diferentes métodos de imagem, delineando a margem articular do III metacarpiano com a primeira falange. Além disso, as anormalidades osteocondrais identificadas em cada um dos exames foram classificadas em tabelas de pontuação por dois avaliadores cegos, determinando-se um escore por articulação de cada um dos exames por imagem, os quais foram comparados entre si. Os resultados mostraram que a ultrassonografia e a ressonância magnética foram os exames que apresentaram maior pontuação de lesões ou alterações encontradas nas articulações metacarpofalaneanas dos equinos PSI, com maior dispersão dos dados, principalmente quando comparadas ao exame radiográfico, que obteve a menor pontuação, com uma menor variação. O exame artroscópico foi o que mais aproximou ambos os avaliadores e, conjuntamente com o exame físico articular, apresentou poucas alterações ou ausência dessas, considerando a média das articulações, sendo estatisticamente iguais. Não houve diferença estatística entre o grau de lesão quando comparados ambos os membros torácicos. Conclui-se que todos os equinos incluídos no estudo apresentaram, em menor ou maior grau, alterações em todos os exames de imagem, sendo que apenas pela ultrassonografia e ressonância magnética, em média, tais alterações foram consideradas com grau leve a moderado pela classificação por score, sendo exames de identificação mais precoces voltados às alterações do tecido osteocondral da articulação metacarpofalangeana de equinos PSI de corrida em treinamento. Estudos in vivo avaliando as alterações osteocondrais decorrentes da prática esportiva, poderão determinar quais são potenciais sinalizadores de doença articular.
Título em inglês
Ex vivo morphological evaluation of osteochondral tissue of the thoroughbreds metacarpophalangeal joint by image methods
Palavras-chave em inglês
Anatomical parts
Imaging exams
Metacarpophalangeal joint
Thoughroubreds
Resumo em inglês
The equine metacarpophalangeal joint has a great range of motion being often affected by different manifestations of joint disease, amongst them articular cartilage erosions and/or crash of subchondral bone. These injuries may be considered the final result of a single traumatic injury, articular infection or a high number of stress cycles applied in athletic horses, resulting in osteoarthritis or ankylosis, with consequent loss of the animal for performing physical activities. Many diagnostic imaging methods have been used and correlated in order to delineate and diagnose the problems that affect the equine metacarpophalangeal joint. However, by only radiographic exam, the osteoarthritis usually is diagnosed in the advanced stages of disease, with a few possibilities of treatment and normally without success. The present project aimed to evaluate the osteochondral tissue of the metacarpophalangeal joint of Thoroughbreds by radiography, ultrasonography, magnetic resonance imaging (MRI) and arthroscopy, seeking the early identification of osteochondral changes haven´t associated with lameness. Forelimbs of 12 equine Thoroughbreds that were in constant and similar training, with ages between 35 and 61 months, whose death occurred by causes not related to analyzed limbs, were used in this project. Limbs were removed by the proper necropsy techniques and sectioned proximal to the radiocarpal joint. They were preserved by freezing in a -20°C temperature, after thawed and refrigerated in a 4°C temperature to acquire the physical exam and imaging techniques, that were performed in a maximum period of 24 hours, after the thawing of the anatomical parts. Thus, the articular surface and subchondral bone were evaluated by the different methods of imaging outlining the articular margin of the third metacarpus with the first phalanx. Furthermore, the osteochondral abnormality identified in each of the tests were classified in score tables by two blind assessors, determining an articular score by imaging exams that will be compared with each other. Results showed that ultrasound and MRI showed the highest score of injury or change in Thoroughbreeds metacarpophalangeal joints, with greater dispersion of data especially when compared to radiography, that obtained the lowest score, with a lower variation. Arthroscopy was the one that most approached both evaluators and, together with the articular physical exam, presented absence or minimal alterations, considering the average of the joints, being statistically equal. There was no statistical difference between the degree of injury when compared both forelimbs. Conclusion shows that all horses included in the study presented, to a lesser or greater degree, alterations in all the imaging exams, being that only by the ultrasonography and MRI, on average, such alterations were considered with mild to moderate degree, and both of which may be considered as early identification tests aimed for alterations of the osteochondral tissue of the Thoroughbreeds metacarpophalangeal joint in training. In vivo studies, evaluating the osteochondral changes arising from sports practice, will be able to determine which are potential flags of articular disease.
 
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Data de Publicação
2019-10-22
 
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