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Tese de Doutorado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Luanna Ferreira Fasanelo Gomes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Hagen, Stefano Carlo Filippo (Presidente)
Mamprim, Maria Jaqueline
Rezende, Cleuza Maria de Faria
Sernik, Renato Antonio
Souza, Alexandre Navarro Alves de
Título em português
Avaliação ultrassonográfica de cães grandes e pequenos com afecções da articulação femorotibiopatelar
Palavras-chave em português
Joelho
Musculoesquelética
Pequenos animais
Ultrassonografia
Resumo em português
A ultrassonografia (US) é pouco utilizada na avaliação musculoesquelética de pequenos animais, ao contrário do que ocorre na medicina humana. Com o avanço tecnológico e o advento de transdutores de alta frequência, articulações pequenas como as dos dígitos em humanos são frequentemente avaliadas. Neste estudo comparamos a US com a radiografia (RX) na avaliação de 85 cães, grandes e pequenos, com diferentes afecções da articulação femorotibiopatelar (FTP), e com a artrotomia na avaliação do ligamento cruzado cranial (LCCr) e do menisco medial de 28 cães com ruptura do LCCr (RLCCr) parcial e completa. Não houve diferença na avaliação da efusão intra-articular comparando a US e a RX, porém na US foi possível diferenciar a efusão do espessamento da membrana sinovial (EMS). A graduação dos osteófitos periarticulares foi maior na US (P< 0,0001). A claudicação crônica causou maior severidade dos osteófitos tanto na RX como na US, mas não das alterações inflamatórias (efusão e EMS) quando comparada com a aguda. Articulações com RLCCr apresentaram alterações mais severas comparadas com a luxação medial de patela. Cães pequenos apresentaram menor severidade dos osteófitos periarticulares na US (P=0,0003) e RX (P=0,005) e das alterações inflamatórias: efusão na US (P=0,0013) e RX (P<0,0001), e EMS (P=0,0022) comparados com cães grandes. Não houve diferença entre a US e a artrotomia na avaliação do LCCr (P=0,20). Todas as articulações em que a US detectou RLCCr completa tiveram diagnóstico clínico de ruptura completa confirmada pela artrotomia. A US detectou lesão verdadeira do menisco em 39,3% (11/28) das articulações, 1,8 vezes mais que a artrotomia (P=0,0006), a qual identificou lesão em 21,4% (6/28) das articulações. Os dados deste estudo sugerem que a US é superior a RX na detecção de discretos osteófitos periarticulares. Cães pequenos apresentam menor severidade das alterações da osteoartrite (OA) comparados com os grandes. O grau de osteófitos é mais severo nos casos crônicos, porém as alterações inflamatórias da OA não diferem entre a fase aguda e crônica. A US é capaz de identificar lesões dos meniscos mediais não observadas na artrotomia, e apesar de não ser a modalidade de imagem mais indicada para avaliação do LCCr, pode auxiliar na identificação das rupturas parciais.
Título em inglês
Ultrasonographic evaluation of large and small dogs with stifle joint diseases.
Palavras-chave em inglês
Musculoskeletal
Small animal
Stifle
Ultrasonography
Resumo em inglês
Compared to human medicine musculoskeletal ultrasound is seldom used in veterinary practice. With the technological advancement and the advent of high-frequency transducers, small joints like those of human digits are often evaluated. In this study, we compared the US with radiography (RX) in the evaluation of 85 large and small dogs with different affections of the stifle joint (SJ) and with the arthrotomy inspection in the evaluation of the cranial cruciate ligament (CrCL) and the medial meniscus of 28 dogs with partial and complete rupture of the CrCL undergoing stabilization surgery. There was no difference in the evaluation of intra-articular effusion comparing US and RX, but in the US it was possible to differentiate the effusion of synovial membrane thickening (SMT). The degree of periarticular osteophytes was higher in the US (P<0.0001), which detected osteophytes not observed in RX. Joints with chronic lameness presented increase osteophytes scores in both RX and US, but not in the inflammatory changes (effusion and SMT) when compared to those with acute lameness. Joints with ruptured LCCr showed more severe alterations compared to those with medial patellar dislocation. Small dogs presented lower periarticular osteophytes scores in the US (P = 0.0003) and RX (P = 0.005) and inflammatory changes: effusion in US (P = 0.0013) and RX (P<0.0001), and SMT (P = 0.0022) compared to large dogs. There was no difference between the US and the arthrotomy in the LCCr evaluation (P = 0.20). All joints in which the US detected complete RLCCr had clinical diagnosis of complete rupture confirmed by arthrotomy. The US detected true meniscal injury in 39.3% (11/28) of the joints, 1.8 times more than the arthrotomy (P = 0.0006), which identified a lesion in 21.4% (6/28) of joints. The data from this study suggest that the US is superior to RX in the detection of discrete periarticular osteophytes. Small dogs have a lower severity of osteoarthritis (OA) changes compared to large ones. The degree of periarticular osteophytes is more severe in chronic cases, but the inflammatory alterations of OA do not differ between the acute and chronic phases. The US can identify lesions of the medial meniscus not observed in the arthrotomy, and although it is not the most suitable imaging modality for the evaluation of LCCr, it may help in the identification of partial ruptures.
 
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Data de Liberação
2021-09-26
Data de Publicação
2019-10-21
 
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