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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.10.2009.tde-11012012-150715
Documento
Autor
Nome completo
Daniella Carolina Zanardo Donato
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Pirassununga, 2009
Orientador
Banca examinadora
Albuquerque, Ricardo de (Presidente)
Araújo, Lúcio Francelino
Rennó, Francisco Palma
Título em português
Desempenho, balanço metabólico, digestibilidade de minerais e mineralização óssea por frangos de corte alimentados com rações contendo diferentes níveis de cálcio e suplementadas com fitase
Palavras-chave em português
Avicultura
Enzima
Fósforo disponível
Metabolismo
Tíbia
Resumo em português
Um experimento foi conduzido no Setor de Avicultura do Departamento de Nutrição e Produção Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo para avaliar o efeito de rações contendo diferentes níveis de cálcio e suplementadas com fitase sobre o desempenho, a digestibilidade e a excreção de nutrientes pelas aves, determinar a energia metabolizável aparente corrigida e avaliar a mineralização óssea de frangos de corte nas fases inicial (1 a 21 dias), de crescimento (22 a 35 dias) e final (36 a 42 dias). No ensaio de desempenho foram utilizados 2.160 pintos de corte machos da linhagem AG Ross 308, de 1 a 42 dias de idade, distribuídos em 6 tratamentos, com 6 repetições cada. Foi utilizado um delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 3 x 2, sendo 3 níveis de fitase (0, 600 e 1200 FTU/kg) e 2 níveis de cálcio (0,94% e 0,66%; 0,84% e 0,59%; e 0,78% e 0,54% para as fases inicial, de crescimento e final, respectivamente). As rações experimentais ainda tinham níveis reduzidos de fósforo disponível (Pd) e níveis mínimos de proteína bruta (PB). Ao final de cada fase avaliou-se o consumo de ração (CR), o ganho de peso (GP), a conversão alimentar (CA) e a mortalidade (Mort). Não houve interação entre os níveis de fitase e de cálcio estudados para CR em nenhuma das três fases avaliadas, entretanto foram observadas para GP (P<0,01 para a fase inicial e P<0,05 para as fases de crescimento e final) e para Mort (P<0,01 para as fases inicial e de crescimento e P<0,05 para a fase final) nas três fases. Foram observados efeitos de fitase para o CR (P<0,01 para ambas as fases) na fase inicial e de crescimento e os níveis de cálcio influenciaram o CR (P<0,05 para ambas as fases) nas fases inicial e final. Nenhum resultado significativo foi observado para CA. Desse modo pode-se concluir que os níveis nutricionais de cálcio podem ser reduzidos em 30% em dietas com níveis reduzidos de fósforo disponível e níveis mínimos de proteína bruta, sem afetar o desempenho, desde que às dietas sejam adicionadas 600 FTU/kg de fitase. Paralelamente foram conduzidos 3 ensaios de metabolismo utilizando-se 108 pintos de corte machos transferidos do galpão de alvenaria para as baterias metálicas aos 15, 29 e 36 dias, respeitando-se os tratamentos e as repetições, onde passaram por um período de 4 dias de adaptação, e 3 dias de coleta de excretas. Neste ensaio avaliou-se a energia metabolizável aparente corrigida (EMAn), o consumo, a excreção e o coeficiente de retenção de nitrogênio (N Ing, N Exc e CR N), fósforo (P Ing, P Exc e CR P) e cálcio (Ca Ing, Ca Exc e CR Ca). Nenhuma resposta significativa foi observada para EMAn na fase inicial. Interações entre os níveis de cálcio e de fitase foram observadas para EMAn nas fases de crescimento (P<0,01) e final (P<0,01), sendo os maiores valores observados para níveis de fitase próximos a 600 FTU/kg, para baixo e alto nível de cálcio, respectivamente. Para o metabolismo de nitrogênio foram observadas interações entre os níveis de cálcio e fitase para N Ing nas fases de crescimento (P<0,01) e final (P<0,01), N Exc na fase de crescimento (P<0,01) e CR N nas fases de crescimento (P<0,01) e final (P<0,05). Os níveis de fitase influenciaram o N Ing (P<0,01) e N Exc (P<0,05) na fase inicial, e os níveis de cálcio influenciaram o N Ing (P<0,05) na fase inicial. Nenhum resultado foi observado para N Exc na fase final e nem para CR N na fase inicial. De uma maneira geral, a redução do nível de cálcio associada a 600 FTU/kg de fitase na fase de crescimento, e alto nível de cálcio associado a 1200 FTU/kg de fitase para a fase final, apresentam os melhores resultados. Para o metabolismo de fósforo foram observadas interações entre os níveis de fitase e cálcio estudados para P Ing (P<0,01 e P<0,05, respectivamente) nas fases inicial e final, e para CR P (P<0,01 e P<0,05, respectivamente) nas fases inicial e de crescimento. Os níveis de fitase influenciaram o P Ing (P<0,01) na fase de crescimento e o CR P (P<0,05) na fase final; e os níveis de cálcio influenciaram o P Ing (P<0,01) na fase de crescimento. Nenhum resultado significativo foi observado para P Exc em nenhuma das três fases estudadas. A adição de 1200 FTU/kg de fitase à dieta melhora significativamente a retenção de P, seja na fase inicial, associada a um baixo nível de cálcio, ou na fase de crescimento. Para o metabolismo de cálcio foram observadas interações entre os níveis de fósforo e cálcio estudados para Ca Ing (P<0,01 para ambas as fases) nas fases de crescimento e final e para CR Ca (P<0,05) na fase de crescimento. Os níveis de fitase influenciaram o Ca Ing (P<0,01) e o CR Ca (P<0,01) na fase inicial; e os níveis de cálcio influenciaram o Ca Ing (P<0,01) e o CR Ca (P<0,01) na fase inicial, o CR Ca (P<0,01) na fase final e o Ca Exc (P<0,01) nas três fases estudadas. De uma maneira geral, os melhores resultados foram encontrados com a redução de 30% dos níveis de cálcio associados à adição de 600 FTU/kg de fitase na dieta. Dessa maneira conclui-se que nas fases inicial e de crescimento, a redução do nível de cálcio da ração em 30% utilizando baixos níveis de fósforo disponível e proteína bruta com adição de 600 FTU/kg de fitase na dieta é adequada para a melhora da EMAn, da retenção de nitrogênio, fósforo e de cálcio. Já, para a fase final, a redução do nível de cálcio não é aconselhada, porém a inclusão de 600 FTU/kg de fitase na dieta melhora a EMAn e a retenção de nitrogênio. Para o ensaio de mineralização óssea, foram utilizados 72 frangos de corte machos, que foram sacrificados e tiveram suas tíbias esquerdas retiradas ao final de cada fase. Foram avaliadas as quantidades (mg) e porcentagens de matéria mineral (MM T e %MM T), fósforo (P T e %P T) e cálcio (Ca T e %Ca T) das tíbias. Houve interação entre os níveis de cálcio e de fitase apenas para a %MM T na fase inicial (P<0,05), provavelmente devido à maior exigência de minerais para a formação óssea nessa fase. Os níveis de fitase influenciaram de maneira linear crescente o MM T (P<0,01) e a %P T (P<0,05) na fase inicial e o P T (P<0,05) e o Ca T (P<0,05) nas fases inicial e de crescimento; e de maneira quadrática o MM T (P<0,01) e a %MM T (P<0,01) nas fases de crescimento e final. Não foi observada nenhuma resposta significativa para %Ca T. Estes resultados permitem concluir que o nível de cálcio pode ser reduzido em 30% em dietas com níveis reduzidos de Pd e níveis mínimos de PB para frangos de corte de 1 a 42 dias, desde que às dietas sejam adicionadas 1200FTU/kg de fitase.
Título em inglês
Performance, metabolic balance, minerals digestibility and bone mineralization of broiler chickens fed diets with different calcium levels and supplemented with phytase
Palavras-chave em inglês
Available phosphorus
Enzyme
Metabolism
Poultry
Tibia
Resumo em inglês
An experiment was carried on Poultry Sector of Animal Nutrition and Production Department of Veterinary Medicine and Animal Science School of São Paulo University to evaluate the effect of diets with different calcium levels and supplemented with phytase on the performance, digestibility and nutrient excretion, determine the corrected apparent metabolizable energy and evaluate bone mineralization of broiler chickens in initial (1 to 21 days of age), growing (22 to 35 days of age) and final (36 to 42 days of age) phases. In performance essay it was used 2,160 male broilers from AG Ross 308 line, from 1 to 42 days of age, distributed in 6 treatments, with 6 replicates each. A completely randomized design in a 3 X 2 factorial schedule was used, being 3 phytase levels (0, 600 or 1200 FTU/kg) and 2 calcium levels (0.94% and 0.66%; 0.84% and 0.59%; and 0.78% and 0.54% to initial, growing and final phases, respectively). The experimental diets had lower available phosphorus (AP) levels and minimum crude protein (CP) levels. At the end of each phase the feed intake (FI), weight gain (WG), feed conversion (FC) and death rate (DR) were evaluated. There was no interaction among phytase and calcium levels to FI on any of the three studied phases, however they were observed to WG (P<0.01 to initial phase and P<0.05 to growing and final phase) and to DR (P<0.01 to initial and growing phase and P<0.05 to final phase) on the three phases. It was observed effects of phytase to FI (P<0.01 to both phases) on initial and growing phases, and calcium levels influenced FI (P<0.05 to both phases) on initial and final phases. No significant results were observed to FC. Thus it can be concluded that nutritional calcium levels can be reduced in 30%, in diets with lower AP and minimum CP levels, without affecting performance, since to the diet is added 600 FTU/kg of phytase. At the same time were carried three metabolism trials using 108 male broilers transferred from experimental house to metal batteries at 15, 29 and 35 days of age, respecting both treatments and replicates, where they passed through a period of 4 days of adaptation and 3 days of excrete collection. In this essay were evaluated the corrected apparent metabolizable energy (AMEn), the consumption, excretion and the retention coefficient of nitrogen (N C, N E and N RC), phosphorus (P C, P E and P RC) and calcium (Ca C, Ca E and Ca RC). No significant response was observed to AMEn on initial phase (P<0.01). Interactions among calcium and phytase levels were observed to AMEn on growing (P<0.01) and final (P<0.01) phases, being the higher values observed to phytase levels near to 600 FTU/kg, to low and high calcium levels, respectively. To nitrogen metabolism, it were observed interactions among calcium and phytase levels to N C on growing (P<0.01) and final (P<0.01) phases, N E on growing (P<0.01) phase and N RC on growing (P<0.01) and final (P<0.05) phases. Phytase levels influenced N C (P<0.01) and N E (P<0.05) on initial phase, and calcium levels influenced N C (P<0.05) on initial phase. No significant results were observed to N E on final phase neither to N RC on initial phase. In a general way, the calcium level reduction associated to 600 FTU/kg of phytase on growing phase, and high clacium level associated to 1200 FTU/kg of phytase on final phase, show the best results. To phosphorus metabolism were observed interactions among calcium and phytase levels to P C (P<0.01 and P<0.05, respectively) on initial and final phases, and to P RC (P<0.01 and P<0.05, respectively) on initial and growing phases. Phytase levels influenced P C (P<0.01) on growing phase and P RC (P<0.05) on final phase; and calcium levels influenced P C (P<0.01) on growing phase. No significant results were observed to P E in any of the studied phases. Adding 1200 FTU/kg of phytase to the diet improves P retention on initial phase, associated to low calcium level, or on growing phase. To calcium metabolism were observed interactions among calcium and phytase levels to Ca C (P<0.01 to both phases) on growing and final phases and to Ca RC (P<0.05) on growing phase. Phytase levels influenced Ca C (P<0.01) and Ca RC on initial phase; and calcium levels influenced Ca C (P<0.01) and Ca RC (P<0.01) on initial phase, Ca RC on final phase and Ca E (P<0.01) on the three studied phases. In a general way, the better results were found reducting calcium levels in 30% associated to 600 FTU/kg of phytase on diet. So, it can be conclude that, on initial and growing phases, calcium levels reduction in 30%, using low AP and CP levels with 600 FTU/kg of phytase on diet is adequate to improve AMEn, N, P and Ca retention. However, to final phase reducting calcium level is not recommended, even so, adding 600 FTU/kg of phytase on diet improves AMEn and N retention. To bone mineralization essay were used 72 male broilers that were slaughtered and their left tibia removed at the end of each phase. It were evaluated tibia quantity (mg) and percentages of mineral matter (MM T and % MM T), phosphorus (P T and %P T) and calcium (Ca T and % Ca T).There was interaction among calcium and phytase levels only for %MM T on initial phase (P<0.05), probably due to higher mineral requirement to bone forming in this phase. Phytase levels influenced on a linear increasing way the MM T (P<0.01) and %P T (P<0.05) on initial phase, and P T (P<0.05) and Ca T (P<0.05) on initial and growing phase; and on a quadratic way the MM T (P<0.01) and %MM T (P<0.01) on growing and final phase. There was no significant response to %Ca T. These results allowed to conclude that calcium level can be reduced in 30% in diets with lower AP and minimum CP levels to broiler chickens from 1 to 42 days of age, since 1200 FTU/kg of phytase are added to the diet.
 
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Data de Publicação
2012-09-12
 
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