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Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.10.2016.tde-09052016-152221
Document
Author
Full name
Adrielle Matias Ferrinho
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
Pirassununga, 2016
Supervisor
Committee
Pereira, Angélica Simone Cravo (President)
Pires, Alexandre Vaz
Trindade, Marco Antonio
Title in Portuguese
Caroço de algodão integral e vitamina E em dietas para bovinos Nelore, confinados por 83, 104 e 111 dias
Keywords in Portuguese
Ácidos graxos
Lipídio
Oxidação
Sabor
Abstract in Portuguese
O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da inclusão de caroço de algodão e vitamina E em dietas para bovinos confinados por 83, 104 e 111 dias sobre as características da carcaça, qualidade da carne e características sensoriais da carne in natura e de hambúrgueres. Foram utilizados 54 bovinos da raça Nelore, machos, não castrados, com média de 350 kg ± 30 kg de peso vivo inicial e 24 meses de idade, divididos em três grupos de acordo com o peso vivo inicial e distribuídos em três dietas: dieta sem inclusão de caroço de algodão (C), dieta contendo 30% MS de caroço de algodão (CA) e dieta contendo 30% MS de caroço de algodão e 500 UI de vitamina E/kg de matéria seca da ração (CAE). As dietas empregadas foram compostas de diferentes concentrados, incluindo milho grão seco, polpa cítrica, bagaço de cana cru e farelo de soja, com relação volumoso:concentrado de 14:86 e média de 16% PB nas três dietas. Os animais abatidos aos 83 dias de confinamento eram correspondentes ao grupo de maior peso vivo, já os animais mais leves foram abatidos aos 111 dias de confinamento. O experimento foi em arranjo fatorial 3 x 3, considerando três dietas e três períodos de confinamento, totalizando 9 tratamentos. Os animais que permaneceram em confinamento por mais tempo apresentaram maior rendimento de carcaça (56,33%) e carnes mais macias (3,02 kg). As dietas CA e CAE resultaram em menor força de cisalhamento (3,15 e 3,31 kg, respectivamente). A inclusão de vitamina E se mostrou indiferente para a cor e TBARS, em relação à dieta CA. A inclusão do caroço de algodão em dietas para bovinos não influenciou no teor de ácidos graxos saturados, porém aumentou os teores de alguns ácidos graxos poli-insaturados (AGPI) nas carnes. Por outro lado, houve um aumento linear nos níveis de ácidos graxos saturados (AGS) à medida que aumentaram os dias de confinamento. Em relação às características sensoriais, no teste descritivo, as carnes in natura dos animais alimentados com CA e CAE foram mais macias e suculentas (P < 0,05), porém apresentaram um sabor mais intenso e os provadores treinados detectaram um sabor estranho nestas carnes (P < 0,05). No entanto, para o teste afetivo, apenas foi detectado sabor estranho para os hambúrgueres provenientes da dieta CA, os atributos aroma e aroma estranho não foram influenciados pelas dietas (P > 0,05). Por meio do teste discriminativo, foi observado que os hambúrgueres provenientes de animais alimentados com CA e CAE por 104 e 111 dias de confinamento apresentaram diferença em relação ao sabor quando comparados aos hambúrgueres de animais do grupo C destes mesmos períodos, e que os hambúrgueres da dieta CA não apresentaram diferença de sabor quanto aos dias de confinamento. A inclusão de 30% MS de caroço de algodão mostrou ser uma boa alternativa para melhorar as características físico-químicas da carne e seu perfil de ácidos graxos, entretanto atribui um sabor estranho ao produto final, independente do período de confinamento, sendo perceptível ao consumidor e reduzindo aceitabilidade. Ao longo dos dias de confinamento, a carne dos animais se torna menos saudável, do ponto de vista de composição lipídica, ao consumo humano. A adição de 500 UI de vitamina E em dietas contendo caroço de algodão mostrou-se desnecessária
Title in English
Whole cottonseed and vitamin E in diets for finishing Nellore beef cattle during 83, 104 and 111 days
Keywords in English
Fatty acid profile
Flavor
Lipid
Oxidation
Abstract in English
The objective of this study was to evaluate the effects of whole cottonseed and vitamin E in diets for feedlot cattle for 83, 104 and 111 days on carcass characteristics, meat quality and sensory characteristics of meat and burgers. Were used 54 Nellore bulls with an initial weight of about 350 kg ± 30 kg and 24 months of age, divided in three groups according to the initial weight and distributed in three diets: diet without whole cottonseed (C), diet containing 30% DM cottonseed (WCS), and diet containing 30% DM cottonseed and 500 IU of vitamin E / kg dry matter of feed (WCSE). The diets were composed of different concentrates, including dry corn grain, citrus pulp, raw sugarcane bagasse and soybean meal, with forage:concentrate ratio of 14:86 and an average of 16% CP in the three diets. The animals slaughtered at 83 days of feedlot were corresponding to the group of highest body weights, and the lowest body weight animals were slaughtered at 111 days of feedlot. The experiment was a 3 x 3 factorial arrangement, considering three diets and three periods of feedlot, a total of nine treatments. The animals that remained more time in feedlot had higher carcass yield (56.33%) and tenderer meats (3.02 kg). WCS and WCSE diets had lower shear force (3.15 and 3.31 kg, respectively). The inclusion of vitamin E was indifferent to color parameters and TBARS in relation to diet WCS. The inclusion of cottonseed in diets for cattle did not influence the saturated fatty acid (SFA) content, however increased some polyunsaturated fatty acids (PUFA) in meats. On the other hand, when increased the days of feedlot, there was a linear increase in the levels of SFA. Concerning about the organoleptic characteristics, the descriptive test, the in natura meats from animals fed with WCS and WCSE were tenderer and succulent (P < 0.05), but had a more intense flavor and the trained panel detected a strange flavor in these meats (P < 0.05). However, for the affective test it was only detected strange flavor for the burgers from the WCS diet, the aroma attributes and strange aroma were not affected by diets (P > 0.05). Using the discriminatory test was observed that the burgers resulting from animals fed with WCS and WCSE for 104 and 111 days showed difference in the flavor of group C burgers at these same periods, and those from WCS diet have no difference on flavor related to the days of feeding. The inclusion of 30% DM of cottonseed is a great alternative to improve the physical and chemical characteristics of the meat and its fatty acid profile, but this inclusion attributes a strange flavor to the final product, regardless of the period of feedlot, being apparent to the consumer and reducing acceptability. Over the feedlot days the meat becomes less healthy, from the viewpoint of lipid composition, for human consumption. The addition of 500 IU of vitamin E in diets containing cottonseed showed unnecessary
 
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Publishing Date
2016-06-02
 
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