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Tesis Doctoral
DOI
https://doi.org/10.11606/T.10.2020.tde-18122019-090140
Documento
Autor
Nombre completo
Luciano César Pereira Campos Leonel
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2019
Director
Tribunal
Liberti, Edson Aparecido (Presidente)
Barros, Roseâmely Angélica de Carvalho
Carvalho, Cesar Alexandre Fabrega
Celda, Maria Peris
Rici, Rose Elí Grassi
Título en portugués
Descrição anatômica, topográfica e microscópica do Seio Emissário do Forame Oval (SEFO) em humanos adultos
Palabras clave en portugués
Anatomia
Nervo trigêmeo
Seio cavernoso
Seios durais
Sistema venoso intracraniano
Resumen en portugués
O conhecimento do sistema de drenagem sanguínea intracraniano é indispensável para intervenções cirúrgicas. Permanece confusa e negligenciada a descrição do canal vascular entre o seio cavernoso e o plexo pterigóideo, alguns autores definindo-o como uma veia, plexo ou seio da dura-máter. Dessa forma, esta pesquisa teve como objetivo descrever seus aspectos anatômicos, topográficos e microscópicos. Considerando as análises macroscópicas, foram usados 50 blocos anatômicos da base do crânio de humanos adultos, 170 crânios secos e 1.000 imagens de tomografia computadorizada (TC). Somado a isso, a fossa média do crânio de três espécimes fixadas em álcool 70% foram dissecadas e documentadas seguindo a metodologia e técnica de dissecção propostas pelo Dr. Albert L. Rhoton Jr. Os componentes microscópicos e ultraestruturais do canal venoso foram avaliados pelas colorações histológicas de Hematoxilina e Eosina, Picrosirius, Weigert e Tricrômio de Masson, assim como por Microscopia Eletrônica de Varredura. O Seio Emissário do Forame Oval (SEFO) esteve sempre presente entre o seio cavernoso e o plexo pterigóideo em ambos antímeros, com trajeto inferior passando internamente pelos forames oval e/ou venoso (de Vesalius), anteriormente ao ramo mandibular do nervo trigêmeo e sua raiz motora. O forame venoso (FV) foi encontrado como rota alternativa de uma pequena projeção do SEFO. Durante as análises o FV foi observado em 46,8% das TCs (25,4% bilateral e 21,4% unilateral) e em 45,2% dos crânios secos (18,8% bilateral e 26,4% unilateral). Em 9,5% das tomografias e 21,1% dos crânios foi observado uma abertura na face externa da fossa média do crânio sem comunicação com sua face interna, portanto não sendo considerada como forames verdadeiros. A organização histológica do SEFO e de seu ramo em direção ao FV foi semelhante ao encontrado no seio transverso, com fibras colágenas dispostas em sentido transversal e longitudinal, não sendo observadas as camadas média e externa, características de veias. Sua camada elástica se limitava a uma fina e discreta marcação próxima ao lúmen do canal. Assim como observado no seio transverso, ambos canais apresentaram células em formato losangular e com núcleos centrais arredondados. A injeção dos espécimes com látex colorido, fotodocumentação 3D e High Dynamic Range (HDR) conforme descrito por Dr. Rhoton é primordial para o ensino anatômico e neurocirúrgico. Para tanto, foi importante respeitar todas as etapas de canulação, lavagem, injeção do látex, dissecção e fotodocumentação macroscópica de modo a garantir a eficiência e qualidade das imagens ao final do processo. A técnica HDR contribuiu melhorando a nitidez, brilho e contraste das imagens finais que podem ser utilizadas para os diferentes tipos de projeções 3D as quais devem ser escolhidas considerando o objetivo da apresentação e quantidade do público alvo. Em síntese, o SEFO foi uma estrutura constante sempre comunicando o seio cavernoso com o plexo pterigóideo, sua presença não foi dependente do conteúdo do FV e ambos canais apresentaram estrutura microscópica e ultraestrutural semelhante aos seios da duramáter. Ambos canais devem ser considerados durante procedimentos cirúrgicos na fossa média do crânio e como rotas de disseminação de infecções do meio extracraniano para a cavidade do crânio.
Título en inglés
Topographic and microscopic anatomical description of the Emissary Sinus of Foramen Ovale (ESFO) in adult humans
Palabras clave en inglés
Anatomy
Cavernous sinus
Dural sinus
Intracranial venous system
Trigeminal nerve
Resumen en inglés
The knowledge of intracranial blood drainage system is indispensable during surgical interventions.The description of the vascular system located between the cavernous and pterygoid plexus remains confused and neglected. Some researchers define it as a vein, a plexus or as a dural sinus. Therefore, this work aimed to describe its anatomy, topographic and microscopic aspects. Concerning the macroscopic aspects, the study included the analysis of fifty anatomic blocks of the skulls base from adult humans, 170 dry skulls and 1.000 computed tomography (CT) images. In addition, the middle cranial fossa of three specimens were dissected and documented accordingly to the metodology proposed by Dr. Albert L. Rhoton Jr. Microscopic and ultraestrucutral features of the aforementioned venous channel were evaluated using histological samples stained using Hematoxylin and Eosin, Picrosirius red, Weigert and Masson`s trichrome. Besides that, scanning electron microscopy was performed. The Emissary Sinus of Foramen Ovale (ESFO) was always present between the cavernous sinus and the pterygoid plexus on both sides, with its inferio path passing through the foramen ovale and/or sphenoidal emissary foramen (of Vesalius), cranially to the mandibular nerve and the motor root of the trigeminal nerve. The sphenoidal emissary foramen (SEF) was found as an alternative pathway to a small projection of the ESFO. During our analysis, the SEF was observed in 46,8% CTs (25,4% bilateral and 21,4% unilateral), and in 45,2% dry skulls (18,8% bilateral e 26,4% unilateral). In 9,5% CTs and 21,1% dry skulls it was observed an opening on the external surface of the skulls base without communication with the inner surface, therefore not being considered as a truly foramina. The histological arrangement of the ESFO and its branches towards the SEF ressembled the ones found in the transverse sinus with the layers of collagen fibers organized on both transversal and longitudinal directions. It was not possible to identify the middle and adventitial layers, features characteristic of veins; the elastic layer was very thin, near the lumen. Also as found on transverse sinus, ESFO was composed with rhombus shape cells with rounded cell nuclei. Specimens injection with latex, 3D and HDR photodocumentation as described by Dr. Rhoton are of paramount importance to anatomy and neurosurgery teaching. So, it was important to respect all steps of the process: cannulation, flushing, latex injection, dissection and macroscopic photodocumentation to garantee the good quality of all images at the end of the process. HDR technique improved the shapeness, brightness, and contrast of the images final version, which can be used on different 3D presentations accordingly to their goals and target-audience. In summary, the ESFO was a frequent observed structure, always communicating the cavernous sinus with the pterygoid plexus. Its presence does not depend on SEF`s content, both channels presented microscopically and the ultrastructure ressembled those of a dural sinus. Thus, both channels should be considered during surgial approaches in the middle cranial fossa and, it works as a route for infectious to spread from extracranial sites to cranial cavity.
 
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Fecha de Publicación
2020-04-14
 
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