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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.10.2020.tde-22112019-120357
Documento
Autor
Nome completo
Guilherme Machado Zanatta
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Baruselli, Pietro Sampaio (Presidente)
Sales, José Nélio de Sousa
Souza, Alexandre Henryli de
Título em português
Produção embrionária utilizando touros de alta e baixa fertilidade
Palavras-chave em português
Embriões
Fertilidade
IATF
Touros
Resumo em português
O presente estudo objetivou compreender a diferença da fertilidade de touros em programas de inseminação artificial. Para isto, foram realizados quatro experimentos para avaliar a fertilização e qualidade embrionária na IA, SOV e PIVE de touros de alta e baixa fertilidade. No experimento 1, foram utilizados três touros de alta fertilidade e três touros de baixa fertilidade (Concept Plus, Alta Genetics) para avaliar diferentes momentos da IATF (48h e 54h após a retirada do dispositivo de P4). Um total de 522 vacas da raça Nelore receberam um protocolo de sincronização a base de P4+E2, com CE como indutor de ovulação. No momento da primeira IATF (48h após a retirada do dispositivo de P4) metade das vacas foram inseminadas (Grupo 48h) e a outra metade foi inseminada seis horas mais tarde (Grupo 54h), com os seis touros nos dois momentos. O diagnóstico de gestação por ultrassonografia foi realizado 30 dias após a IATF. Os dados foram analisados pelo procedimento GLIMIX do SAS. Foi verificado efeito da fertilidade do touro [Alta = 49,2% (128/260) vs Baixa = 35,9% (94/262); P=0,002] na taxa de prenhez à IATF. Entretanto, não foi verificado efeito do momento da IATF [G48h = 41,4% (109/263) vs G54h = 43,6% (113/259); P=0,66], bem como interação fertilidade*momento (P=0,55) sobre a taxa de prenhez à IATF. Nos experimentos 2A, 2B e 2C, objetivou-se avaliar a taxa de prenhez à IATF e a qualidade embrionária na IATF, SOV e PIVE de touros de alta e baixa fertilidade. Foram utilizados três touros de alta e três touros de baixa fertilidade (ST Repro). A mesma partida de cada touro foi utilizada em todas as biotecnologias. No experimento 2A, foram sincronizadas 562 vacas com o mesmo protocolo do experimento 1. Sete dias depois da IATF as vacas foram distribuídas em dois grupos: colheita do embrião (GC; n=301) e taxa de prenhez (GP; n=261). As vacas do GC foram submetidos à colheita de embriões pelo método não cirúrgico e o GP foi submetido ao diagnóstico de gestação 30 dias após a IATF. No experimento 2B, foram realizadas 60 superovulações com duas IATF 12h e 24h após a aplicação do GnRH. As colheitas dos embriões foram realizadas 7 dias após o GnRH. No experimento 2C, foram utilizados ovários provenientes de abatedouro para PIVE. Para a distribuição dos touros na FIV (D0), os oócitos foram randomizados homogeneamente de acordo com a qualidade. Foram analisadas as taxas de clivagem, de blastocistos sobre oócitos totais e de blastocistos sobre clivados. Os dados foram analisados pelo teste exato de Fisher e pelo procedimento GLIMMIX do SAS. No experimento 2A não se verificou efeito na taxa de recuperação de embriões conforme a fertilidade do touro [Alta = 39,7% (50/126) vs Baixa = 35,9% (46/128); P=0,50]. Entretanto, houve diferença na taxa de fertilização [Alta = 98,0% (49/50) vs Baixa = 78,2% (36/46); P=0,01] e na taxa de viabilidade [Alta = 88,0% (44/50) vs Baixa = 60,8% (28/46); P<0,01]. No GP houve efeito na taxa de prenhez à IATF [Alta = 54,6% (71/130) vs Baixa = 41,2% (54/131); P=0,03]. No experimento 2B houve diferença na taxa de fertilização [Alta = 59,0% (154/261) vs Baixa = 42,7% (102/239); P=0,04], na viabilidade sobre oócitos totais [Alta = 54,0% (141/261) vs Baixa = 38,9% (93/239); P=0,05], mas não houve diferença na taxa de embriões viáveis sobre os fertilizados [Alta = 91,6% (141/154) vs Baixa = 91,2% (93/102); P=0,9]. No experimento 2C, não houve diferença na taxa de clivagem [Alta = 82,1% (619/754) vs Baixa = 81,9% (584/713); P=0,9), na taxa de blastocisto sobre oócitos totais (Alta = 21,5% (160/754) vs Baixa = 21,9% (152/693); P=0,9) e taxa de blastocisto sobre estruturas clivadas (Alta = 25,8% (160/619) vs Baixa = 26,0% (152/584); P=0,9). Sendo assim, o atraso no momento da IATF não aumentou a taxa de prenhez à IATF em touros de baixa fertilidade. Ainda, touros de alta fertilidade apresentaram maior fertilidade na IATF (aumento na taxa de fertilização, qualidade embrionária e taxa de prenhez) e na SOV (aumento na taxa de fertilização e qualidade embrionária). Entretanto, essas diferenças entre touros de alta e baixa fertilidade não foram evidenciadas na PIVE.
Título em inglês
Embryo production using high and low fertility bulls
Palavras-chave em inglês
Bulls
Embryos
Fertility
TAI
Resumo em inglês
The objective of the present study was to understand the difference in fertility of bulls used for artificial insemination programs. For this, four experiments were carried out to evaluate the fertilization and embryo quality at AI, SOV and IVEP of high and low fertility bulls. On Experiment 1, three high fertility and three low fertility bulls were used (Concept Plus, Alta Genetics) to evaluate different moments at TAI (48h and 54h after P4 device removal). A total of 522 Nellore cows received an estrus synchronization protocol using E2+P4, and EC as the ovulation inductor. On the moment of the first TAI (48h after P4 device removal) half of the cows were inseminated (Group 48h) and the second half were inseminated six hours later (Group 54h), using all six bulls in both moments. The pregnancy diagnosis was performed using ultrasonography 30 days after TAI. Data were analyzed using the GLIMMIX procedure of SAS. An effect of bull fertility was verified [High = 49.2% (128/260); Low = 35.9% (94/262); P=0.002] on pregnancy rate to TAI. However, no effect was observed for moment of TAI [G48h = 41.4% (109/263); G54h = 43.6% (113/259); P=0.66], as well as interaction fertility*moment (P=0.55) on the pregnancy rate to TAI. On experiments 2A, 2B and 2C, the objective was to evaluate the pregnancy rate to TAI and embryo quality to TAI, SOV and IVEP of high and low fertility bulls. Three high and three low fertility bulls were used (ST Repro). The same batch of semen of each bull was used for all biotechnologies. On experiment 2A, 562 cows were synchronized using a P4/E2 protocol, with EC on the moment of device removal. Seven days after TAI, cows were distributed into two groups: flushing (GF; n=301) and pregnancy (GP; n=261). Cows from the GF were submitted to flushing using the non-surgical method and the GP was submitted to pregnancy diagnosis 30 days after TAI. On experiment 2B, 60 superovulations were performed with two TAIs 12h and 24h after GnRH administration. Flushing was performed 7 days after GnRH. On experiment 2C, ovaries from slaughterhouse were used for the IVEP. For the distribution of the bulls for IVF (D0), oocytes were homogenously randomized according to quality. The following variables were considered: cleavage rate on total oocytes, blastocyst rate on total oocytes and blastocyst rate on cleaved oocytes. Data were analyzed using Fishers exact test and the GLIMMIX procedure of SAS. On experiment 2A no effect on embryo recovery rate was observed according to bull fertility [High = 39.7% (50/126) vs Low = 35.9% (46/128); P=0.50]. However, there was a difference on the fertilization rate [High = 98.0% (49/50) vs Low = 78.2% (36/46); P=0.01] and viability rate [High = 88.0% (44/50) vs Low = 60.8% (28/46); P<0.01]. On the GP there was an effect on the pregnancy rate to TAI [High = 54.6% (71/130) vs Low = 41.2% (54/131); P=0.03]. On experiment 2B there was a difference on the fertilization rate [High = 59.0% (154/261) vs Low = 42.7% (102/239); P=0.04], on total oocyte viability [High = 54.0% (141/261) vs Low = 38.9% (93/239); P=0.05], but no difference was observed for the rate of viable embryos on fertilized structures [High = 91.6% (141/154) vs Low = 91.2% (93/102); P=0,9]. On experiment 2C, no difference was observed for the cleavage rate [High = 82.1% (619/754) vs Low = 81.9% (584/713); P=0.9], blastocyst rate on total oocytes [High = 21.5% (160/754) vs Low = 21.9% (152/693); P=0.9] and blastocyst rate on cleaved oocytes [High = 25.8% (160/619) vs Low = 26.0% (152/584); P=0.9]. Thus, delaying the moment of TAI did not increase pregnancy rate to TAI of low fertility bulls. In addition, high fertility bulls have higher fertility to TAI (increased fertilization rate, embryo quality and pregnancy rate) and SOV (increased fertilization rate and embryo quality). However, those differences between high and low fertility bulls were not observed on the IVEP.
 
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Data de Publicação
2020-05-08
 
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