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Tese de Livre Docencia
DOI
10.11606/T.99.2015.tde-26012015-151601
Documento
Autor
Nome completo
Jorge Simão do Rosário Casseb
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2014
Banca examinadora
Okay, Thelma Suely (Presidente)
Arruda Filho, Eurico
Ishak, Ricardo
Moretti, Maria Luiza
Sabino, Ester Cerdeira
Título em português
Vírus Linfotrópico das Células T Humanas (HTLV)
Palavras-chave em português
Epidemiologia
HTLV-1
Patogênese
Resumo em português
Desde o início da década de 80, a descoberta dos retrovírus humanos permitiu o avanço no diagnóstico e tratamento de afecções como a Aids, mielopatia associada ao HTLV-1 (HAM/TSP) e Leucemia de células T do adulto (ATL). Apesar da maioria dos estudos se direcionarem a área de HIV/Aids, tenho optado por também atuar no estudo do HTLV-1 e HTLV-2 nos últimos 20 anos. Desde modo, apresento um resumo dos principais achados nessa área, que foram resultados de colaborações, participação de alunos de iniciação científica e pós-graduação, como pode ser evidenciado no Memorial. De fato, as retroviroses são importantes causas de morbidade e mortalidade humana, tornando-se pandemias nas últimas duas décadas. Entre essas retroviroses, o vírus linfotrópico de células T humana do tipo 1 (HTLV-1) e tipo 2 (HTLV-2) pode apresentar um caráter de persistência viral e existir, no hospedeiro, na forma silenciosa, durante várias décadas. O HTLV-1 apresenta características micro e macro epidemiológico. Calcula-se que mais de 20 milhões de pessoas estejam contaminados no mundo (EDLICH et al., 2000; GESSAIN et al. 2012), e o Brasil apresenta cerca de dois milhões de pessoas infectadas pelo HTLV-1, correspondendo em até 2% de infectados em banco de sangue em algumas regiões do país (PROETTI et al., 2002). Na história natural nos indivíduos portadores do HTLV-1, o desenvolvimento da doença pode iniciar após, aproximadamente, 30 a 40 anos de infecção, em cerca de 5% dos portadores, levando às doenças crônicas e progressivas, como a paraparesia espástica tropical/mielopatia associada ao HTLV-1 (TSP/HAM) e a leucemia de células T do adulto (ATL) (POIESZ et al., 1980; HINUMA et al., 1981; BLATTNER et al., 1982; YOSHIDA et al., 1984). Os fatores que contribuem no desenvolvimento das patogêneses envolvem a interação vírus/hospedeiro, especificamente sistema imunológico. Porém, os eventos imunológicos promovidos pelo HTLV-1 não estão bem esclarecidos, acreditam que a resposta celular desencadeada pelas células T CD8+ seja crucial para a progressão da doença. Fatores imunes e virais como: produção de citocinas e quimiocinas, citotoxidade, reações cruzadas, carga viral e fatores genéticos (HLA A2*) são discutidos como iniciadores da patogênese HAM/TSP (OSAME, 2002; OLINDO et al., 2005). Várias hipóteses são sugeridas para explicar qual o papel da resposta imune, da carga viral e da carga genética no processo imunopatológico da HAM/TSP. Esse documento visa descrever meu envolvimento da Linha de Pesquisa em HTLV nos últimos 20 anos. Entretanto, vale ressaltar que essa descrição sumária não traduz o ponto mais importante que é atendimento direto aos pacientes portadores de HTLV-1. Por ser uma infecção silenciosa e uma doença quase desconhecida, sofrem todos os tipos de preconceitos e dificuldades no dia-dia, agravado pela dificuldade sócio-econômica, locomoção e da pouca atuação pelos órgãos Públicos Centrais de Saúde. Entretanto, a presença de uma equipe especializada de infectologistas, neurologistas, dermatologista, assistente social, nutricionistas e psicólogos entre outros, tem permitido minorar o sofrimento, melhorar o conhecimento e divulgação do conhecimento. Nesse particular, uma reunião anual no IIER, que ocorre desde 1998, por exemplo, sobre HTLV, leva informação para cerca de 100 pessoas interessadas no assunto. Assim, a dedicação da equipe, em especial do Prof. Augusto Penalva de Oliveira presente desde criação do Ambulatório de HTLV do IIER, mais recentemente da Dra. Jerusa Smid, e do Prof. Alberto Duarte, além da dedicação dos diversos alunos, funcionários do LIM56 da USP e do IIER, colocam essa tarefa como um prazer indescritível e sensação de dever cumprido.
Título em inglês
Human T-Cell Lymphoma/Leukemia Virus
Palavras-chave em inglês
Epidemiology
HTLV-1
Pathogenesis
Resumo em inglês
Since the early 80s, the discovery of human retroviruses caused an advance in the diagnosis and treatment of diseases such as AIDS, HTLV-associated myelopathy-1 (HAM / TSP) and Leukemia adult T cells (ATL). Although most studies direcionarem the area of HIV / AIDS, have chosen to also act in the study of HTLV-1 and HTLV-2 in the last 20 years. In this way, I present a summary of the main findings in this area, which were the result of collaboration, participation of undergraduate students and graduate students, as evidenced in the Memorial. In fact, the retroviruses are important causes of morbidity and human mortality, becoming pandemics in the last two decades. Among these retroviruses, the human lymphotropic virus T cell type 1 (HTLV-1) and type 2 (HTLV-2) may have a viral persistence and character exists, the host, the quietly for several decades. HTLV-1 has micro and macro epidemiological characteristics. It is estimated that over 20 million people are infected worldwide (EDLICH et al., 2000;. GESSAIN et al 2012), and Brazil has about two million people infected with HTLV-1, corresponding to up to 2% infected blood bank in some regions (PROETTI et al., 2002). In the natural history in individuals with HTLV-1, the development of the disease may start after approximately 30 to 40 years of infection, about 5% of patients, leading to chronic and progressive disease, tropical spastic paraparesis and myelopathy / associated with HTLV-1 (TSP / HAM) leukemia and adult T cells (ATL) (Poiesz et al, 1980;. Hinuma et al, 1981;. BLATTNER et al, 1982;. YOSHIDA et al., 1984) . The factors that contribute to development of pathogens involving the interaction virus / host immune system specifically. However, the immunological events promoted by HTLV-1 are not well defined, believe that the cellular response triggered by CD8 + T cells is crucial for the progression of the disease. Immune and viral factors such as production of cytokines and chemokines, cytotoxicity, cross-reactivity, viral load and genetic (HLA-A2 *) as primers are discussed pathogenesis of HAM / TSP (Osame, 2002; OLINDO et al., 2005). Several hypotheses are suggested to explain the role of the immune response, viral load and genetic load in the immunopathological process of HAM / TSP. The paper aims to describe my involvement of the Research Line in HTLV the past 20 years. However, it is noteworthy that this brief description does not translate the most important point is that direct care to patients with HTLV-1. Being a silent infection and an almost unknown disease, suffer all kinds of prejudices and difficulties in day to day, compounded by socio-economic hardship, mobility and poor performance by the organs Public Health Centers. However, the presence of a team specialized infectious disease specialists, neurologists, dermatologists, social workers, nutritionists and psychologists among others, has allowed alleviate suffering, improve knowledge and dissemination of knowledge. In this regard, an annual meeting in IIER occurring since 1998, for example, on HTLV, takes information for about 100 people interested in the subject. Thus, the dedication of the team, especially Prof. Augusto de Oliveira Penalva present since creation of HTLV IIER Clinic, most recently by Dr.. Jerusha Smid, and Prof. Alberto Duarte, plus the dedication of many students, LIM56 officials USP and IIER, resulted on this task as an indescribable pleasure and sense of accomplishment.
 
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Data de Publicação
2015-01-26
 
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