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Tese de Livre Docencia
DOI
https://doi.org/10.11606/T.9.2008.tde-11072008-093757
Documento
Autor
Nome completo
Fernando Salvador Moreno
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1999
Banca examinadora
Penteado, Marilene de Vuono Camargo (Presidente)
Camargo, Joao Lauro Viana de
Lajolo, Franco Maria
Vannucchi, Helio
Zucoloto, Sérgio
Título em português
Efeitos das administrações de beta-caroteno e vitamina A em ratos Wistar na etapa de progressão do modelo de hepatocarcinogênese do "hepatócito resistente"
Palavras-chave em português
B-caroteno
Carotenóides
Hepatocarcinogênese
Quimioprevenção
Retinóides
Vitamina A
Resumo em português
Avaliou-se neste estudo os efeitos das administrações de β–caroteno e vitamina A em lesões pré-neoplásicas e neoplásicas, na proliferação celular e na metilação dos protooncogenes c-Ha-ras e c-myc, bem como do gene para a enzima HMGCoA redutase, em ratos Wistar na etapa de progressão da hepatocarcinogênese. Para tanto, submeteu-se os animais ao modelo do "hepatócito resistente"que consiste na aplicação do carcinogênico iniciante dietilnitrosamina (DEN),seguida de administrações de 2-acetilaminofluoreno e de uma hepatectomia parcial, para seleção/promoção. Dez meses após aplicação da DEN administrou-se em três diferentes grupos de ratos β-caroteno (7mg/100 g de peso corpóreo), vitamina A (1 mg/100 g de peso corpóreo)ou óleo de milho (controles), respectivamente, por intubação gástrica e em dias alternados, durante oito semanas. Ao término desse período os animais foram sacrificados, administrando-se, entretanto, uma hora antes desse procedimento 5-bromo-2-desoxiuridina(BrDU-10 mg/100 g de peso corpóreo) para avaliação da proliferação celular. Ao exame macroscópico do fígado nessa ocasião. Constatou-se que as administrações de β-caroteno e de vitamina A reduziram a incidência de cânceres (25%) em comparação ao grupo controle (62,5%). Embora apenas o retinóide tenha reduzido concomitantemente a incidência e o número total de nódulos persistentes de hepatócitos. Estes resultados foram confirmados pelo exame histopatológico (H&E) de cortes de fígado. A morfometria das lesões pré-neoplásicas marcadas pela enzima γ-glutamiltranspeptidase (γGT) não revelou diferenças significativas entre os grupos. Além disso, as aplicações de β-caroteno e vitamina A reduziram a proliferação celular, tanto nas lesões hepáticas (nódulos persistentes/cânceres), como nos tecidos a seus redores. Observou-se, ainda, hipometilação dos genes c-myc e para a HMGCoA redutase em nódulos de hepatócitos e cânceres.que não foi influenciada pelo tratamento como carotenóide ou o retinóide. A administração de β-caroteno aumentou as concentrações hepáticas do carotenóide, mas não de retinol, o que sugere a existência de uma ação intrínseca do β-caroteno, independente de sua função como pró-vitamina A. Conclui-se ainda que tanto o carotenóide como o retinóide apresentam efeitos inibitórios em lesões neoplásicas quando administrado na etapa de progressão da hepatocarcinogênese. Isto poderia envolver uma inibição da proliferação celular no caso das duas substâncias, mas não alguma ação no processo de metilação do DNA.
Título em inglês
Effects of b-carotene and vitamin A administration during progression phase of the resistant hepatocyte model of hepatocarcinogenesis in Wistar rats.
Palavras-chave em inglês
B-carotene
Carotenoids
Chemioprevention
Hepatocarcinogenesis
Retinoids
Vitamin A
Resumo em inglês
In this study the effects of β-carotene and vitamin A administration in pre-neoplastic and neoplastic lesions, on cell proliferation and on the methylation pattern of the proto-oncogenes c-Ha-ras and c-myc, as well as on the gene for HMGCoA redutase, were evaluated in Wistar rats at the progression phase of hepatocarcinogenesis. For this purpose the animals were submitted to the "resistant hepatocyte" model, i.e., to an injection of diethylnitrosamine (DEN) as an Initiating carcinogen, followed by the administration of 2-acetaminofluorene and by a partial hepatectomy. Ten months after DEN injection, three different groups of experimental animals received by gavage, every other day and for eight consecutive weeks, β-carotene (7 mg/100 g B.W.),vitamin A (1 mg/100 g B.W.) or corn oil (controls) respectively. Afterwards, the animals were killed. An hour before the sacrifice each one received 5-bromo-2'-deoxydiurine (BrDU;10mg/100 g B.W.) in order to evaluate cell proliferation.The macroscopic observation of the liver showed that β-carotene and vitamina A reduced cancer incidence (25%) in comparison to the control group (65%), although only the retinoid reduced simultaneously both the incidence and total number of persistent nodules of hepatocytes. These results were confirmed by standard histopathological examination (H&E) of the liver sections. The morphometry of γGT-positive preneoplastic lesions did not showed significant differences between the different experimental groups. However, β-carotene and vitamin A administration reduced cell proliferation both in liver lesions (persistent nodules/cancers) and in surrounding tissues. Hipomethylation of c-myc and HMGCoA reductase genes were observed in persistent nodules of hepatocytes as well as in cancers, although it had not been influenced by the carotenoid or retinoid treatment β-Carotene administration increased the hepatic concentrations of the carotenoid, but not of retinol. Together, these results indicate the existence of an intrinsic activity of β-carotene, independent of its functions as a provitamin A. Moreover, the data suggest that both the carotenoid and the retinoid have inhibitory actions on neoplastic lesions when administered during the progression phase of hepatocarcinogensis. These activities could eventually involve an inhibitionon cell proliferation, but not an action on the DNA methylation process.
 
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Data de Publicação
2008-07-11
 
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