• JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
 
  Bookmark and Share
 
 
Habilitation Thesis
DOI
10.11606/T.44.2016.tde-15072016-161604
Document
Author
Full name
William Gerson Rolim de Camargo
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 1957
Title in Portuguese
A jazida de ouro de Morro velho, MG (contribuição ao conhecimento da gênese)
Keywords in Portuguese
Depósitos minerais
Minas Geriais
Ouro
Rio Grande do Sul
Abstract in Portuguese
O depósito de Morro Velho se localiza no Estado de Minas Gerais, Brasil, na cidade de Nova Lima, próximo a Belo Horizonte. Foi descoberto nos tempos do Brasil Colonial, mas somente em torno de 1830 tiveram início os trabalhos de mineração sistemática, a cargo da "St. John Del Rey Mining Co.", companhia inglesa que até hoje executa a lavra e beneficiamento do minério. A região onde se situa o depósito pertence geologicamente ao Algonquiano (série Minas), exibindo principalmente xistos metamórficos do tipo dos filitos, em geral fortemente dobrados. O depósito é do tipo filoniano a "ore shoot", tendo o filão principal a forma de uma fita com comprimento de 4.000 m largura de 200 m e espessura média de 5 m, mergulhando na direção SE 45 'GRAUS'. O filão atinge uma profundidade conhecida de cerca de 2.500 m. O filão principal se anastomosa com outros menores, denominados filão Sul e filão X. As rochas encaixantes são constituídas por xistos metamórficos (filitos), "lapa seca" (dolomito silicoso) e diabásio (anfibólio-xisto). A "lapa seca" é nome local dado a um tipo de rocha carbonatada muito rica em quartzo. O diabásio se apresenta em diques junto ao filão. O minério é microgranular, sendo muito constante quanto à composição química e mineralógica. Os minerais mais comuns são: arsenopirita, calcopirita, cubanita, ouro, pirita, pirrotita, albita, carbonatos e quartzo. Entre os carbonatos a ankenita é mais freqüente, ocorrendo ainda dolomita, siderita, e calcita em menores proporções. Aparecem entretanto como ocorrências muito esparsas ainda: anatásio, rutilo, sheelita, galena, fluorita, apatita e wolframita. A rocha magmática matriz ainda é de caráter duvidoso, por não ter sido ainda observada conexão direta dos filões com qualquer rocha magmática, o que constitui fato comum em depósitos hidrotermais profundos. Acredita-se que o granito-gnaisse abundante nas circunvinhanças, seja o responsável pelas soluções mineralizadoras. A jazida de Morro Velho é do tipo hidrotermal médio (alto - P.T.), fato comprovado pela paragênese mineral, que mostra como predominantemente o mineral pirrotita, típico de alto P.T.. A seqüência de deposição dos minerais, deduzida pelos contatos geométricos dos minerais aos pares (seqüências parciais) foi assim estabelecida: albita, arsenopirita, pirita, carbonatos, quartzo, pirrotita, calcopirita e ouro. Há entretanto superposição entre alguns períodos de deposição, principalmente entre carbonatos e quartzo. A mineralização de Morro Velho foi posterior à formação da série Minas, estando relacionada com diastrofismos, também responsáveis por intrusões magmáticas, dobramento e ações metamórficas da região. A solução mineralizadora possuía caráter alcalino, apresentando originalmente a seguinte composição química provável; água, ácido sulfídrico, sulfeto de potássio, sulfeto de sódio, carbonato de potássio, carbonato de sódio, aluminossilicatos alcalinos e sílica. Porém elementos metálicos como Fe, As, Cu, Au, Ag, estavam presentes, sendo os responsáveis pelos minerais metálicos presentes na jazida. Nas partes mais superficiais a solução deve ter se transformado para caráter ácido, devido à formação de ácido sulfúrico, ácido forte originado pela alteração dos sulfetos de ferro (pirita e pirrotita). As cavidades encontradas na parte mais superficial da mina apóia esta hipótese. O ouro elementar parece ter se formado à custa de dois processos: a) precipitação de soluções alcalinas, ricas em sulfeto duplo de ouro e sódio, e b) exsolução de pirrotita, pirita, calcopirita e arsenopirita, que deviam conter ouro no retículo cristalino sob forma de solução sólida.
Title in English
Not available
Keywords in English
Not available
Not available.
Abstract in English
Not available
 
WARNING - Viewing this document is conditioned on your acceptance of the following terms of use:
This document is only for private use for research and teaching activities. Reproduction for commercial use is forbidden. This rights cover the whole data about this document as well as its contents. Any uses or copies of this document in whole or in part must include the author's name.
Camargo_Doutorado.pdf (20.22 Mbytes)
Publishing Date
2016-07-20
 
WARNING: Learn what derived works are clicking here.
All rights of the thesis/dissertation are from the authors
CeTI-SC/STI
Digital Library of Theses and Dissertations of USP. Copyright © 2001-2019. All rights reserved.