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Tese de Livre Docencia
DOI
10.11606/T.44.2016.tde-07042016-144433
Documento
Autor
Nome completo
Evaristo Ribeiro Filho
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1968
Título em português
Geologia da região de Urandi e das jazidas de maganês Pedra Preta, Barreiro dos Campos e Barnabé, Bahia
Palavras-chave em português
Bahia
Depósitos minerais
Manganês
Resumo em português
No presente trabalho são apresentados os resultados do estudo geológico da região de Urandi, cidade localizada no sudoeste do Estado da Bahia. De Urandi para o norte, até Brejinho das Ametistas, estende-se uma faixa de rochas metamórficas com aproximadamente 70 km de extensão, onde há numerosos afloramentos de rochas portadoras de manganês. As pesquisas deste trabalho referem-se às jazidas Pedra Preta, Barreiro dos Campos e Barnabé. As rochas pré-cambrianas desta área da Bahia formam uma seqüência inferior com gnaisses graníticos, xistos e anfibolitos, sobre a qual repousa a seqüência superior constituída de filitos, xistos verdes, xistos, metaconglomerados e quartzitos. Os depósitos lenticulares de manganês, dispostos concordantemente com a xistosidade regional N-NE mergulhando para S-SE, bem como as concentrações de manganês originadas por enriquecimento supérgeno, estão associados predominantemente aos xistos e filitos. As análises geocronológicas de rochas do Pré-Cambriano, usando-se o método do K-Ar, revelaram idades entre 463 e 791 milhões de anos, valores que correspondem às rochas mais modernas situadas a leste do crato do São Francisco. A mina Pedra Preta está localizada 13 km a sudoeste de Licínio de Almeida, em terrenos com altitudes entre 900 e 970 metros. Nesta mina predominam sericita-xistos e granada-xistos, entre os quais estão encaixadas concordantemente lentes com minério de manganês. O depósito lenticular é constituído de minério macio e de minério pulverulento. O depósito de enriquecimento supérgeno contém minério eluvial, rolado, compacto botrioidal e laterítico. Os teores de manganês no minério variam de 45 a 53%. Baseados nos exemplos de depósitos originados por precipitação primária de óxidos de manganês, aplicando-se dados inferidos de considerações teóricas e levando-se em conta a comparação com jazidas similares, chega-se à conclusão de que os depósitos lenticulares de manganês da mina Pedra Preta se originam pelo metamorfismo que atuou sobre sedimentos singenéticos. A mina Barreiro dos Campos situa-se a 7 km a sudoeste de Urandi e contém minério lenticular encaixados em xistos e anfibolito. O depósito lenticular é formado de minério macio, minério pulverulento, minério com pseudomorfos de carbonato e minério compacto com rondonita associada a granada e quartzo. O minério de superfície é rolado e botrioidal. Os teores de manganês no minério variam de 48 a 52%. O depósito de manganês da mina Barreiro dos Campos foi gerado a partir de protominério carbonático. A mina Barnabé está localizada 14 km a nordeste de Licínio de Almeida e nas imediações de Tauape. Situa-se em terrenos de ondulações suaves, com superfície de erosão aplanada, onde as altitudes variam de 830 a 870 metros. As lentes de minério magnético de manganês estão encaixadas em anfibolito fitado, parcialmente decomposto e às vezes silicificado. O depósito lenticular contém minério compacto, minério bandeado e minério pulverulento. Os depósitos de enriquecimento supérgeno são constituídos de minério rolado, minério escoriáceo, minério laterítico e granzon. As porcentagens de manganês no minério variam de 39 a 45%. O conteúdo de ferro varia de 10,60 a 16,60%, sendo que este valor máximo foi obtido em amostra de minério de fortemente magnético, rico em jacobsita. Os depósitos lenticulares da mina Barnabé se originam por metamorfismo sobre sedimentos singenéticos. A existência de rochas de solo magnesíferos, clima e topografia favoreceram a formação do granzon. O estudo das jacobsitas da mina Barnabé e das jazidas Pau de Rego, Feixe de Vara, Covão e Piedade mostra que a dimensão da cela unitária do mineral aumenta com qualidades crescentes de manganês. Por outro lado, a ocorrência de jacobsita no minério, possibilita êxito quando se emprega o método de prospecção magnetométrica. Utilizando-se análises ao raio-X, estudo de seções polidas e lâminas delgadas, bem como análise térmica diferencial, foi possível identificar criptomelana, hollandita, todorokita, pirolusita, jacobsita, espessartita, rodonita e mangano-dolomita como minerais do distrito manganesífero de Urandi. De acordo com a classificação empregada por Dorr II, Horen e Coelho 9 para os depósitos de manganês de Minas Gerais, as jazidas estudadas em Urandi podem ser classificadas como médias, uma vez que não apresentam reservas muito superiores a 100.000 toneladas.
Título em inglês
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Palavras-chave em inglês
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Resumo em inglês
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Data de Publicação
2016-07-06
 
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