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Dissertação de Mestrado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Aila Regina da Silva
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Lara, Arthur Hunold (Presidente)
Cunha, Carla Sabrina
Masini, Elcie Apparecida Fortes Salzano
Matuck, Artur
Título em português
Proibido tocar, permitido dançar: dança e mediação no museu de arte contemporânea
Palavras-chave em português
Corpo
Dança
Fenomenologia
Mediação
Resumo em português
Este estudo visa analisar o corpo dentro do Museu de Arte Contemporânea (MAC/USP) por meio de seis vivências com dança nos andares expositivos, como forma de mediação. Pesquisou-se como é a interação do indivíduo com base numa tríade: dele consigo, dele com o outro (grupo) e dele com o espaço artístico; numa relação guiada pela mediação dançada com grupos aleatórios, de pessoas com e sem deficiência física e/ou mental, em grupos entre 3 e 23 pessoas, intermediadas pela própria pesquisadora. Com isso, buscou-se estabelecer um diálogo sobre Arte e como ela nos afeta. A dança é acessível a todo o público, isto é, qualquer indivíduo está apto a dançar. Por isso, ela foi eleita como ferramenta, a fim de nivelar o público horizontalmente. Por tal motivo, este estudo trata, sim, de inclusão, mas não por ser um projeto destinado apenas às pessoas com alguma deficiência ou mobilidade reduzida, mas um projeto em que todos podem participar, no qual a diversidade é celebrada. O estudo, longe de querer formar dançarinos ou puramente estudar a técnica da dança, baseou-se nos princípios de Rudolf Laban e no arcabouço da técnica do DanceAbility e de coletivos de dança contemporâneos, a fim de validar o processo de uma proposta original de mediação com dança. A percepção de Arte, do ponto de vista fenomenológico de Merleau-Ponty, só pode se dar pela experiência, pelo reconhecimento corpóreo do indivíduo com o espaço em que ele está inserido. Esta ocupação do espaço museológico pelo dançar é capaz de transformar a forma de se locomover e se portar no espaço, de mudar a relação do indivíduo com ele próprio e, por conseguinte, com o grupo e o espaço, provocando, então, uma nova forma de diálogo com a Arte através de corpo. Para quebrar as barreiras do tato com a Arte contemporânea, o indivíduo quebra, antes, a barreira do tato consigo mesmo.
Título em inglês
Do not touch. Dance, though: dance and mediation in the contemporary museum
Palavras-chave em inglês
Body
Dance
Mediation
Phenomenology
Resumo em inglês
This work draws upon the human body inside the Contemporary Art Museum of São Paulo (MAC/USP) as a result of six events with dance at the exhibitions as a style of mediation. The interaction of an individual was investigated based on a triad of elements: from the individual to himself, the individual and the group, and the individual and the artistic space. This relation was observed through a danced mediation with aleatory groups, among people with and without physical and/or mental disabilities. The groups had from 3 to 23 participants and the author mediated it. It has been proposed to establish an Art dialogue and how it affects us. The dance is accessible to everybody; due to that it was elected as a tool, in order to levelling the group horizontally. For that reason, this study is about inclusion, in its full meaning; this study is destined to all the people, which the diversity is celebrated. The work, far from training dancers or studies the dance techniques strictly, used the principals of Rudolf Laban, the methodology of DanceAbility, and contemporary dance groups to validate its process as an original proposal of dancing mediation. The perception of Art, according to the Merleau-Pontys phenomenology, just occurs throughout experience itself, by the body recognition with the space around himself. The museum occupied by the dance act is capable of changing the way the individual moves and contact the space; or changing his relation with himself and, after, with the group and space. This research instigates, then, a new layer about Art, about how the person looks at it. Because to break the boundary with Contemporary Art, before the person needs to break the boundaries with himself.
 
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Data de Publicação
2019-05-23
 
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