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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
José Carlos da Silva França
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Goncalves, Lisbeth Ruth Rebollo (Presidente)
Lara, Arthur Hunold
Meira, Silvia Miranda
Prado, Gilberto dos Santos
Springer, Paul Lionel
Título em português
In situ, ex situ: o virtual como elemento-chave entre o objeto de arte e seus usuários
Palavras-chave em português
Arte
Crítica
Estética
História
Imagem
Museu
Recepção
Tecnologia
Virtual
Resumo em português
Um breve olhar sobre o passado recente do museu e sua convivência com a tecnologia nas duas últimas décadas, irá trazer à tona um fato relevante: não se trata mais de questionar se as instituições de arte devem possuir presença virtual, mas sim quando. E se esta presença terá maturidade suficiente para que a experiência da recepção se torne tão oumais valiosa do que o olhar e a sensação direta do espectador em três situações distintas: frente ao objeto de arte, na ampliação da experiência in situ da produção artística e na utilização de modelos e mecânicas ex situ (através de aplicativos conectados à Internet e nas situações de novos espaços híbridos, os quais fazem convergir tanto o real quanto o virtual). A tecnologia traz ao universo da arte promessas de ampliação do espaço de atuação do museu através daquela. As expectativas geradas por tais promessas não se realizam de forma simples e natural. Esta dissertação busca o estudo de procedimentos para a inserção do virtual como prolongamento do espaço do museu - e a subsequente geração de modelos de emissão de conteúdo via redes de comunicação. Sugere caminhos para tais modelos, diante de um espectador habituado ao uso de aparelhos de intermediação e recepção. Considera as diferenças de significação, para o espectador, entre a exposição no modelo tradicional e aquela que se baseia em um desdobramento virtual. Valida a inserção da tecnologia como parte deste processo, ao entender a exibição como um processo de mediação e ativação. Os meios eletrônicos atuam no sentido de ativar as possibilidades de acesso remoto a contextos e conteúdos. Ao ser ativado virtual e remotamente, o museu ganha a possibilidade de preencher espaços outrora inexplorados. O escopo da análise se dá no entendimento da relação entre a produção a ser exposta no modelo tradicional e aquela que ocorre através do mundo virtual. Tendo o arcabouço teórico da estética da recepção como pano de fundo, busca refletir sobre os procedimentos a serem desenvolvidos quando da criação de experiências virtuais na configuração dos meios de acesso do público ao museu. Destarte, é possível colaborar com as disciplinas ligadas à Estética, História da Arte, Crítica da Arte e Arte-educação; pois todas elas têm, numa visão presente e futura, interesse em utilizar soluções que permitam disseminar conteúdo através dos meios eletrônicos.
Título em inglês
In situ, ex situ: the virtual as key element between the art object and it's users
Palavras-chave em inglês
Aesthetics
Art
Critique
History
Image
Museum
Reception
Technology
Virtual
Resumo em inglês
A brief glimpse over the recent past of the museum and its relationship with technology will bring to view a significant fact: it is not a matter of questioning if they must have a virtual presence but when that should happen. Additionally, how strong and worthwhile will be that interaction? Will the remote experience be strong enough in order to overturn the one that happens right in front of the visitor? There are three situations where that assertivemust be tested: right in front of the work of art, in the process of expanding the experience that results from the art production and the use of devices and networks (through applications connected to the Internet or navigating into new hybrid spaces, a convergence of both real and virtual worlds). Considering the vacuum that exists, in the art domain, between the user reception and all the procedures that are necessary in order to make it effective, this study has the goal of investigating operational procedures, methodologies and techniques that may allow the inception of virtual models as an expansion of the museum physical space, and consequently their results: the generation of plataforms and models for sharing content from those virtual models, into an audience that is already used to deal with devices as their medium of reception. In bridging both the real and virtual worlds, this research aims to consider the different meanings, to the public, of a tradicional exhibit and its virtual counterpart. The insertion of technology as part of that workflow, when considering an exhibit as a process that acts as both activation and mediation. The fact that the museum is able to get into the viewers space without the need of physical transportation, thus filling spaces that were previously uncharted, is a major consideration in this study. The search aims to the understanding of those relationships that arise when the traditional model of an exhibition - adopted by museums since their foundation - shares its space with virtual exhibits and data sharing via Internet and social networks. It is the scope of this research to have a grounding on the Theory of Reception to reflect and suggest procedures, in order to enhance the virtual contexts that are going to be an essential part of the viewers experience.
 
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Data de Publicação
2019-04-17
 
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