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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.9.2011.tde-31072015-160228
Documento
Autor
Nome completo
Michele Caroline de Costa Trindade
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2011
Orientador
Banca examinadora
Toledo, Julio Orlando Tirapegui (Presidente)
Alaniz, Miriam Helena Fonseca
Ferraz, Patricia Lopes de Campos
Fock, Ricardo Ambrosio
Nunes, Newton
Título em português
Suplementação crônica de leucina não reduz efeitos deletérios do destreinamento em ratos
Palavras-chave em português
Composição corporal
Destreinamento
Suplementação nutricional
Tecido adiposo
Treinamento físico
Resumo em português
Diferentes condições podem alterar as características fisiológicas, metabólicas, nutricionais e morfológicas. Assim, o objetivo desse estudo foi analisar o efeito do treinamento físico, destreinamento e especialmente destreinamento combinado com a suplementação de leucina sobre o peso corporal, composição corporal, homeostase glicêmica e expressão e fosforilação da via de sinalização da proteína alvo da rapamicina em mamíferos (mTOR). Quarenta e seis ratos Wistar adultos machos foram divididos em 4 grupos: 31 ratos foram treinados em esteira por 8 semanas e 15 foram usados como controle (ratos sedentários). Destes, 15 ratos foram eutanasiados imediatamene após o treinamento (grupo treinado = 8 e grupo controle =7), 8 continuaram treinando, 16 foram mantidos sem exercícios (grupo destreinado = 8 e grupo destreinado suplementado com leucina = 7), e os 7 ratos restantes foram usados como controle (ratos sedentários) por mais 6 semanas antes de serem eutanasiados. Os animais do grupo destreinado foram alimentados com uma dieta contendo ~18% de proteínas, suplementados ou não com 5% de leucina. A composição corporal, o consumo alimentar, o volume de adipócitos, a glicose de jejum, o teste oral de tolerância à glicose (TOTG), o teste oral de tolerância à insulina (TTI), a atividade da citrato sintase, as concentrações séricas de leptina, adiponectina, aminoácidos e ácidos graxos não esterificados (AGNE) e a expressão e fosforilação da proteína mTOR foram avaliados. Os resultados de peso corporal, gordura corporal, coxins adiposos epididimal e retroperitoneal, volume de adipócitos, consumo alimentar, concentração sérica de leptina e TOTG foram significantemente menores nos animais treinados do que nos sedentários e destreinados (P < 0,05). Nenhuma diferença significante foi observada nos valores de glicemia de jejum, TTI e AGNE entre os três grupos (P > 0,05). Por outro lado, o grupo treinado apresentou valores significantemente mais altos para a atividade da citrato sintase do que os grupos sedentário e destreinado (P < 0,05). Nenhuma diferença significante (P > 0,05) foi identificada na comparação entre os grupos destreinados (com ou sem suplementação de leucina), incluindo a expressão e fosforilação da proteína mTOR. O exercício moderado exerce um efeito protetor sobre a composição corporal e a homeostase glicêmica, enquanto que a interrupção do treinamento físico teve um efeito negativo sobre essas variáveis. Os resultados sugerem que a suplementação crônica de leucina parece não reduzir os efeitos deletérios do destreinamento.
Título em inglês
Chronic leucine supplementation does not reduce the deleterious effects of detraining in rats.
Palavras-chave em inglês
Adipose tissue
Body composition
Detraining
Nutritional supplementation
Physical training
Resumo em inglês
Different conditions may alter physiological, metabolic, nutritional, and morphological characteristics. Thus, the aim of this study was to analyze the effects of training, detraining, and especially detraining combined with leucine supplementation on body weight, body composition, glicemic homeostasis and expression and phosphorylation of mammalian target of rapamycin (mTOR) protein-signaling pathway in epididymal adipose tissue in rats. Fourty-seven male adult Wistar rats were divided into 4 groups: 32 rats were trained on a treadmill for 8 weeks and 15 were used as controls (untrained rats). Of these, 15 rats were euthanized immediately after training (trained group = 8 and control group = 7), 8 continued in training, 16 were caged without exercise (detrained group = 8 and detrained group plus leucine supplementation = 7), and the remaining 7 rats were used as controls (untrained rats) for more 6 weeks before being euthanized. Animals of the detrained groups were fed with a ~18% protein diet supplemented or not with 5% leucine. Body composition, food intake, adipocytes size, fasting glucose, oral glucose tolerance test (OGTT), insulin tolerance test (ITT), citrate synthase activity (CS), serum leptin, adiponectin, amino acids and non-esterified fatty acids (NEFA) concentrations and expression and phosphorylation of mammalian target of rapamycin (mTOR) protein were measured. Body weight, body fat, epididymal and retroperitoneal fats depots, adipocytes size, food intake, serum leptin concentration and OGTT were significantly lower in trained animals than in untrained and detrained (P < 0.05). No significant differences in the fasting glucose, ITT and NEFA among the three groups were observed (P > 0.05). On the other hand, the trained group showed a significantly higher score in the citrate synthase activity than both untrained and detrained groups (P < 0.05). No significant differences (P > 0.05) were identified in the comparisons between detrained groups (with and without leucine supplementation), including of the mTOR protein expression and phosphorylation. Moderate exercise exerted a protective effect on the body composition and glucose homeostasis while sudden discontinuation of physical training had a negative effect on such variables. Our results suggest that chronic leucine supplementation not seems to decrease the deleterious effects caused by detraining.
 
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Data de Publicação
2015-08-18
 
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