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Dissertação de Mestrado
Documento
Autor
Nome completo
Luz Mérida Rondán Flores
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2006
Orientador
Banca examinadora
Cozzolino, Silvia Maria Franciscato (Presidente)
Colli, Celia
Philippi, Sonia Tucunduva
Título em português
Avaliação do estado nutricional relativo ao zinco de um grupo de estudantes universitárias da Universidade de São Paulo
Palavras-chave em português
Antropometria
Avaliação nutricional
Consumo de alimentos (Análise)
Estado nutricional (Avaliação)
Estudantes universitários
Nutrição humana
Zinco (Estudo)
Resumo em português
Pesquisas experimentais e clinicas recentes têm reforçado a importância do zinco na nutrição humana, no entanto, grupos populacionais sadios podem apresentar deficiência deste micronutriente. Este trabalho avaliou o estado nutricional de um grupo de estudantes universitárias da Universidade de São Paulo em relação ao zinco. Participaram trinta e oito estudantes de sexo feminino, com faixa etária de 19 a 31 anos, que não fizeram uso de suplemento vitamínico mineral contendo zinco. A média de IMC das participantes foi de 20,8. O consumo alimentar, avaliado por meio de três registros alimentares e analisado pelo programa Virtual Nutri (1.0), demonstrou que o consumo energético médio foi cerca de 1735,2 ± 132,9 kcal, a distribuição dos macronutrientes foi cerca de 62,7% de carboidratos, 11,4% de proteína e 26% de lipídeos. A ingestão média de zinco foi de 6,9 ±1,5 mg/dia. A concentração plasmática de zinco foi de 81,17 ± 14,7 µg/dL e a eritrocitária foi de 41,4 ± 8,5 µgZn/gHb. Na urina de 24 horas as médias de concentração foram 271,78 ± 175 µg/ dia. A atividade da CuZn-SOD foi de 1110,91 ± 310 U/gHb. Por estes resultados observou-se que a distribuição dos macronutrientes encontra-se adequada às recomendações, entretanto com baixo valor energético e a ingestão de zinco apresenta-se insuficiente. Com relação aos valores sanguíneos do mineral embora a média esteja dentro dos valores de normalidade, cerca de 32% apresentaram valores abaixo de 75 µg/dL, o mesmo ocorrendo em relação ao zinco eritrocitário, onde 52,6% apresentavam valores abaixo de 40 µgZn/gHb. O zinco urinário também for baixo para 65,8% das estudantes. Houve correlação entre os valores de ingestão do zinco e sua concentração sangüínea. A atividade da CuZn-SOD apresentou correlação com o zinco no plasma. De acordo com estes resultados observa-se que a maioria das participantes deste estudo estava mantendo a homeostase em relação a este mineral, entretanto com baixas reservas e algumas delas em estado de deficiência.
Título em inglês
Evaluation of zinc nutritional status of a group of university students from the University of São Paulo
Palavras-chave em inglês
Anthropometry
Food consumption (Analysis)
Human nutrition
Nutrition assessment
Nutritional status (Assessment)
University students
Zinc (Study)
Resumo em inglês
Recent experimental and clinical researches are emphasizing the importance of the zinc in the human nutrition; yet, populational groups may present deficiency of this nutrient. This work evaluated the nutritional status of a group of the University of Sao Paulo students, in relation to the zinc. Thirty-eight students participated in the study, all female, aged from 19 to 31 years, which made use of vitaminic-mineral supplement containing zinc. The average IMC of the participants was 20,8. The alimentary consumption, evaluated by means of three alimentary registers, analyzed by the software Virtual Nutri (1.0), demonstrated that the mean energetic consumption was of 1735,2 ± 132,9 kcal, the macronutrient distribution was of 62,7% of carbohydrates, 11,4% of proteins and 26% of lipids. The ingestion of zinc was of 6,9 ±1,5 mg/day in average. The plasmatic concentration of zinc was of 81,17 ± 14,7 µg/dL and erythrocytary concentration was of 41,4 ± 8,5 µgZn/gHb. In the 24 hour urine the mean concentrations were of 271,78 ± 175 µg/ day. The activity of CuZn-SOD was of 1110,91 ± 310 U/gHb. From these results, it could be observed that the macronutrient distribution agreed with the recommendations, however with low energetic value and insufficient zinc ingestion. With relation to the blood mineral values, although the average were positioned within a normal range, about 32% of the patients presented values lower than 75 µg/dL, the same happening with the "erythrocytary" zinc, where 52,6% presented values lower than 40 µgZn/gHb. The zinc in the urine was, as well, low for 65,8% of the students. There was correlation between the ingestion of zinc and its blood concentration values. The activity of the CuZn-SOD presented correlation with zinc in the plasma. According to these results, it could be concluded that the majority of the participants in the study was keeping the "homeostasis" in relation to this mineral, even so with low supplies and, in certain cases, with deficiency.
 
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Data de Publicação
2017-11-24
 
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