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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.83.2012.tde-06112012-193210
Documento
Autor
Nome completo
Simone Roque Mazoni
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2012
Orientador
Banca examinadora
Carvalho, Emilia Campos de (Presidente)
Chianca, Tânia Couto Machado
Almeida, Miriam de Abreu
Mamede, Marli Villela
Napoleão, Anamaria Alves
Título em português
Elaboração e validação do diagnóstico de enfermagem dor de parto
Palavras-chave em português
Diagnóstico de enfermagem
Dor de parto
Estudos de validação
Medição da dor
Resumo em português
O estudo teve como proposta analisar se o fenômeno da dor de parto está retratado no diagnóstico de enfermagem Dor Aguda da taxonomia NANDA-I e propor e validar o Diagnóstico Dor de parto. Seguiu-se os preceitos de Hoskins (1989) e Fehring (1986) para as fases da análise de conteúdo e validação clínica do diagnóstico. Na primeira fase foi analisado o conceito de "dor em situação de parto" segundo referencial teórico de Walker e Avant (2005) com sumarização dos dados analisados por meio de revisão integrativa da literatura à estrutura metodológica de Whittemore (2005). A análise do conceito "dor em situação de parto" reforçou a pertinência de se propor um novo diagnóstico e submetê-lo a análise por peritos. O diagnóstico construído foi submetido a dez enfermeiros obstetras, sendo o mesmo à análise de conteúdo aprovado quanto à definição, fatores relacionados (período de dilatação: fase latente, fase ativa, fase de transição; período de expulsão), características definidoras e inserção do diagnóstico ao Domínio 12 - Conforto e à Classe 1 - Conforto físico; das 28 características definidoras submetidas às opiniões sobre o grau de indicação para o diagnóstico, 9 foram muito indicativas do diagnóstico: evidência observada de contração uterina à média ponderada de 0,95, alteração do tônus muscular (0,93), alteração da frequência respiratória (0,85), comportamento expressivo (0,85), expressão facial de dor (0,85), evidência observada de dor (0,85), diaforese (0,83), relato verbal ou codificado (0,80) e alteração da frequência cardíaca (0,80), sendo o cálculo DCV total igual a 0,73. Outras 13 foram validadas (escores maiores de 0,50) e 6 foram consideradas não representativas (escores inferiores a 0,50). Vinte e duas características definidoras identificadas na análise de conceito foram testadas clinicamente em parturientes em fase ativa do trabalho de parto. Foram observadas 49 parturientes na fase ativa inicial (FAI) e 37 na fase ativa final (FAF). Para análise da homogeneidade entre as parturientes que fizeram uso de analgésicos e as que não fizeram uso de analgésicos e as variáveis intervenientes: indução de parto, característica da bolsa, líquido amniótico, técnicas alternativas para alívio da dor, relaxamento e descida fetal e intervenção analgésica e, para análise das diferenças de frequências de ocorrência de características definidoras entre as fases ativa inicial e final do trabalho de parto foi utilizado o teste exato de Fisher. Prova de Mann-Whitney foi realizada para a relação dos escores de intensidade de dor entre o uso e não uso do analgésico. Para análise da relação entre amplitude de pressão intrauterina e escores de dor, nas fases ativa inicial e final do trabalho de parto foi utilizado o teste de Correlação de Spearman. Seis características definidoras estiveram presentes na FAI, e também foram os indicadores principais na FAF, são elas: relato verbal ou codificado (FAI e FAF: 100%), evidência observada de contração uterina (FAI: 98%; FAF: 100%), alteração do tônus muscular (FAI: 98%; FAF: 100%), evidência observada de dor (FAI e FAF: 100%), comportamento expressivo (FAI: 93,9%; FAF: 100%) e expressão facial de dor (FAI: 87,8%; FAF: 100%). Em ambas as fases não foram observadas: alteração na frequência cardíaca, alteração na frequência respiratória, alterações na pressão sanguínea, dilatação pupilar, exceto para alteração da pressão arterial e dilatação pupilar em que houve presença em uma parturiente para cada indicador. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significantes (p ≤ 0,05) para diaforese, expressão facial de dor, gestos protetores/comportamento de defesa, posição antálgica para evitar dor, comportamento de distração, foco em si próprio e relato de pressão no períneo, sendo estas predominantes na FAF. Observou-se correlação linear positiva entre a referência verbal (pelos escores de intensidade de dor) e a amplitude de pressão intrauterina, com aumento do escore de intensidade de dor à medida que aumenta a pressão em mmHg na fase ativa inicial (rS = 0,381; p = 0,008) e na fase ativa inicial de parturientes em uso do analgésico (rS = 0,758; p = 0,002). O estudo mostrou a dor em situação de parto como fenômeno peculiar a um evento fisiológico em seus diferentes períodos, com achados que apontam para um novo diagnóstico de enfermagem.
Título em inglês
Development and validation of the nursing diagnosis for labor pain.
Palavras-chave em inglês
Labor pain
Nursing diagnosis
Pain measurement
Validation studies
Resumo em inglês
The study aimed to analyze if the phenomenon of labor pain is characterized in the nursing diagnosis Acute Pain of NANDA-I taxonomy and to develop and validate the diagnosis Labor Pain. The precepts of Hoskins (1989) and Fehring (1987) for the phases of content analysis and clinical validation of the diagnosis were followed. In the first phase, the concept of "labor pain" according to the theoretical referential of Walker and Avant (2005) was analyzed, with summarization of the data using integrative literature review of the methodological framework of Whittemore (2005). The construction of the concept "labor pain" reinforced the relevance of proposing a new diagnosis and subjecting it to the analysis by experts. The diagnosis was submitted to ten obstetric nurses and approved regarding the definition, related factors (period of dilatation: latent phase, active phase, transition phase of labor; period of expulsion), defining characteristics and insertion of diagnosis to the Domain 12 - Comfort and to the Class 1 - Physical Comfort; of the 28 defining characteristics submitted to the opinions on the degree of indication for the diagnosis, 9 were very indicative of the diagnosis: evidence observed of uterine contraction to the average of 0.95, change in muscle tone (0.93), change in respiratory rate (0.85), expressive behavior (0,85), facial expression of pain (0.85), observed evidence of pain (0.85), diaphoresis (0.83), verbal or coded report (0.80), and change in heart rate (0.80), being the CVD total calculation equal to 0.73. Another 13 were validated (scores greater than 0.50) and 6 were considered unrepresentative (scores below 0.50).Twenty-two defining characteristics identified in concept analysis were clinically tested in pregnant women in active phase of labor. 49 parturient women were observed during initial active phase (IAP) and 37 in the final active phase (FAP). To analyze the homogeneity among parturient women who used analgesics and those who did not use analgesics and the intervening variables: induction of labor, characteristic of placenta, amniotic fluid, alternative techniques for pain relief, relaxation and decrease fetal and analgesic intervention; and the Fisher's exact test was used to analyze differences in frequencies of occurrence of the defining characteristics between the initial and final active phase of labor. Mann-Whitney test was performed for the relationship of pain intensity scores between the use and non use of the analgesics. The Spearman correlation test was used to analyze the relationship between intrauterine pressure amplitude and pain scores, in the initial and final phases of labor. Six defining characteristics were present in the initial active phase (IAP), and were also the main indicators in the final active phase (FAP), which are: verbal or coded report (IAP and FAP: 100%), observed evidence of uterine contraction (IAP: 98%, FAP: 100%), abnormal muscle tone (IAP: 98%, FAP: 100%), observed evidence of pain (IAP and FAP : 100%), expressive behavior (IAP: 93.9%, FAP: 100%), and facial expression of pain (IAP: 87.8%; FAP: 100%). In both phases were not observed: change in heart rate, change in respiratory rate, change in blood pressure, pupil dilation, except for change in blood pressure and pupil dilation that was present in one parturient for each indicator. The results showed statistically significant differences (p ≤ 0.05) considering diaphoresis, facial expression of pain, protective gestures/defensive behavior, antalgic position to avoid pain, distraction behavior, focus on yourself and report of pressure in the perineum, which are predominant in the IAP. Positive linear correlation between the verbal reference (by scores for pain intensity) and amplitude of intrauterine pressure was observed, with higher scores of pain intensity when increasing pressure in mmHg in the initial phase (rS = 0.381; p = 0.008) and the initial active phase of parturient women in use of analgesics (rS = 0.758; p = 0.002). The study showed the situation of labor pain as a phenomenon peculiar to a physiological event at different periods, with findings that point to a new nursing diagnosis.
 
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SIMONEROQUEMAZONI.pdf (2.84 Mbytes)
Data de Publicação
2012-11-12
 
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