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Mémoire de Maîtrise
DOI
Document
Auteur
Nom complet
Julia Almeida Alqueres
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2018
Directeur
Jury
Zular, Roberto (Président)
Lucas, Fabio Roberto
Malufe, Annita Costa
Vasconcelos, Mauricio Salles de
Titre en portugais
Uma poética de furos e fulcros: o corpo-paisagem de Photomaton & Vox
Mots-clés en portugais
Antropologia
Corpo
Imagem
Linguagem
Poesia
Resumé en portugais
Este texto é uma tentativa de entrar em Photomaton & Vox (1979), livro do escritor português Herberto Helder, deixando-se devorar pelo corpo dessa escrita chamada de rapariga ou corpo-paisagem por mim e também devorando-a. Neste percurso íntimo, o que se dá a sentir é primeiramente um fogo, que queima e ilumina os corpos, e também um fluxo de imagens que remete mais ao cinema do que à fotografia. Tendo como centro o corpo como feixe de afetos e capacidades (conceito de Eduardo Viveiros de Castro), acompanharemos a morte de um organismo reconhecível por nós e o nascimento de um outro, feito especialmente de furos e fulcros, pelos quais passam e sobrevivem imagens em movimento. Acoplando à língua de Helder a filosofia e a antropologia, pretende-se perceber a partilha específica que o poeta faz do sensível, permitindo-se afetar por ela e também afetá-la, emaranhando-se nela.
Titre en anglais
Uma poética de fulcros e furos: o corpopaisagem de Photomaton & Vox
Mots-clés en anglais
Anthropology
Body
Image
Language
Poetry
Resumé en anglais
This text is an attempt to go into Photomaton & Vox (1979), a work written by the Portuguese author Helberto Helder, by being devoured by the body of the book's writing which I call "rapariga" or body-landscape as well as devouring it. Throughout this intimate journey, one can first feel a fire, which burns and illuminates the bodies, and also a flow of images that referes more to cinematography than to photography. Considering the body as a bundle of affections and capacities (a concept of Eduardo Viveiros de Castro), we will follow the death of a body that we recognize to the birth of another one, specially made of holes and fulcrums, through which images in movement pass by and survive. Adding philosophy and antropology to Helder's language, one intends to perceive the specific sharing made by the poet of the sensitive, allowing itself to be affected by it, as well as affecting it, twining itself in it.
 
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Date de Publication
2019-04-16
 
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