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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.8.2018.tde-21052018-153557
Documento
Autor
Nome completo
Maria Gloria Vinci
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Dias, Mauricio Santana (Presidente)
Barbosa, Davi Pessoa Carneiro
Heise, Pedro Falleiros
Titan Junior, Samuel de Vasconcelos
Wataghin, Lucia
Título em italino
Storia, fiction, menzogna e apocalipse: alcune passeggiate nei boschi narrativi di Umberto Eco
Palavras-chave em italino
Apocalisse
Finzione
Postmodernità
Storia
Umberto Eco
Resumo em italino
Tutta la produzione echiana, saggistica e narrativa, si è mossa sempre tra due poli di attrazione, quello della verità e quello della menzogna, con una indubbia fascinazione per la seconda. Partendo dalla commistione problematica di vero/falso presente nei testi letterari (e non solo), Eco, fin da Opera Aperta (1962), ma soprattutto con Sei passeggiate nei boschi narrativi (1994) e Lector in fabula (1979) ha tentato di indagare lo statuto finzionale-veritativo del mondo scritto, le strategie testuali messe in atto dallAutore modello in una determinata storia, le trappole del linguaggio. Problematizzando la relazione tra i mondi possibili della letteratura e il mondo storico di riferimento (ECO, 1994), Eco ci mostra quanto siano labili e permeabili le frontiere di tali mondi e come in essi si sovrappongano, intercambiandosi, le nozioni di vero, verosimile, falso, menzognero. Appaiando allinterno di uno stesso orizzonte ermeneutico i mondi finzionali della letteratura e quelli veri della realtà e della Storia, sulla base di un principio comune che li sottende entrambi, che è il principio di Fiducia, Eco interpreta lintero sistema culturale e storico cui apparteniamo mediante un paradigma semiotico-narrativista, secondo il quale le esperienze umane, attraverso la narrazione, escono dalla loro opacità di fatti bruti e vengono organizzate allinterno di un continuum che le rende parte viva e vitale di una storia/Storia (personale o collettiva che sia). La collisione tra metanarrativa e Storia presente in tutte le sue opere narrative, tra la chiusura dellautoriflessione e lapertura del riferimento alla realtà storica, crea un attrito tale da portare in evidenza il carattere artificiale, metaforico e retorico delle nostre costruzioni culturali e delle stesse narrative storiche. Attraverso i suoi romanzi Eco ci avverte, però, anche del rischio di un regime interpretativo pansemiotico: la realtà, per quanto debole e noumenicamente inattingibile, esiste, è un Limite ontologico (forse anche metafisico?) che impedisce derive ermeneutiche e riscritture falsificanti e aberranti della Storia.
Título em português
História, ficção, mentira e apocalipse: alguns passeios pelos bosques narrativos de Umberto Eco
Palavras-chave em português
Apocalipse
Ficção
Historia
Pós-modernidade
Umberto Eco
Resumo em português
A presente tese propõe-se como uma análise global da multifacetada obra, narrativa e não ficcional, de Umberto Eco, através da lente do Falso, facies mentirosa mas complementar da Verdade, contemplando todas as possíveis declinações.Vai-se, então, da questão da verdade/falsidade na literatura, ou melhor, da relação problemática entre os "mundos possíveis" da ficção e os mundos "verdadeiros" do mundo histórico de referência ao falso subversivo das imitações paródicas; da "força" do falso na História, desde sempre impregnada de mentiras e narrações fabulatórias mas errôneas, que influenciaram o curso de seus eventos, à simulação/dissimulação enganosa e desonesta da manipulação de documentos falsos, como também à psicologia paranóide dos complôs e à deliberada difusão de notícias e informações falsas pela mídia. Nesse sentido, a presente tese tem como objetivo sublinhar a relevância do trabalho echiano, tanto não-ficcional quanto narrativo, a maneira pela qual este solicita formas de reflexão e análise crítica de todo o horizonte da cultura ocidental e suas formas constitutivas, e, acima de tudo, destacar o confronto aberto e problemático que a obra echiana estabelece com a complexidade labiríntica, reticular, polimórfica das sociedades contemporâneas e a pluralidade de saberes que a constituem. O que toda a obra echiana postula e mantém viva e atual é a instância de uma literatura como uma forma de conhecimento e interpretação do mundo, a necessidade de reiterar com urgência a autonomia da linguagem literária (e não apenas) como produtora de espírito crítico, diferenciando-se da linguagem da comunicação que se origina apenas em si e inocula um novo conformismo pós-ideológico, aliás meta-ideológico. Além disso, com este trabalho pretendemos fornecer aos leitores brasileiros algumas chaves úteis para o acesso à obra echiana analisada como um todo (mas sem pretensão de exaustividade), um complexo sistema teórico semiótico-narratológico, com base no qual Eco constrói os dispositivos narrativos de seus sete romances, que são analisados em detalhes aqui. A presente tese configura-se, então, como uma monografia-ensaio sobre um dos mais importantes e reconhecidos intelectuais italianos da época contemporânea, que procura fornecer uma interpretação crítica abrangente de seu trabalho, estimulando sua divulgação para um público mais amplo de estudiosos e leitores brasileiros.
 
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Data de Publicação
2018-05-28
 
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