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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.8.2015.tde-22122015-114120
Documento
Autor
Nome completo
Cláudia Sant'Ana Martins
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Esteves, Lenita Maria Rimoli (Presidente)
Gebara, Ana Elvira Luciano
Ghirardi, José Garcez
Milton, John
Veras, Maria Viviane do Amaral
Título em português
A 'Epopeia do Comércio': Os Lusíadas na tradução de William Julius Mickle
Palavras-chave em português
Estudos da tradução
Ideologia
Luís Vaz de Camões
Manipulação
William Julius Mickle
Resumo em português
O objeto de estudo deste trabalho é a tradução de Os lusíadas, de Luís Vaz de Camões, feita pelo poeta escocês William Julius Mickle e publicada na Inglaterra em 1776. Essa tradução foi um sucesso na época de sua publicação e no século seguinte, tornando-se, ao longo dos anos, a mais lida e citada de todas as traduções da obra para o inglês. Pretende-se mostrar que a tradução de Mickle reflete a intrincada rede de convenções, normas e interesses vigentes no Reino da Grã-Bretanha no final do século XVIII, e que as grandes liberdades tomadas por Mickle com o poema original se articulam a fatores históricos, sociais e econômicos, assim como às normas culturais da época, uma fase de transição entre o Neoclassicismo augustano e o Romantismo. A tese a ser demonstrada é que, em sua tradução e nos elementos paratextuais que a acompanham, Mickle reencena e atualiza o conceito medieval da translatio imperii et studii a ideia de que haveria uma transmissão do leste para o oeste não só do controle imperial, mas também da cultura e do conhecimento. Mickle adaptou o épico camoniano para o público britânico do final do século XVIII, rotulou-o como A Epopeia do Comércio e acrescentou paratextos de cunho ideológico. Manipulando o poema original tanto no aspecto poético quanto ideológico, Mickle transformou Os lusíadas em uma narrativa a serviço do Império Britânico e contribuiu como outros poetas de sua época que celebraram o crescimento da riqueza e do poder britânicos para forjar uma identidade poética e cultural para o Império Britânico.
Título em inglês
The Epic Poem of Commerce: Os Lusíadas translated by William Julius Mickle
Palavras-chave em inglês
Ideology
Luís Vaz de Camões
Manipulation
Translation studies
William Julius Mickle
Resumo em inglês
The object of study of this work is the translation of Luís Vaz de Camõess Os lusíadas by the Scottish poet William Julius Mickle, published in England in 1776. This translation was a success in its time and in the ensuing century, having become over the years the most widely read and quoted among all the translations of Os lusíadas into English. It will be shown that Mickles translation reflects the intricate network of conventions, norms and interests prevailing in Britain in the late 18th century, and also that the great liberties he took with the original poem are connected to historical, social and economic factors, as well as the cultural norms of the time, a transitional period between the Augustan Neoclassicism and Romanticism. The thesis to be demonstrated is that, in his translation and paratextual elements that accompany it, Mickle reenacts and updates the medieval concept of translatio imperii et studii the idea that not only imperial power, but also knowledge and culture, were transferred from East to West. Mickle adapted Camõess epic for the late eighteenth-century British audience, labelled it as The Epic Poem of Commerce and added ideologically charged paratexts to his translation. By manipulating the original poem both poetically and ideologically, Mickle transformed Os lusíadas into a narrative at the service of the British Empire and contributed like other poets of his time who celebrated the growth of Britains wealth and power to forge a poetic and cultural identity for the British Empire.
 
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Data de Publicação
2015-12-22
 
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