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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.8.2019.tde-20032019-114809
Documento
Autor
Nome completo
Alex Mazzanti Junior
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Macedo, José Marcos Mariani de (Presidente)
Cardoso, Isabella Tardin
Melo, Wolfgang David Cirilo de
Vasconcellos, Paulo Sérgio de
Título em português
Com ou sem ut? Um estudo da complementação com subjuntivo de facio e uolo em latim arcaico
Palavras-chave em português
Cícero
Língua latina
Linguística histórica
Parataxe
Plauto
Sintaxe
Terêncio
Resumo em português
Esta dissertação tem por objetivo localizar, quantificar, descrever e explicar sincronicamente a variação entre presença e ausência da conjunção ut nas orações substantivas (completivas) com subjuntivo dos verbos facio e uolo, no latim de Plauto e Terêncio (latim arcaico). A partir dos resultados, buscou-se estudar essa estrutura diacronicamente, tanto retroagindo no tempo, ao se verificar hipóteses do surgimento da estrutura (período pré-histórico da língua latina), quanto avançando, ao se comparar os resultados do latim arcaico com os dados do latim de Cícero, especialmente suas cartas (latim clássico). Para tanto, o texto se inicia com uma introdução descrevendo sucintamente a estrutura em estudo. Segue-se com hipóteses de qual seria a situação em protoindo-europeu e no latim pré-histórico. Apresenta-se a etimologia da conjunção ut e a miríade de usos que ela teve em latim, dentre os quais a introdução de orações completivas de subjuntivo. Discute-se a ambiguidade do termo parataxe na bibliografia, decidindo-se por chamar a estrutura em estudo de justaposição. A metodologia e o recorte da pesquisa são descritos: todas as orações de subjuntivo que completam facio e uolo encontradas nas 21 peças de Plauto, nas seis de Terêncio e alguns textos de Cícero, numa abordagem tanto quantitativa quanto qualitativa, auxiliada por técnicas estatísticas. Uma série de critérios para verificar se há uma regra subjacente ao uso da conjunção foi aplicada, dos quais o mais relevante foi a morfologia do verbo principal. O verbo facio apresenta 36% de subjuntivos justapostos, número que aumenta a 55%, se considerarmos somente formas imperativas de facio. O verbo uolo apresenta 68% dos exemplares com justaposição, número que aumenta a 82%, se considerarmos somente o tipo sequitur coniunctiuus. Assim, entende-se que, quando o verbo principal tem uma forma deôntica (ordem, desejo, concessão), como um imperativo ou o próprio verbo uolo, há preferência pela justaposição, o que pode ser explicado pela origem paratática da estrutura. Além disso, já em latim arcaico a complementação com subjuntivo apresenta restrições que são intensificadas no latim de Cícero, no qual a justaposição está restrita a contextos formulares e pragmaticamente definidos. Isso mostra que, entre o latim arcaico e o latim clássico, ocorreu um processo de fossilização da justaposição de subjuntivo com os verbos facio e uolo.
Título em inglês
With or without ut? A study of subjunctival complement clauses of facio and uolo in Archaic Latin
Palavras-chave em inglês
Cicero
Historical linguistics
Latin language
Parataxis
Plautus
Syntax
Terence
Resumo em inglês
This dissertation aims to locate, count, describe and explain synchronically the presence and absence of the conjunction ut in substantive (completive) subjunctive clauses of the verbs facio and uolo in Plautus and Terence (Archaic Latin). Starting from the results, the structure was studied diachronically, not only back in time to check some hypothesis of the origins of the structure (pre-historic period of the Latin Language), but also forth in time, comparing the results with data from Cicero, specially his letters (Classical Latin). The text begins with an introduction about the structure studied. There follows some hypothesis concerning the state of affairs in Proto-Indo-European and pre-historic Latin. The etymology of ut is presented and the various uses it had in Latin, among which the introduction of subjunctive complement clauses. The ambiguity of the term parataxis in the bibliography is discussed, upon which we decided to cal juxtaposition the structure under scrutiny. The methodology and corpus of research are described: all subjunctive clauses that complete facio and uolo found in the 21 plays of Plautus, six of Terence and some texts of Cicero. The approach is quantitative and qualitative and is supported by statistical techniques. Many criteria were applied to check if there was an underlying rule to the use of the conjunction. Morphology of main verb was the most relevant. The verb facio presents 36% of the tokens with juxtaposed subjunctives. The figure rises to 55%, if we only consider imperatives of facio. The verb uolo presents 68% of tokens with juxtaposition. The figure rises to 82%, if we only consider the sequitur coniunctiuus type. Then, when the main verb has a deontic form (command, wish, concession), like an imperative or the verb uolo itself, juxtaposition is preferred. This can be explained by the paratactic origin of the structure. Besides, already in Archaic Latin the subjunctive complements show some restrictions that are intensified in Ciceros Latin, in which juxtaposition is restricted to formulaic and pragmatically defined contexts. This shows that with the verbs facio and uolo a fossilization process of the juxtaposition of a subjunctive occurred between Archaic and Classical Latin.
 
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Data de Publicação
2019-03-20
 
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