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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.8.2008.tde-03022009-120841
Documento
Autor
Nome completo
Rodolfo José Rocha Rachid
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2008
Orientador
Banca examinadora
Torrano, Jose Antonio Alves (Presidente)
Bolzani Filho, Roberto
Iglésias, Maura
Muniz, Fernando Decio Porto
Ribeiro, Adriano Machado
Título em português
A invenção platônica da dialética
Palavras-chave em português
Dialética
Filosofia
Poesia
Retórica
Sofística
Resumo em português
O trabalho investiga a constituição da figura do filósofo e sua oposição aos outros produtores de discurso existentes na pólis clássica ateniense, como o retor, o sofista e o poeta. O propósito principal é salientar as diferenças substanciais entre a real ciência dialética e suas artes opostas. O termo filósofo foi empregado por Platão no século IV a.C. no estrito senso de um saber privilegiado, que apreende as Formas inteligíveis, incorpóreas e invisíveis. A atividade escrita de Platão ressalta a coexistência entre os discursos figurativo e racional, pela qual ele concebe a natureza mítica e filosófica do ser e do não-ser, da opinião, descrita como um intermediário entre o ser imiscido e o não-ser absoluto. A dialética é determinada como a arte originada da elevada Musa, sendo um saber psicagógico, não meramente um método, mas a elevada ciência que articula a unidade e a multiplicidade fenomênica, e o filósofo o amante das Musas, analisando a natureza da arte idolopéica e suas conseqüências políticas e epistemológicas. A dialética é ciência própria da alma dianoética e mnemônica. Se o sofista e o retor elaboram uma imitação doxástica, fundamentada na arte antilógica, se o poeta realiza uma imitação de aparências, o filósofo produz uma imitação sábia, baseada na ciência da verdade, do conhecimento e ser. O sentido e explicitações desta tese tenta redefinir e repensar o significado do termo dialética nos Diálogos em que esse termo aparece. A tese evita usar categorias modernas de pensamento para entender os Diálogos. A pesquisa se concentra precisamente em Mênon, Fédon, República V, VI, VII, Fedro, Sofista e Filebo
Título em inglês
The platonic invention of dialectic
Palavras-chave em inglês
Dialectic
Philosophy
Poetry
Rethoric
Sophistic
Resumo em inglês
This work investigates the constitution of philosophers portrait and its opposition from others discourses produtors genders living in athenian classic polis, such as the rethor, the sophist and the poet. The main purpose is to underline the substancial differences between the real science of dialectic and its opposites. The term philosophy was employed by Plato on IV century b.C. in a strict sense of an accurate knowledge, which aprehend the inteligible, incorporeal and invisible Forms. Platos written activity points out the coexistence between figurative and rational discourses, in which he conceives the mythical and philosophical nature of being and no-being, of opinion, described as an intermediate of unmixed being and absolute no-being, and science. Dialectic is determinated as the art originated from the supreme Muses, being a psicagogic wisdom, not merely a method, but the highest science, which articulates unity and phaenomenic plurality, and the philosopher as Museslover, analysing the nature of idolopeic art and its political and epistemological consequences. Dialectic is the proper science of a dianoetic and mnemonic soul. If the sophist and the rethor begget a doxastic imitation, based on antilogic art, if poet realizes an imitation of appearances, the philosopher produces a wisdom imitation, based on the science of truth, knowledge and being. The meaning and explicitation of this thesis try to redefine and rethink the significance of dialectic on the Dialogues, in which this term appears. This research avoids to use modern categories of thought to understand the Dialogues. This study focuses precisely on Meno, Phaedo, Republic V, VI, VII, Phaedrus, Sophist and Philebus
 
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Data de Publicação
2009-02-03
 
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